BISNETOS de JOÃO DE SOUSA BRASIL
A 3ª GERAÇÃO
Autora: Marília Medeiros, Portugal (2005)
"(...) Havia os azulejos reluzentes, o muro do quintal,
que limitava o mundo,
Uma paineira enorme e, sempre e cada vez mais,
os grilos e as estrelas...
Havia todos os ruídos, todas as vozes
daqueles tempos...
(Mário Quintana - "Segunda canção de muito longe")
Sobrenomes nesta página: AMARAL, ANTUNES, AZEVEDO, BALBÃO, BARRIOS, BRASIL, BRITES, CAMPOS, CARVALHO, CASTILHOS, COSTA, CUNHA, FERREIRA DA COSTA, FERNANDES, FONSECA, GALVÃO, GARAIALDE, GABATÜELER, LAUTERT, LEDUR, LIMA, LORA, MARTINS, MACIEL, MASGRAU, MELLER, MILANO, MOTTA, NEVES, NOGUEIRA, NUNES, PRATES, PERES, PIGNATARO, PORTO, RIBEIRO, RODRIGUES, SALDANHA, SANTOS, SILVA, SOUZA, TEIXEIRA, THADDEU, TOTTA, TRINDADE, VIEIRA, UBERTI.
Ascendentes imediatos: N.1.1 – ECILDA DA SILVA BRASIL e PEDRO ROMUALDO DA SILVA.
B.1.1.1 - GILDA BRASIL DA SILVA , foi adotada pelo casal Ecilda e Pedro, quando estes foram residir em S.Paulo-SP. Gilda casou-se com um rapaz descendente de japoneses, na capital paulista, e teve um filho. Pais de:
T.1.1.1.1 - ?
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Gilda Brasil da Silva - 07-08-1936.
Ascendentes imediatos: N.1.2 – ADAMASTOR DA SILVA BRASIL e MARINA ANTUNES MACIEL.B.1.2.1 - ELZA MACIEL BRASIL, nasceu em 1910, em Alegrete-RS. Teve uma morte trágica, ainda jovem: cometeu suicídio, atirando-se sob as rodas de um trem, na Estação Central de S.Paulo. Sem filhos.
B.1.2.2 – ALZIRA MACIEL BRASIL, nasceu em 1913, em Alegrete-RS. Consta que teve tuberculose e morreu jovem, em S.Paulo-SP. Sem filhos.
B.1.2.3 - RUI MACIEL BRASIL, nasceu em Alegrete-RS e faleceu em S.Paulo-SP, ainda jovem. Sem filhos.
Nota da webmaster: Neste núcleo familiar de Adamastor-Marina, a família MACIEL BRASIL não teve continuidade a partir dos seus três filhos, pois todos morreram jovens e sem descendentes.
Ascendentes imediatos: N.1.3 – SARAH DA SILVA BRASIL e JOÃO VENÂNCIO PRATES NUNES.B.1.3.1 – NELCY BRASIL NUNES. Nasceu em Alegrete-RS em 26-06-1909 e faleceu em 03-05-1979, em S.Francisco de Assis-RS, onde tinha uma fazenda. Casou com ZORAIDE RIBEIRO DE CASTILHOS, nascida em Alegrete-RS em 31-12-1911. Após a morte de Nelcy, ela mudou-se para Porto Alegre, onde faleceu numa clínica geriátrica em 26-12-1996. Após seu casamento, Zoraide passou a assinar ZORAIDE CASTILHOS NUNES. Pais de:
T.1.3.1.1 - PAULO CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.2 - MARY CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.3 – ÔNEA CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.4 - JAIME CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.5 – EDUARDO CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.6 – DÉCIO CASTILHOS NUNES
T.1.3.1.7 – ROBERTO CASTILHOS NUNES
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Nelcy Brasil Nunes e seus pai, João Venâncio Prates Nunes.
B.1.3.2 – FRANCISCO BRASIL NUNES. Nasceu e faleceu em Alegrete-RS, onde tinha uma fazenda. Casou com ALICE BARRIOS, natural de Alegrete-RS, já falecida, filha de VENANCIO BARRIOS. Após seu casamento, Alice passou a assinar ALICE BARRIOS NUNES. Pais de:
T.1.3.2.1 - ELDER BARRIOS NUNES
T.1.3.2.2 – ZULMA BARRIOS NUNES
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Francisco Brasil Nunes, com uma prima.
B.1.3.3- JOSÉ GABRIEL BRASIL NUNES (“Belo”). Nasceu em Alegrete-RS, em 19-03-1914 e seu nome é uma homenagem a seu avô paterno Gabriel Prates Nunes (“Gabito”). Fazendeiro, herdou a fazenda "Espinilho", após a morte de seus pais. Faleceu em 03-06-1987 de infarto do miocárdio, durante uma viagem de ônibus à P.Alegre-RS, quando estava com sua companheira, a advogada Violeta Azevedo Campos. Solteiro, sem filhos, deixou seus bens para Violeta e seus sobrinhos.
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José Gabriel Brasil Nunes ("Belo")
Ascendentes imediatos: N.1.4 – FERNANDA DA SILVA BRASIL e CUSTÓDIO JOSÉ DOS SANTOS.
B.1.4.1 – MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 03-03-1917, na chamada Granja dos Masgrau (durante um passeio a esse local, sua mãe entrou em trabalho de parto) e faleceu em 11-06-2009, em Santa Maria/RS, aos 92 anos de idade. Foi, todavia, enterrado em Alegrete, como era o seu desejo.
Iniciou sua vida profissional muito cedo, para ajudar no sustento de sua família, já que era o mais velho dentre os cinco irmãos. Iniciou, aos 12 anos, como balconista da Casa Bonatto, uma loja de armarinhos e tecidos, na esquina da rua Andradas com a Marquês de Alegrete. Permaneceu nessa atividade durante 18 meses (de 1929 a 1930).
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Em outubro/1930, com 13 anos, passou a ter aulas de escrituração mercantil, no escritório da Ferragem Neves, de propriedade do sr.Sumerval de Andrade Neves, pessoa com grande conhecimento na área contábil - o único da cidade que tinha cursado uma escola técnica de contabilidade (Pelotas/RS). A ferragem ficava na esquina da Praça Nova com a rua dos Andradas, a menos de uma quadra da residência da família de Márcio, que morava na rua Marquês de Alegrete. Como foi um excelente aprendiz, cerca de 3-4 meses depois, por indicação do seu próprio professor Neves, Márcio começou a trabalhar como auxiliar de escritório na Barraca de Frutos do País, uma empresa de compra e venda de produtos rurais, como lã, couro, pelegos, de propriedade de Francisco Barros Coelho. Quando iniciou essa atividade em fevereiro/1931, Márcio tinha aproximadamente 14 anos de idade, mas, apesar de sua pouca idade, logo se destacou no seu trabalho de escriturário, passando a ser muito respeitado profissionalmente pelo contabilista da firma (Raul Paz Oliveira) e, depois, pelo próprio proprietário.
Depois que ganhar a confiança e o respeito de Francisco Barros Coelho, este passou a delegar funções a Márcio também na compra e transporte dos produtos para a Barraca. Márcio visitava os curtumes e estâncias, selecionava e comprava as lãs de ovinos e couros de bovinos, além de providenciar o transporte dos produtos (por caminhão ou carroça, ou por via férrea). Como deslocava-se muito até as subestações ferroviárias do interior do município de Alegrete e Quaraí, Márcio aprendeu a dirigir automóvel e Barros Coelho passou a lhe ceder o seu próprio carro para essas atividades comerciais da empresa. Trabalhou nessa empresa de 1931 até 1938.
Márcio aos 21 anos de idade (10-01-1938).
Em 1938/junho, Márcio recebeu proposta e aceitou trabalhar como funcionário da Usina de Alegrete, onde permaneceu até 1944, no cargo de sub-gerente.
Em 1944, por indicação do Exator da cidade à epoca (Mário Lucena Borges), Márcio ingressou como Agente Fiscal na Exatoria Estadual de Alegrete. Posteriormente, foi promovido a escriturário, permanecendo nesse cargo até março/1947.
A seguir, foi transferido para a Exatoria de Caxias do Sul-RS, onde trabalhou até 1951, inicialmente no cargo de Agente Fiscal e, depois, acumulou as funções de Tesoureiro e Escrivão.
Em 08-05-1948, casou-se em Alegrete/RS, com PERCÍLIA (Mosa) LAUTERT DE SOUZA, professora primária, nascida em Alegrete-RS, em 25-11-1920 e falecida em Santa Maria-RS, em 21 de junho de 2002, filha de Jovita Souza Lautert e José Manoel (Zéca) de Souza, pecuarista em Alegrete.
Em 1949, nasce a sua primogênita MARÍLIA. Embora o casal estivesse residindo em Caxias do Sul/RS desde o casamento, o nascimento de sua filha ocorreu em Alegrete/RS. Em razão disso, Márcio só foi conhecer a filha quando esta tinha já três meses de idade, à época em que sua mulher retornou à Caxias do Sul, após o parto.
Em 1952, Márcio fez concurso público e foi aprovado para o cargo de Agente Fiscal Tributário na Fazenda Estadual do RS, mas ficou no aguardo da sua nomeação durante mais de três anos.
Nesse mesmo ano de 1952, Márcio pediu demissão da Exatoria de Caxias do Sul e retornou à Alegrete, passando a trabalhar na empresa Auto Elétrica Alegretense (agência Ford), em sociedade com seu primo em 2º grau, Joaquim Francisco Fonseca Milano e com um amigo de mocidade, Domingos Thaddeu, além de Nestor de Moura Jardim.
Em 1954, montou seu próprio negócio, uma pequena indústria de galvanização (Auto Galvânica Alegretense).
Em janeiro de 1955, nasce o seu filho MÁRCIO, em Alegrete/RS.
Em junho/1955, foi chamado para assumir o cargo de Agente Fiscal Tributário na Fazenda Estadual do RS.
No início de sua vida como funcionário público da Fazenda, residiu em Quaraí (1955-1956) e Uruguaiana (1957-1960), mas em 1961 assumiu o cargo de Coordenador Regional do ICM (imposto sobre circulação de mercadorias) da zona da fronteira-oeste e retornou definitivamente à Alegrete-RS (cidade séde da referida Regional).
Em 1978, aposentou-se do serviço público e passou a atuar intensamente em entidades filantrópicas de sua cidade natal: S.A.N.A. (Sociedade de Amparo aos Necessitados de Alegrete) e no Hospital da Santa Casa de Caridade de Alegrete (este, no cargo de Provedor).
A partir de março de 2000, por problemas de saúde de sua esposa, Márcio passou a permanecer longas temporadas em Santa Maria, na residência de sua filha MARÍLIA, acompanhando a esposa enferma.
Em junho/2002 faleceu a sua esposa Percília (Mosa). A partir daí, Márcio passou a residir com sua filha MARÍLIA, em Santa Maria/RS, até o seu falecimento em 11-06-2009, aos 92 anos de idade. O seu corpo foi transladado para Alegrete, onde foi enterrado, como era o seu desejo.
Márcio e Percília (Mosa) são pais de:
T.1.4.1.1 - MARÍLIA SOUZA SANTOS
T.1.4.1.2 – MÁRCIO SOUZA SANTOS
O CIDADÃO MÁRCIO
MÁRCIO sempre foi, desde jovem, uma pessoa muito generosa e com imenso amor ao próximo. As dores e as carências dos outros (de qualquer natureza) sempre lhe tocavam e ele praticamente as assumia para si, a partir do momento que tinha conhecimento delas. Seu humanismo era exacerbado e tudo fazia para solucionar ou amenizar o sofrimento e problema de terceiros.Após a sua aposentadoria da Fazenda Estadual em 1978, dedicou-se intensamente às atividades filantrópicas em Alegrete, especialmente a asilos, creches e atendimento de pessoas doentes ou com algum tipo de necessidade. Seu trabalho voluntário teve grande impacto social na cidade e por ser desprovido de qualquer interesse que não fosse apenas o de ajudar o seu próximo, ganhou a admiração de todos os seus conterrâneos.
Teve também marcante atuação no cargo de Provedor da Santa Casa de Caridade, onde conseguiu sanar as dívidas do hospital e ainda encerrar sua gestão com dinheiro em caixa. Ele era do tipo que arregaçava as mangas e ele próprio ia para as ruas pedir doações para salvar as dívidas (garrafas velhas, p. ex.) ou vender rifas/sorteios de moto, de carro, dentre outros prêmios. Muitos doações anônimas na conta bancária da Santa Casa eram depositadas por ele, atestando o seu espírito magnânimo.
Sua dedicação para o bem do próximo sempre foi enorme e há muitas histórias sobre gestos extraordinários dele. Somente problemas de saúde - seus e de sua esposa - o tiraram dessa luta a partir de 2000, já aos 83 anos de idade, quando precisou deslocar-se freqüentemente para Santa Maria-RS, em busca de recursos médicos para ambos.
Nesse período, passou a dedicar-se intensamente às leituras (principalmente jornais e assuntos de História).
Permaneceu lúcido até os seus 92 anos - estes comemorados em sua terra natal, e esta foi a sua última visita ao seu Alegrete, pois faleceu cerca de 3 meses depois. Seu interesse pela gente de sua cidade permaneceu até o fim, não abdicando da leitura regular dos jornais de Alegrete. Sempre que visitava a sua cidade, recebia manifestações de reconhecimento nas ruas e em todos os lugares por onde circulava. Continuava lembrado e admirado por todos os seus conterrâneos, dos mais pobres aos mais ricos.
Abaixo, transcreve-se um texto do escritor Hélio Ricciardi (com o pseudônimo de Heitor Santos Filho) sobre a abnegação e dedicação de MÁRCIO às causas sociais.
MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS, ESSA ESTRANHA CRIATURA.
HEYTOR SANTOS FILHO (pseudônimo do escritor Hélio Ricciardi)
Quando dizem que o mundo cada vez mais se transforma numa selva, sou o primeiro a concordar, não só por ser um dos tantos que nela habita, como por ser eu um caçador inveterado de estranhas criaturas.
Poderei parecer também uma dessas estranhas criaturas que vive nessa selva de tantas lágrimas e de tão poucas alegrias.
Vou à caça. Preparo a armadilha: É uma folha de papel formato ofício. Das teclas da máquina de escrever componho suas grades para prender, nessa jaula improvisada, uma dessas poucas criaturas em extinção. É difícil reconhecê-las, pois se disfarçam de gente como a gente. São dotadas de um grande amor, pelo puro amor de nada. São essas criaturas, que trabalham sem serem subvencionadas pelo povo, governo ou por Deus Nosso Senhor. Gente que não defende coloração de camiseta alguma. Não são como os políticos, militares, sacerdotes que agem por dever do ofício.
Mas nem tudo está perdido nessa selva porque ainda consigo caçar um Romário Araújo de Oliveira, um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS que lutam sem paga alguma. Sem a ganância daqueles que trabalham para acumular dividendos na Carteira de Poupança Celestial. Ou sem a preocupação de dar com a mão direita para que a esquerda não veja. Dão simplesmente. Nada de emprestar a Deus porque dão aos pobres. Nada de dar para receber em dobro. Essa de não poder ser herói, porque não há um repórter do lado.
MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS vem de longe e sem bandeira alguma.
O amor não tem bandeiras e nem fronteiras. É a luta para o bem do seu semelhante. Foi uma luta para tirar a Santa Casa de Caridade do caos. Sofreu muito. Tememos por sua, saúde, quando ela foi intimada pagar uma vultosa indenização trabalhista, como se fosse sua dívida pessoal. Passou a ser a sua, porque era do hospital. Foram dias difíceis para Márcio. A tragédia alheia era a sua. Fazia correr listas de apoio. Fazia rifas. Batia de porta em porta. Fazia plantões em supermercados. Parecia camelô. Pedia dividendos dos acionistas da CRT (Cia.Telefônica do RGS). E enfim, o hospital restabeleceu- se de sua enfermidade, graças a dedicação do "doutor" MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS.Numa manhã fria, abro a janela da minha casa. Na calçada oposta está o MÁRCIO carregando tijolos que saíram de uma demolição. Era para o asilo dos velhinhos. Outro dia vejo-o na rua Gaspar Martins pedindo garrafas, vazias - na busca de fundos para a SANA (Sociedade de Amparo aos Necessitados de Alegrete).
MÁRCIO é a Previdência Social a domicílio. Mas ele também se preocupa com a memória da cidade. Me presenteia, xeroqueado, um raro relatório da Santa Casa de Caridade do ano de 1.925, quando o Dr. Antonio Saint Pastous de Freitas era Provedor, tendo por intendente Oswaldo Aranha. Ali está toda a família alegretense registrada, se fazendo presente com doações para o hospital da sua cidade. Ainda não precisavam 'de Márcios'.
O nome MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS diz muita coisa. MÁRCIO é nome de bravo. Tem um coração do tamanho do BRASIL e nos SANTOS o amor de todos os santos.
Tenho esperanças que um dia o mundo deixe de ser selva e que eu não precise caçar criaturas estranhas para pô-las numa folha de papel como um ROMÁRIO ARAÚJO OLIVEIRA, ou um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS.
Abaixo, transcreve-se um trecho de outra crônica do escritor Hélio Ricciardi, em que o autor comenta sobre a generosidade e a imensa capacidade de doação ao próximo de MÁRCIO, em texto publicado no jornal Gazeta de Alegrete em 22-07-1989.
Das Doações
HEYTOR SANTOS FILHO (pseudônimo do escritor Hélio Ricciardi)
(...)
"Humanos e santos são aqueles que dão e se doam publicamente, como uma madre Thereza de Calcutá, como foi aqui um ROMÁRIO ARAÚJO OLIVEIRA que jamais cuidaram em dar para que a esquerda não visse a direita. Bem-aventurados são os que dão publicamente.Me sinto mal, me vejo pequeno quando vejo um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS servindo os necessitados publicamente. Os velhinhos carentes correm à ele. E MÁRCIO corre mais ainda. Quer dar a eles abrigo e comida. Então, vai para a rua principal, pedir doações de garrafas. Ou está a juntar tijolos de um prédio em demolição. Está de público de peito aberto.
Não se esconde como eu e tantos, quando dão, para que não venham bater em nossas portas. MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS tem um coração do tamanho do Brasil e o amor dos santos."
MÁRCIO e seu bisavô JOÃO: as visitas do bisneto.
Deve-se a MÁRCIO o início das pesquisas sobre JOÃO DE SOUSA BRASIL e seus descendentes. MÁRCIO sempre manifestou um enorme interesse por conhecer suas origens, além de possuir um exacerbado sentimento de preservação da história de seus antepassados. Assim, ao longo dos anos, esteve a vasculhar informações sobre a sua família BRASIL e a procurar e guardar fotografias de seus bisavós, avós, tios, primos e primas. Seu acervo fotográfico e documental está sendo inteiramente aproveitado na construção destas páginas.
A par disso, MÁRCIO foi sempre um assíduo e interessado leitor sobre os fatos históricos do seu Alegrete (e do Rio Grande do Sul em geral) e possui uma privilegiada memória remota, que o transforma em um verdadeiro arquivo vivo. Conversar sobre o passado com MÁRCIO sempre foi, e ainda é, como dar um passeio no tempo, tal a riqueza de informações e detalhes com que ele brinda o interlocutor. Ele sabe muito sobre o passado da sua aldeia. De tudo e de todos, parentes ou não. Ele segue à risca a sentença do russo Tolstói: "Canta e conhece a tua aldeia que conhecerás o mundo."
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Foi MÁRCIO quem descobriu que seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL vivera em Rosário do Sul-RS e que lá tivera uma relevante atuação como cidadão na comunidade rosariense, a ponto de merecer uma significativa homenagem do município: a principal avenida da cidade recebeu o nome de JOÃO BRASIL.
Na foto à esquerda, Márcio na Rua JOÃO BRASIL, no centro de Rosário do Sul-RS (out/2005).
Também foi MÁRCIO quem encontrou uma importante fonte de referência sobre o bisavô JOÃO na Biblioteca Pública da cidade: o livro "Rosário Centenário: 1876/1976", editado pela Prefeitura Municipal, com dados históricos sobre a contribuição do Major JOÃO BRASIL na transformação do Povoado de Rosário para Vila, em 1876, quando esta desmembrou-se politicamente de Alegrete e São Gabriel.
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Na década de 70, MÁRCIO conseguiu localizar o túmulo de seu bisavô JOÃO, no Cemitério Municipal de Rosário do Sul-RS. Desde então, de tempos em tempos, quando viajava de Alegrete à Santa Maria de carro, ao passar por Rosário do Sul, MÁRCIO costumava fazer uma pausa em sua viagem para uma visita ao jazigo de seu bisavô. Lá ficava em silêncio por algum tempo, e depois seguia a viagem. Era a sua forma de reverenciá-lo.
Nota da webmaster: Em nosso meio, não temos conhecimento de alguma outra pessoa, além de MÁRCIO, que tenha a habitualidade de visitar o túmulo de seu bisavô - sem sequer o ter conhecido em vida. Este fato bem atesta o caráter de MÁRCIO, cujo respeito à figura de seus antepassados é excepcional e, por isso, motivo de admiração.
Na foto à direita, Márcio junto ao jazigo de seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL, em Rosário do Sul-RS. Os restos mortais de MARIA FRANCISCA DE PAULA (esposa de JOÃO) também estão nesse jazigo.
Na tarde de 31-10-2005, depois de mais de quatro anos sem conseguir revisitar o jazigo de seu bisavô, MÁRCIO retornou ao Cemitério de Rosário do Sul para mais uma visita e um ato de reverência a seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL, mas agora voltou em companhia de sua filha MARÍLIA CECHELLA - trineta de JOÃO (a webmaster dessa homepge). Esta visita - uma verdadeira cadeia entre o passado distante, o passado recente e o presente - veio dar veracidade às palavras de Almeida Prado, escritas na abertura da homepage: "... sobrevivemos prolongados um pouco nos outros, perpetuação da vida através da morte, na infindável cadeia dos tempos".
B.1.4.2 – MOACYR BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 11 de junho de 1918 e faleceu no Rio de Janeiro (onde residiu por mais de 50 anos), em 18 de fevereiro de 2005, aos 86 anos de idade. Logo após seu casamento, foi sócio de uma microempresa de comércio e importação de correntes (Casa das Correntes) em Porto Alegre-RS, mudando-se algum tempo depois para o Rio de Janeiro-RJ, onde passou a trabalhar em uma filial dessa empresa. Alguns anos depois, abandonou a referida empresa e foi trabalhar como representante comercial. Como tinha bom conhecimento de contabilidade, também executava trabalhos técnicos nessa área, como autônomo.
Os padrinhos de Moacyr eram seus tios ECILDA DA SILVA BRASIL e PEDRO (Pedrinho) ROMUALDO DA SILVA. Como estes tinham ido morar em São Paulo, o batismo de Moacyr só ocorreu quando ele tinha cerca de 8-9 anos de idade, quando foi levado à S.Paulo-SP por seus avós FRANCISCO SOUZA BRASIL e MARIANA para um tratamento nos ouvidos. Foi nessa oportunidade que o seu batismo, então, foi realizado pelos tios Ecilda-Pedro.
Devido a seu problema nos ouvidos, antes do tratamento feito em S.Paulo, Moacyr não escutava perfeitamente (surdez parcial). Em razão disso, quando criança, foi atropelado por um carro na rua Marquês de Alegrete, por não ter escutado o barulho do automóvel, ao atravessar a rua. Consta que o carro (modelo Ford 1920) era dirigido por dona Estela Ferreira da Costa, casada com Antônio Freitas Valle Silva, mas felizmente houve apenas lesões sem gravidade nas pernas de Moacyr.
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Na foto ao lado, em 12-07-1981, Moacyr (em pé) está com 63 anos de idade, junto com seu irmão Márcio, então com 65 anos.
Moacyr tinha um temperamento muito alegre e uma de suas grandes paixões era estar com a "Turma da Praia" (grupo de amigos de longa data, que se reunia regularmente na praia do Leblon para jogar vôlei e/ou confraternizar). Foi um desses velhos amigos da "Turma da Praia" (Almir Nogueira Lima) quem cuidou de Moacyr com o desvelo e a dedicação de um irmão, nos seus meses finais de vida, quando, doente e debilitado, ficou imobilizado no leito.
Depoimento de Almir Nogueira Lima sobre Moacyr:
"Conheci o Moacyr em 1988 na praia, jogando vôlei. Ele tinha o apelido de Pingo, não sei a razão. Era um homem guerreiro, bom amigo, nunca se entregou ao peso da idade, muito generoso e um bom coração. Foi o inventor aqui para nós, cariocas, de uma famosa comida chamada "trigada", uma espécie de feijoada que, no lugar do feijão, levava o trigo, muito gostosa. Comemorava seus aniversários sempre com essa trigada, feita por ele com muito trabalho. Nos churrascos com o pessoal da praia, uma vez por mês, ele sempre era o que mais comia, um bom garfo". Moacyr casou-se com ELAHYR DE CARVALHO, do lar, nascida no Rio de Janeiro-RJ, em 1922 e falecida nessa mesma cidade em 30-11-2004. Após o casamento, passou a assinar ELAHYR DE CARVALHO BRASIL DOS SANTOS.
Pais de:
T.1.4.2.1 - PAULO CÉZAR CARVALHO BRASIL DOS SANTOS
T.1.4.2.2 – RONALDO CARVALHO BRASIL DOS SANTOS
Nota da webmaster: Neste núcleo familiar de Moacyr-Elahyr, a família CARVALHO BRASIL DOS SANTOS não teve continuidade a partir dos seus dois filhos, pois o mais velho morreu aos 13 anos e o mais novo morreu solteiro e sem descendentes.
B.1.4.3 – MÁRIO BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1919 e faleceu de meningite aos 4 anos de idade incompletos, em Alegrete-RS, em 1922. Sem descendentes.
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B.1.4.4 – NEUZA MÁRCIA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1921 e faleceu em Porto Alegre-RS, em 1990. Casou-se com EDEMAR LEDUR, militar (sargento) da Arma da Infantaria do Exército, natural de S.Sebastião do Caí-RS. Este foi servir ao Exército em Alegrete e lá conheceu Neuza, onde casaram-se na residência de seu tio Armindo da Silva Brasil. Depois de morarem em várias cidades do estado, fixaram residência em S.Sebastião do Caí-RS, terra natal de seu marido. Após o casamento, Neuza passou a assinar NEUZA DOS SANTOS LEDUR. Pais de:
Neuza (E) e
sua mãe Fernanda.T.1.4.4.1 - RAMIRO CICLO DOS SANTOS LEDUR
T.1.4.4.2 - RENATO ADRIANO DOS SANTOS LEDUR
T.1.4.4.3 - IVETE SUZANA DOS SANTOS LEDUR
T.1.4.4.4 - IOLANDA LUCI DOS SANTOS LEDUR
T.1.4.4.5 - ALBERTO DOS SANTOS LEDUR
T.1.4.4.6 - JOSÉ CARLOS DOS SANTOS LEDUR
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Neuza Brasil dos Santos, seu marido Edemar Ledur e seus filhos
Ramiro, Renato, Ivete Suzana, Iolanda, Alberto e José Carlos.
B.1.4.5 – NILZA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 09-08-1924. Professora primária e de Matemática (2º grau). Tinha muita habilidade na arte de ensinar e, em razão disso, quando solteira, foi requisitada por FRANCISCO DE ASSIS BRASIL (filho de Joaquim Francisco de Assis Brasil e homônimo do MPO da família Assis Brasil) para dar aulas particulares para seus dois filhos mais velhos: JOAQUIM FRANCISCO MARTINS DE ASSIS BRASIL e JOSÉ LUIZ MARTINS DE ASSIS BRASIL. Nessa época, Nilza conviveu muito com a família de Joaquim Francisco de Assis Brasil e dona Lídia, no castelo da Granja de Pedras Altas, em razão de ser professora particular de seus netos. Algum tempo depois, quando Nilza desejou complementar seus estudos em P.Alegre e seus pais não dispunham de recursos financeiros para sustentá-la na capital, dona Lídia de Assis Brasil apresentou-a à dona Dolores Alcaraz Caldas, esposa de Francisco Antônio Vieira Caldas Jr., proprietário do jornal gaúcho “Correio do Povo”. Nilza foi, então, morar na casa de Dona Dolores, servindo-lhe como dama de companhia, função para a qual recebia um ordenado mensal, que ajudava a custear seus estudos. A filha de dona Dolores (Lúcia Alcaraz Caldas) casou-se com B.2.3.1 – PLÍNIO BRASIL MILANO, primo em 2º grau de Nilza. NILZA casou-se com ROMEU MELLER, joalheiro, natural de Santa Rosa-RS, separados. Após o casamento, NILZA passou a assinar NILZA MELLER, nome que mantém até hoje. Residiu em Porto Alegre por vários anos, até junho/2006, quando, então, mudou-se para Novo Hamburgo-RS.
Pais de:
T.1.4.5.1 - MARIA DA GRAÇA MELLER
T.1.4.5.1 - DIOVANI MELLER
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Nilza, seu marido Romeu Meller e os filhos Maria da Graça e Diovani.
Sua tia Sarah Brasil e sua mãe Fernanda Brasil (da esq. para dir.) e sua sobrinha Kátia Maria (criança menor).
Nota da webmaster: Os padrinhos de NILZA eram seu primo-irmão B.1.3.1 - NELCY BRASIL NUNES e sua esposa ZORAIDE RIBEIRO DE CASTILHOS.
B.1.4.6 – ECILDA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1926 e faleceu em Alegrete-RS, em 1926, aos 6 meses de idade. Sem descendentes.
B.1.4.7 – NELZA CATHARINA BRASIL DOS SANTOS ("Katy"), nasceu em Alegrete-RS, na manhã de 28/08/1931, na casa da família à rua Waldemar Masson, 84, próxima à Praça Nova. Foi seu irmão mais velho Márcio (então com 14 anos de idade), quem foi, às pressas, buscar o médico da família (Dr. Augusto Maria Sisson), que morava a duas quadras dali, para que este desse assistência à sua mãe Fernanda na hora do parto. Entretanto, quando Márcio retornou com Dr. Sisson, Nelza Catharina já tinha nascido, com a ajuda da parteira "Siá" Percília.
Professora primária (atual Ensino Fundamental) aposentada, formada no Instituto de Educação Flores de Cunha de Porto Alegre-RS, em 1949. Casou em 24-07-1954 com BENITO FAGUNDES DA SILVA, nascido em 25-04-1928, Técnico em Seguros e Atuário, ex-diretor de algumas Seguradoras, filho de Marcírio da Silva e de Hilda Fagundes da Silva. Após o seu casamento, passou a assinar-se NELZA CATHARINA FAGUNDES DA SILVA. Reside em Porto Alegre-RS desde que casou. Pais de:
T.1.4.7.1 - LUIZ FERNANDO FAGUNDES DA SILVA
T.1.4.7.2 – KÁTIA MARIA FAGUNDES DA SILVA
T.1.4.7.3 – JORGE LUIS FAGUNDES DA SILVA
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Nelza Catharina ("Katy") Brasil dos Santos e sua mãe Fernanda
no aniversário de 90 anos desta (12-07-1982).
Ascendentes imediatos: N.1.5 – JOAQUIM DA SILVA BRASIL e MIGUELINA BRITES.B.1.5.1 – JOÃO BRITES BRASIL nasceu em Alegrete-RS em 07-09-1920. Trabalhou no Exército (cabo) por algum tempo, mas alguns anos depois comprou uma pequena fazenda no município de Rosário do Sul-RS, dedicando-se às atividades rurais até falecer, em 27-06-1998. João cultivava as tradições riograndenses (andava quase sempre de bota, bombacha chapéu e lenço no pescoço) e tinha talento para a declamação. Sempre que havia uma reunião familiar ou uma festa, ele não perdia a oportunidade de mostrar o seu talento de declamador de poesias gauchescas. Casou-se em 12-06-1945 com MARIA CATARINA PEREIRA DE AZEVEDO, que passou a assinar MARIA CATARINA DE AZEVEDO BRASIL, nascida em 18-04-1923 em Rosário do Sul. Pais de:
T.1.5.1.1 - JOAQUIM GERVÁSIO DE AZEVEDO BRASIL
T.1.5.1.2 – ENILDA DE AZEVEDO BRASIL
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João Brites Brasil e esposa Maria Catarina de Azevedo.
B.1.5.2 – MARGARIDA BRITES BRASIL nasceu em Alegrete-RS em 05-10-1923. Casou-se com WILSON PEREIRA DA FONTOURA, pecuarista, passando a assinar-se MARGARIDA BRASIL DA FONTOURA. Moraram muitos anos no estabelecimento rural deles, no município de Rosário do Sul-RS, terra natal do marido. Quando estavam com idade avançada, ele resolveu vender os animais de criação e arrendar o campo, e comprar uma casa na cidade de Rosário do Sul, onde Margarida mora até hoje. O marido faleceu de infarto em 20-12-2007. Pais de:
T.1.5.2.1 - CARMEN MARIANA BRASIL DA FONTOURA
B.1.5.3 – SARAH BRITES BRASIL (SARINHA). Nasceu em Alegrete-RS em 18-06-1933 e faleceu em 19-07-2009, em S.Leopoldo-RS, cidade na qual passou a residir, junto com uma filha, desde que se divorciou e onde também moram todos os seus filhos. Casou-se com ADIR DA COSTA MALCORRA, pecuarista, nascido em Santana do Livramento em 15-10-1933, e passou a assinar-se SARA BRASIL MALCORRA. Pais de:
T.1.5.3.1 - ELEANA BRASIL MALCORRA
T.1.5.3.2 – JOSÉ BRASIL MALCORRA
T.1.5.3.3 – JOAQUIM LAUDAR BRASIL MALCORRA
T.1.5.3.4 – JOSÉ ADIR BRASIL MALCORRA
T.1.5.3.5 – ENAR BRASIL MALCORRA
T.1.5.3.6 – PAULO AUGUSTO BRASIL MALCORRA
Ascendentes imediatos: N.1.6 – ALMANSOR DA SILVA BRASIL e PAULINA BRASIL DO AMARAL.Os filhos de Almansor e Paulina foram registrados com o sobrenome BRASIL DE BRASIL, ao invés de DO AMARAL BRASIL (o AMARAL de Paulina foi excluído).
B.1.6.1 – JOÃO BRASIL DE BRASIL, nasceu em Alegrete e casou-se com JACINTA GARAI, nascida em Itaqui-RS, que passou a assinar Jacinta Garai Brasil. João faleceu em P.Alegre-RS. Pais de:
T.1.6.1.1 - .......? GARAI BRASIL
T.1.6.1.2 – ........? GARAI BRASIL
B.1.6.2 – PAULO BRASIL DE BRASIL, nasceu em 1918, em Alegrete-RS. Fazendeiro, casou-se com TALITA SILVEIRA, que passou a assinar Talita da Silveira Brasil. Faleceu em 1996, em Alegrete-RS. Pais de:
T.1.6.2.1 - MARCO ANTÔNIO DA SILVEIRA BRASIL
T.1.6.2.2 – ELISABETE DA SILVEIRA BRASIL
B.1.6.3 – MARIANA BRASIL DE BRASIL, Nasceu em 1921 em Alegrete-RS. Casou-se com AMADEU UBERTI. Após seu casamento passou a assinar MARIANA BRASIL UBERTI. Reside em Porto Alegre-RS. Pais de:
T.1.6.3.1 - ROGÉRIO BRASIL UBERTI
T.1.6.3.2 - ....... BRASIL UBERTI
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Mariana Brasil
B.1.6.5 – MARIA APARECIDA BRASIL DE BRASIL (MARIAZINHA). Nasceu em 1923 em Alegrete-RS, é dentista e reside em Buenos Aires-Argentina. Casou-se com HUBERTO HONORÉ, argentino, falecido. Sem filhos.
B.1.6.4 – MARTHA BRASIL DE BRASIL, nasceu em 18-11-1925, em Alegrete-RS. Casou-se em 1950 com LUIZ CARLOS ARAÚJO, aviador (comandante da VARIG) e foram residir em São Gabriel-RS, quando Luiz Carlos abandonou a aviação e foi trabalhar em outra atividade. Em São Gabriel, Martha teve um convívio bastante estreito com sua parente LINA DE ASSIS BRASIL. Após seu casamento, passou a assinar MARTHA BRASIL ARAÚJO. Reside em Porto Alegre-RS há vários anos. Pais de:
T.1.6.4.1 - CAIO CÉZAR BRASIL ARAÚJO
T.1.6.4.2 – ANTÔNIO CARLOS BRASIL ARAÚJO
T.1.6.4.3 - LUIZ PAULO BRASIL ARAÚJO
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Martha Brasil, na companhia do amigo Paulo Pinheiro.
Ascendentes imediatos: N.1.7 – ARMINDO DA SILVA BRASIL e NAIR PORTO.B.1.7.1 – FRANCISCO ELTON PORTO BRASIL ("Chico"), nasceu em 02/06/1925, em Jacareí-SP. Bancário aposentado, residiu em Alegrete durante muitos anos. Atualmente mora em Porto Alegre-RS. Casou-se com ENI BORGES, nascida em Alegrete-RS. Sem filhos.
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Francisco Brasil, com seu pai Armindo e sua irmã Dulce.
B.1.7.2 – MARIA CÉLIA PORTO BRASIL, nasceu em 02/06/1925, em Jacareí-SP. Professora estadual aposentada, residente em Porto Alegre-RS. Solteira, sem filhos.
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Célia Brasil, aos 11 anos (20-12-1936).
B.1.7.3 - MARIA DULCE PORTO BRASIL, nasceu em Alegrete-RS, em ..... Advogada, reside em Porto Alegre-RS. Solteira, sem filhos.
B.1.7.4 - MARIA CLEIDE PORTO BRASIL, nasceu em Alegrete-RS em 1937 e faleceu em Porto Alegre-RS, em ................ Casou-se com KOYLA BALBÃO, piloto da aviação comercial, filho de SONIA e do General BALBÃO. Pais de:
T.1.7.4.1 - DANIEL BRASIL BALBÃO
T.1.7.4.2 - DÉBORA BRASIL BALBÃO
T.1.7.4.3 - ALEXANDRE BRASIL BALBÃO
T.1.7.4.4 - RAFAEL BRASIL BALBÃO
T.1.7.4.5 - ....... BRASIL BALBÃO
Ascendentes imediatos: N.1.8 – CELINA DA SILVA BRASIL e JACINTO RODRIGUES FILHO.B.1.8.1 – JOSÉ BRASIL RODRIGUES ("Zéca"). Nasceu em Alegrete-RS, em 1931. Casou-se em 05-05-1956 com CORINA ...... , que, após o casamento, passou a assinar Corina Rodrigues. José residia em Canoas-RS, onde faleceu.
T.1.8.1.1 -