BISNETOS de JOÃO DE SOUSA BRASIL

A 3ª GERAÇÃO



Autora: Marília Medeiros, Portugal (2005)


"(...) Havia os azulejos reluzentes, o muro do quintal,
que limitava o mundo,
Uma paineira enorme e, sempre e cada vez mais,
os grilos e as estrelas...
Havia todos os ruídos, todas as vozes
daqueles tempos...

(Mário Quintana - "Segunda canção de muito longe")


Sobrenomes nesta página: AMARAL, ANTUNES, AZEVEDO, BALBÃO, BARRIOS, BRASIL, BRITES, CAMPOS, CARVALHO, CASTILHOS, COSTA, CUNHA, FERREIRA DA COSTA, FERNANDES, FONSECA, GALVÃO, GARAIALDE, GABATÜELER, LAUTERT, LEDUR, LIMA, LORA, MARTINS, MACIEL, MASGRAU, MELLER, MILANO, NEVES, NOGUEIRA, NUNES, PRATES, PERES, PORTO, RIBEIRO, RODRIGUES, SANTOS, SILVA, SOUZA, TEIXEIRA, THADDEU, TOTTA, VIEIRA, UBERTI.

Ascendentes imediatos: N.1.1 – ECILDA DA SILVA BRASIL e PEDRO ROMUALDO DA SILVA.

B.1.1.1 - GILDA BRASIL DA SILVA , foi adotada pelo casal Ecilda e Pedro, quando estes foram residir em S.Paulo-SP. Gilda casou-se com um rapaz descendente de japoneses, na capital paulista, e teve um filho. Pais de:

T.1.1.1.1 - ?


Gilda Brasil da Silva - 07-08-1936.


Ascendentes imediatos: N.1.2 – ADAMASTOR DA SILVA BRASIL e MARINA ANTUNES MACIEL.

B.1.2.1 - ELZA MACIEL BRASIL, nasceu em 1910, em Alegrete-RS. Teve uma morte trágica, ainda jovem: cometeu suicídio, atirando-se sob as rodas de um trem, na Estação Central de S.Paulo. Sem filhos.

B.1.2.2 – ALZIRA MACIEL BRASIL, nasceu em 1913, em Alegrete-RS. Consta que teve tuberculose e morreu jovem, em S.Paulo-SP. Sem filhos.

B.1.2.3 - RUI MACIEL BRASIL, nasceu em Alegrete-RS e faleceu em S.Paulo-SP, ainda jovem. Sem filhos.

Nota da webmaster: Neste núcleo familiar de Adamastor-Marina, a família MACIEL BRASIL não teve continuidade a partir dos seus três filhos, pois todos morreram jovens e sem descendentes.


Ascendentes imediatos: N.1.3 – SARAH DA SILVA BRASIL e JOÃO VENÂNCIO PRATES NUNES.

B.1.3.1 – NELCY BRASIL NUNES. Nasceu em Alegrete-RS em 26-06-1909 e faleceu em 03-05-1979, em S.Francisco de Assis-RS, onde tinha uma fazenda. Casou com ZORAIDE RIBEIRO DE CASTILHOS, nascida em Alegrete-RS em 31-12-1911. Após a morte de Nelcy, ela mudou-se para Porto Alegre, onde faleceu numa clínica geriátrica em 26-12-1996. Após seu casamento, Zoraide passou a assinar ZORAIDE CASTILHOS NUNES. Pais de:

T.1.3.1.1 - PAULO CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.2 - MARY CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.3 – ÔNEA CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.4 - JAIME CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.5 – EDUARDO CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.6 – DÉCIO CASTILHOS NUNES

T.1.3.1.7 – ROBERTO CASTILHOS NUNES


Nelcy Brasil Nunes e seus pai, João Venâncio Prates Nunes.

B.1.3.2 – FRANCISCO BRASIL NUNES. Nasceu e faleceu em Alegrete-RS, onde tinha uma fazenda. Casou com ALICE BARRIOS, natural de Alegrete-RS, já falecida, filha de VENANCIO BARRIOS. Após seu casamento, Alice passou a assinar ALICE BARRIOS NUNES. Pais de:

T.1.3.2.1 - ELDER BARRIOS NUNES

T.1.3.2.2 – ZULMA BARRIOS NUNES


Francisco Brasil Nunes, com uma prima.

B.1.3.3- JOSÉ GABRIEL BRASIL NUNES (“Belo”). Nasceu em Alegrete-RS, em 19-03-1914 e seu nome é uma homenagem a seu avô paterno Gabriel Prates Nunes (“Gabito”). Fazendeiro, herdou a fazenda "Espinilho", após a morte de seus pais. Faleceu em 03-06-1987 de infarto do miocárdio, durante uma viagem de ônibus à P.Alegre-RS, quando estava com sua companheira, a advogada Violeta Azevedo Campos. Solteiro, sem filhos, deixou seus bens para Violeta e seus sobrinhos.


José Gabriel Brasil Nunes ("Belo")


Ascendentes imediatos: N.1.4 – FERNANDA DA SILVA BRASIL e CUSTÓDIO JOSÉ DOS SANTOS.

B.1.4.1 – MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 03-03-1917, na chamada Granja dos Masgrau (durante um passeio a esse local, sua mãe entrou em trabalho de parto). Iniciou sua vida profissional muito cedo - ainda criança - , para ajudar no sustento de sua família (era o mais velho dentre os cinco irmãos). Iniciou, aos 12 anos de idade, como balconista da Casa Bonatto (loja de armarinhos e tecidos), na esquina da rua Andradas com a Marquês de Alegrete. Permaneceu nessa atividade durante ~18 meses (de 1929 a 1930).

Márcio Brasil dos Santos, aos 21 anos de idade (10-01-1938)

Em out/1930, passou a ter aulas de escrituração mercantil no escritório da Ferragem do sr. Sumerval de Andrade Neves, pessoa com grande conhecimento na área contábil. Como foi um excelente aprendiz, cerca de 3-4 meses depois, por indicação do seu próprio professor Neves, começou a trabalhar como auxiliar de escritório na Barraca de Frutos do País (empresa de compra e venda de produtos como lã, couro, pelegos), de propriedade de Francisco Barros Coelho. Quando iniciou essa atividade em fev/1931, Márcio tinha ~14 anos de idade, mas logo se destacou no seu trabalho de escriturário, passando a ser muito respeitado profissionalmente pelo contabilista da firma (Raul Paz Oliveira) e, depois, pelo próprio proprietário, apesar de sua pouca idade.

Depois que ganhar a confiança e o respeito de Francisco Barros Coelho, este passou a delegar a Márcio funções também na compra e transporte dos produtos para a Barraca. Márcio visitava os curtumes e estâncias, selecionava e comprava as lãs de ovinos e couros de bovinos, além de providenciar o transporte dos produtos (por caminhão ou carroça, ou por via férrea). Como deslocava-se muito até as subestações ferroviárias do interior do município de Alegrete e Quaraí, Márcio aprendeu a dirigir e Barros Coelho passou a lhe ceder o seu próprio carro para essas atividades comerciais da empresa. Ele trabalhou nessa empresa de 1931 até 1938.

Márcio aos 21 anos de idade (10-01-1938).

Em 1938/junho recebeu proposta e aceitou trabalhar como funcionário da Usina de Alegrete, onde permaneceu até 1944.

Em 1944, por indicação do Exator da cidade à epoca (Mário Lucena Borges), Márcio ingressou como agente fiscal na Exatoria Estadual de Alegrete. Posteriormente, foi promovido a escriturário, permanecendo nesse cargo até o março/1947. Após, foi transferido para a Exatoria de Caxias do Sul-RS, onde trabalhou até 1951, inicialmente no cargo de agente fiscal e depois, acumulou as funções de Tesoureiro e Escrivão.

Em 1952, pediu demissão da Exatoria de Caxias e retornou à Alegrete, passando a trabalhar na empresa Auto Elétrica Alegretense (agência Ford), em sociedade com seu primo em 2º grau Joaquim Francisco Fonseca Milano e um amigo de mocidade, Domingos Thaddeu, além de Nestor de Moura Jardim. Em 1954, montou seu próprio negócio, uma pequena indústria de galvanização (Auto Galvânica Alegretense), mas no ano seguinte foi chamado para assumir o cargo de Agente Fiscal Tributário na Fazenda Estadual, após concurso público realizado mais de três anos antes.

Em 1955/junho, ingressou na Secretaria da Fazenda Estadual do RGS, onde trabalhou inicialmente como Fiscal Tributário e depois como Coordenador Regional do Tesouro do Estado até aposentar-se, em 1977. No início de sua vida como funcionário público da Fazenda Estadual, residiu em Quaraí (1956) e Uruguaiana (1957-1960), mas em 1961 assumiu a Coordenadoria Regional da zona da fronteira-oeste e retornou definitivamente à Alegrete-RS (cidade séde da Regional), onde reside desde então. A partir de maio/2005, por problemas de saúde, tem permanecido longas temporadas em Santa Maria, na residência de sua filha MARÍLIA.

Casou-se em 08-05-1948 com PERCÍLIA LAUTERT DE SOUZA (“MOZA”), professora primária, nascida em Alegrete-RS, em 25-11-1920 e falecida em Santa Maria-RS, em 21 de junho de 2002, filha de Jovita Souza Lautert e José Manoel ("Zéca") de Souza, fazendeiro em Alegrete.

Pais de:

T.1.4.1.1 - MARÍLIA SOUZA SANTOS

T.1.4.1.2 – MÁRCIO SOUZA SANTOS

MÁRCIO sempre foi, desde jovem, uma pessoa muito generosa e com imenso amor ao próximo. Após a sua aposentadoria da Fazenda Estadual em 1977, dedicou-se intensamente às atividades filantrópicas em Alegrete, especialmente a asilos, creches e atendimento de pessoas doentes ou com algum tipo de necessidade. Seu trabalho voluntário teve grande impacto social na cidade e por ser desprovido de qualquer interesse que não fosse apenas o de ajudar o seu próximo, ganhou a admiração de todos os seus conterrâneos.

Teve também marcante atuação no cargo de Provedor da Santa Casa de Caridade, onde conseguiu sanar as dívidas do hospital e ainda encerrar sua gestão com dinheiro em caixa. Ele era do tipo que arregaçava as mangas e ele próprio ia para as ruas pedir doações para salvar as dívidas (garrafas velhas, p. ex.) ou vender rifas/sorteios de moto, de carro, dentre outros prêmios. Muitos desses prêmios eram comprados com seu próprio dinheiro, sem que ninguém soubesse disso.

Sua dedicação para o bem do próximo sempre foi enorme e há muitas histórias sobre gestos extraordinários dele. Somente problemas de saúde - seus e de sua esposa - o tiraram dessa luta a partir de 2000, já aos 83 anos de idade, por precisar deslocar-se freqüentemente para Santa Maria-RS em busca de recursos médicos para ambos.

No momento atual (nov/2006), e já próximo a completar os 90 anos de idade, MÁRCIO permanece lúcido e intensamente dedicado às leituras (principalmente assuntos de História). Seu interesse pela gente de sua cidade permanece, não abdicando da leitura regular dos jornais de Alegrete. Sempre que visita a sua cidade, recebe manifestações de reconhecimento nas ruas e em todos os lugares por onde circula. Continua admirado por todos, dos mais pobres aos mais ricos.

Abaixo, transcreve-se um texto do escritor Hélio Ricciardi (com o pseudônimo de Heitor Santos Filho) sobre a abnegação e dedicação de MÁRCIO às causas sociais.

MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS, ESSA ESTRANHA CRIATURA.

HEYTOR SANTOS FILHO (pseudônimo do escritor Hélio Ricciardi)

Quando dizem que o mundo cada vez mais se transforma numa selva, sou o primeiro a concordar, não só por ser um dos tantos que nela habita, como por ser eu um caçador inveterado de estranhas criaturas.

Poderei parecer também uma dessas estranhas criaturas que vive nessa selva de tantas lágrimas e de tão poucas alegrias.

Vou à caça. Preparo a armadilha: É uma folha de papel formato ofício. Das teclas da máquina de escrever componho suas grades para prender, nessa jaula improvisada, uma dessas poucas criaturas em extinção. É difícil reconhecê-las, pois se disfarçam de gente como a gente. São dotadas de um grande amor, pelo puro amor de nada. São essas criaturas, que trabalham sem serem subvencionadas pelo povo, governo ou por Deus Nosso Senhor. Gente que não defende coloração de camiseta alguma. Não são como os políticos, militares, sacerdotes que agem por dever do ofício.

Mas nem tudo está perdido nessa selva porque ainda consigo caçar um Romário Araújo de Oliveira, um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS que lutam sem paga alguma. Sem a ganância daqueles que trabalham para acumular dividendos na Carteira de Poupança Celestial. Ou sem a preocupação de dar com a mão direita para que a esquerda não veja. Dão simplesmente. Nada de emprestar a Deus porque dão aos pobres. Nada de dar para receber em dobro. Essa de não poder ser herói, porque não há um repórter do lado.

MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS vem de longe e sem bandeira alguma.
O amor não tem bandeiras e nem fronteiras. É a luta para o bem do seu semelhante. Foi uma luta para tirar a Santa Casa de Caridade do caos. Sofreu muito. Tememos por sua, saúde, quando ela foi intimada pagar uma vultosa indenização trabalhista, como se fosse sua dívida pessoal. Passou a ser a sua, porque era do hospital. Foram dias difíceis para Márcio. A tragédia alheia era a sua. Fazia correr listas de apoio. Fazia rifas. Batia de porta em porta. Fazia plantões em supermercados. Parecia camelô. Pedia dividendos dos acionistas da CRT (Cia.Telefônica do RGS). E enfim, o hospital restabeleceu- se de sua enfermidade, graças a dedicação do "doutor" MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS.

Numa manhã fria, abro a janela da minha casa. Na calçada oposta está o MÁRCIO carregando tijolos que saíram de uma demolição. Era para o asilo dos velhinhos. Outro dia vejo-o na rua Gaspar Martins pedindo garrafas, vazias - na busca de fundos para a SANA (Sociedade de Amparo aos Necessitados de Alegrete).

MÁRCIO é a Previdência Social a domicílio. Mas ele também se preocupa com a memória da cidade. Me presenteia, xeroqueado, um raro relatório da Santa Casa de Caridade do ano de 1.925, quando o Dr. Antonio Saint Pastous de Freitas era Provedor, tendo por intendente Oswaldo Aranha. Ali está toda a família alegretense registrada, se fazendo presente com doações para o hospital da sua cidade. Ainda não precisavam 'de Márcios'.

O nome MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS diz muita coisa. MÁRCIO é nome de bravo. Tem um coração do tamanho do BRASIL e nos SANTOS o amor de todos os santos.

Tenho esperanças que um dia o mundo deixe de ser selva e que eu não precise caçar criaturas estranhas para pô-las numa folha de papel como um ROMÁRIO ARAÚJO OLIVEIRA, ou um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS.



Abaixo, transcreve-se um trecho de outra crônica do escritor Hélio Ricciardi, em que o autor comenta sobre a generosidade e a imensa capacidade de doação ao próximo de MÁRCIO, em texto publicado no jornal Gazeta de Alegrete em 22-07-1989.

Das Doações

HEYTOR SANTOS FILHO (pseudônimo do escritor Hélio Ricciardi)

(...)
"Humanos e santos são aqueles que dão e se doam publicamente, como uma madre Thereza de Calcutá, como foi aqui um ROMÁRIO ARAÚJO OLIVEIRA que jamais cuidaram em dar para que a esquerda não visse a direita. Bem-aventurados são os que dão publicamente.

Me sinto mal, me vejo pequeno quando vejo um MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS servindo os necessitados publicamente. Os velhinhos carentes correm à ele. E MÁRCIO corre mais ainda. Quer dar a eles abrigo e comida. Então, vai para a rua principal, pedir doações de garrafas. Ou está a juntar tijolos de um prédio em demolição. Está de público de peito aberto.

Não se esconde como eu e tantos, quando dão, para que não venham bater em nossas portas. MÁRCIO BRASIL DOS SANTOS tem um coração do tamanho do Brasil e o amor dos santos."


MÁRCIO e seu bisavô JOÃO: as visitas do bisneto.

Deve-se a MÁRCIO o início das pesquisas sobre JOÃO DE SOUSA BRASIL e seus descendentes. MÁRCIO sempre manifestou um enorme interesse por conhecer suas origens, além de possuir um exacerbado sentimento de preservação da história de seus antepassados. Assim, ao longo dos anos, esteve a vasculhar informações sobre a sua família BRASIL e a procurar e guardar fotografias de seus bisavós, avós, tios, primos e primas. Seu acervo fotográfico e documental está sendo inteiramente aproveitado na construção destas páginas.

A par disso, MÁRCIO foi sempre um assíduo e interessado leitor sobre os fatos históricos do seu Alegrete (e do Rio Grande do Sul em geral) e possui uma privilegiada memória remota, que o transforma em um verdadeiro arquivo vivo. Conversar sobre o passado com MÁRCIO sempre foi, e ainda é, como dar um passeio no tempo, tal a riqueza de informações e detalhes com que ele brinda o interlocutor. Ele sabe muito sobre o passado da sua aldeia. De tudo e de todos, parentes ou não. Ele segue à risca a sentença do russo Tolstói: "Canta e conhece a tua aldeia que conhecerás o mundo."

Márcio, bisneto de João - na avenida João Brasil, 
em Rosário do Sul-RS, em 31-10-2005

Foi MÁRCIO quem descobriu que seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL vivera em Rosário do Sul-RS e que lá tivera uma relevante atuação como cidadão na comunidade rosariense, a ponto de merecer uma significativa homenagem do município: a principal avenida da cidade recebeu o nome de JOÃO BRASIL.


Na foto à esquerda, Márcio na Rua JOÃO BRASIL, no centro de Rosário do Sul-RS (out/2005).


Também foi MÁRCIO quem encontrou uma importante fonte de referência sobre o bisavô JOÃO na Biblioteca Pública da cidade: o livro "Rosário Centenário: 1876/1976", editado pela Prefeitura Municipal, com dados históricos sobre a contribuição do Major JOÃO BRASIL na transformação do Povoado de Rosário para Vila, em 1876, quando esta desmembrou-se politicamente de Alegrete e São Gabriel.


Márcio, bisneto de João, no túmulo de João de Sousa 
Brasil, em Rosário do Sul-RS, em 31-10-2005

Na década de 70, MÁRCIO conseguiu localizar o túmulo de seu bisavô JOÃO, no Cemitério Municipal de Rosário do Sul-RS. Desde então, de tempos em tempos, quando viajava de Alegrete à Santa Maria de carro, ao passar por Rosário do Sul, MÁRCIO costumava fazer uma pausa em sua viagem para uma visita ao jazigo de seu bisavô. Lá ficava em silêncio por algum tempo, e depois seguia a viagem. Era a sua forma de reverenciá-lo.

Nota da webmaster: Em nosso meio, não temos conhecimento de alguma outra pessoa, além de MÁRCIO, que tenha a habitualidade de visitar o túmulo de seu bisavô - sem sequer o ter conhecido em vida. Este fato bem atesta o caráter de MÁRCIO, cujo respeito à figura de seus antepassados é excepcional e, por isso, motivo de admiração.

Na foto à direita, Márcio junto ao jazigo de seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL, em Rosário do Sul-RS. Os restos mortais de MARIA FRANCISCA DE PAULA (esposa de JOÃO) também estão nesse jazigo.

Na tarde de 31-10-2005, depois de mais de quatro anos sem conseguir revisitar o jazigo de seu bisavô, MÁRCIO retornou ao Cemitério de Rosário do Sul para mais uma visita e um ato de reverência a seu bisavô JOÃO de SOUSA BRASIL, mas agora voltou em companhia de sua filha MARÍLIA CECHELLA - trineta de JOÃO (a webmaster dessa homepge). Esta visita - uma verdadeira cadeia entre o passado distante, o passado recente e o presente - veio dar veracidade às palavras de Almeida Prado, escritas na abertura da homepage: "... sobrevivemos prolongados um pouco nos outros, perpetuação da vida através da morte, na infindável cadeia dos tempos".



B.1.4.2 – MOACYR BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 11 de junho de 1918 e faleceu no Rio de Janeiro (onde residiu por mais de 50 anos), em 18 de fevereiro de 2005, aos 86 anos de idade. Logo após seu casamento, foi sócio de uma microempresa de comércio e importação de correntes (Casa das Correntes) em Porto Alegre-RS, mudando-se algum tempo depois para o Rio de Janeiro-RJ, onde passou a trabalhar em uma filial dessa empresa. Alguns anos depois, abandonou a referida empresa e foi trabalhar como representante comercial. Como tinha bom conhecimento de contabilidade, também executava trabalhos técnicos nessa área, como autônomo.

Os padrinhos de Moacyr eram seus tios ECILDA DA SILVA BRASIL e PEDRO (Pedrinho) ROMUALDO DA SILVA. Como estes tinham ido morar em São Paulo, o batismo de Moacyr só ocorreu quando ele tinha cerca de 8-9 anos de idade, quando foi levado à S.Paulo-SP por seus avós FRANCISCO SOUZA BRASIL e MARIANA para um tratamento nos ouvidos. Foi nessa oportunidade que o seu batismo, então, foi realizado pelos tios Ecilda-Pedro.

Devido a seu problema nos ouvidos, antes do tratamento feito em S.Paulo, Moacyr não escutava perfeitamente (surdez parcial). Em razão disso, quando criança, foi atropelado por um carro na rua Marquês de Alegrete, por não ter escutado o barulho do automóvel, ao atravessar a rua. Consta que o carro (modelo Ford 1920) era dirigido por dona Estela Ferreira da Costa, casada com Antônio Freitas Valle Silva, mas felizmente houve apenas lesões sem gravidade nas pernas de Moacyr.

Moacyr Brasil dos Santos (em pé) 
e seu irmão Márcio (12-07-1982).

Na foto ao lado, em 12-07-1981, Moacyr (em pé) está com 63 anos de idade, junto com seu irmão Márcio, então com 65 anos.

Moacyr tinha um temperamento muito alegre e uma de suas grandes paixões era estar com a "Turma da Praia" (grupo de amigos de longa data, que se reunia regularmente na praia do Leblon para jogar vôlei e/ou confraternizar). Foi um desses velhos amigos da "Turma da Praia" (Almir Nogueira Lima) quem cuidou de Moacyr com o desvelo e a dedicação de um irmão, nos seus meses finais de vida, quando, doente e debilitado, ficou imobilizado no leito.

Depoimento de Almir Nogueira Lima sobre Moacyr: "Conheci o Moacyr em 1988 na praia, jogando vôlei. Ele tinha o apelido de Pingo, não sei a razão. Era um homem guerreiro, bom amigo, nunca se entregou ao peso da idade, muito generoso e um bom coração. Foi o inventor aqui para nós, cariocas, de uma famosa comida chamada "trigada", uma espécie de feijoada que, no lugar do feijão, levava o trigo, muito gostosa. Comemorava seus aniversários sempre com essa trigada, feita por ele com muito trabalho. Nos churrascos com o pessoal da praia, uma vez por mês, ele sempre era o que mais comia, um bom garfo".

Moacyr casou-se com ELAHYR DE CARVALHO, do lar, nascida no Rio de Janeiro-RJ, em 1922 e falecida nessa mesma cidade em 30-11-2004. Após o casamento, passou a assinar ELAHYR DE CARVALHO BRASIL DOS SANTOS.
Pais de:

T.1.4.2.1 - PAULO CÉZAR CARVALHO BRASIL DOS SANTOS

T.1.4.2.2 – RONALDO CARVALHO BRASIL DOS SANTOS

Nota da webmaster: Neste núcleo familiar de Moacyr-Elahyr, a família CARVALHO BRASIL DOS SANTOS não teve continuidade a partir dos seus dois filhos, pois o mais velho morreu aos 13 anos e o mais novo morreu solteiro e sem descendentes.


B.1.4.3 – MÁRIO BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1919 e faleceu de meningite aos 4 anos de idade incompletos, em Alegrete-RS, em 1922. Sem descendentes.


Neuza e sua mãe Fernanda Brasil

B.1.4.4 – NEUZA MÁRCIA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1921 e faleceu em Porto Alegre-RS, em 1990. Casou-se com EDEMAR LEDUR, militar (sargento) da Arma da Infantaria do Exército, natural de S.Sebastião do Caí-RS. Este foi servir ao Exército em Alegrete e lá conheceu Neuza, onde casaram-se na residência de seu tio Armindo da Silva Brasil. Depois de morarem em várias cidades do estado, fixaram residência em S.Sebastião do Caí-RS, terra natal de seu marido. Após o casamento, Neuza passou a assinar NEUZA DOS SANTOS LEDUR. Pais de:

Neuza (E) e
sua mãe Fernanda.

T.1.4.4.1 - RAMIRO CICLO DOS SANTOS LEDUR

T.1.4.4.2 - RENATO ADRIANO DOS SANTOS LEDUR

T.1.4.4.3 - IVETE SUZANA DOS SANTOS LEDUR

T.1.4.4.4 - IOLANDA LUCI DOS SANTOS LEDUR

T.1.4.4.5 - ALBERTO DOS SANTOS LEDUR

T.1.4.4.6 - JOSÉ CARLOS DOS SANTOS LEDUR



Neuza Brasil dos Santos, seu marido Edemar Ledur e seus filhos
Ramiro, Renato, Ivete Suzana, Iolanda, Alberto e José Carlos.

B.1.4.5 – NILZA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 09-08-1924. Professora primária e de Matemática (2º grau). Tinha muita habilidade na arte de ensinar e, em razão disso, quando solteira, foi requisitada por FRANCISCO DE ASSIS BRASIL (filho de Joaquim Francisco de Assis Brasil e homônimo do MPO da família Assis Brasil) para dar aulas particulares para seus dois filhos mais velhos: JOAQUIM FRANCISCO MARTINS DE ASSIS BRASIL e JOSÉ LUIZ MARTINS DE ASSIS BRASIL. Nessa época, Nilza conviveu muito com a família de Joaquim Francisco de Assis Brasil e dona Lídia, no castelo da Granja de Pedras Altas, em razão de ser professora particular de seus netos. Algum tempo depois, quando Nilza desejou complementar seus estudos em P.Alegre e seus pais não dispunham de recursos financeiros para sustentá-la na capital, dona Lídia de Assis Brasil apresentou-a à dona Dolores Alcaraz Caldas, esposa de Francisco Antônio Vieira Caldas Jr., proprietário do jornal gaúcho “Correio do Povo”. Nilza foi, então, morar na casa de Dona Dolores, servindo-lhe como dama de companhia, função para a qual recebia um ordenado mensal, que ajudava a custear seus estudos. A filha de dona Dolores (Lúcia Alcaraz Caldas) casou-se com B.2.3.1 – PLÍNIO BRASIL MILANO, primo em 2º grau de Nilza. NILZA casou-se com ROMEU MELLER, joalheiro, natural de Santa Rosa-RS, separados. Após o casamento, NILZA passou a assinar NILZA MELLER, nome que mantém até hoje. Residiu em Porto Alegre por vários anos, até junho/2006, quando, então, mudou-se para Novo Hamburgo-RS.
Pais de:

T.1.4.5.1 - MARIA DA GRAÇA MELLER

T.1.4.5.1 - DIOVANI MELLER


Nilza, seu marido Romeu Meller e os filhos Maria da Graça e Diovani.
Sua tia Sarah Brasil e sua mãe Fernanda Brasil (da esq. para dir.) e sua sobrinha Kátia Maria (criança menor).

Nota da webmaster: Os padrinhos de NILZA eram seu primo-irmão B.1.3.1 - NELCY BRASIL NUNES e sua esposa ZORAIDE RIBEIRO DE CASTILHOS.


B.1.4.6 – ECILDA BRASIL DOS SANTOS, nasceu em Alegrete-RS em 1926 e faleceu em Alegrete-RS, em 1926, aos 6 meses de idade. Sem descendentes.


B.1.4.7 – NELZA CATHARINA BRASIL DOS SANTOS ("Katy"), nasceu em Alegrete-RS, na manhã de 28/08/1931, na casa da família à rua Waldemar Masson, 84, próxima à Praça Nova. Foi seu irmão mais velho Márcio (então com 14 anos de idade), quem foi, às pressas, buscar o médico da família (Dr. Augusto Maria Sisson), que morava a duas quadras dali, para que este desse assistência à sua mãe Fernanda na hora do parto. Entretanto, quando Márcio retornou com Dr. Sisson, Nelza Catharina já tinha nascido, com a ajuda da parteira "Siá" Percília.

Professora primária (atual Ensino Fundamental) aposentada, formada no Instituto de Educação Flores de Cunha de Porto Alegre-RS, em 1949. Casou em 24-07-1954 com BENITO FAGUNDES DA SILVA, nascido em 25-04-1928, Técnico em Seguros e Atuário, ex-diretor de algumas Seguradoras, filho de Marcírio da Silva e de Hilda Fagundes da Silva. Após o seu casamento, passou a assinar-se NELZA CATHARINA FAGUNDES DA SILVA. Reside em Porto Alegre-RS desde que casou. Pais de:

T.1.4.7.1 - LUIZ FERNANDO FAGUNDES DA SILVA

T.1.4.7.2 – KÁTIA MARIA FAGUNDES DA SILVA

T.1.4.7.3 – JORGE LUIS FAGUNDES DA SILVA


Nelza Catharina ("Katy") Brasil dos Santos e sua mãe Fernanda
no aniversário de 90 anos desta (12-07-1982).


Ascendentes imediatos: N.1.5 – JOAQUIM DA SILVA BRASIL e MIGUELINA BRITES.

B.1.5.1 – JOÃO BRITES BRASIL, nasceu em Alegrete-RS em 1918. Trabalhou no Exército (cabo) por algum tempo, mas alguns anos depois comprou uma pequena fazenda no município de Rosário do Sul-RS, dedicando-se às atividades rurais até falecer, na década de 90. João cultivava as tradições riograndenses (andava quase sempre de bota, bombacha chapéu e lenço no pescoço) e tinha talento para a declamação. Sempre que havia uma reunião familiar ou uma festa, ele não perdia a oportunidade de mostrar o seu talento de declamador de poesias gauchescas. Casou-se com CATARINA DE AZEVEDO, que passou a assinar CATARINA DE AZEVEDO BRASIL. Pais de:

T.1.5.1.1 - JOAQUIM GERVÁSIO DE AZEVEDO BRASIL

T.1.5.1.2 – ENILDA DE AZEVEDO BRASIL


João Brites Brasil e esposa Catarina de Azevedo.


B.1.5.2 – MARGARIDA BRITES BRASIL Casou-se com WILSON PEREIRA DA FONTOURA, passando a assinar-se MARGARIDA BRASIL DA FONTOURA. Reside em Rosário do Sul-RS. Pais de:

T.1.5.2.1 - CARMEN MARIANA BRASIL DA FONTOURA

T.1.5.2.2 – ... BRASIL DA FONTOURA


B.1.5.3 – SARAH BRITES BRASIL (“SARINHA”). Nasceu em Alegrete-RS em ... e, após o seu casamento, passou a residir em S.Leopoldo-RS, onde também moram todos os seus filhos. Casou com LAUDAR ADIL MALCORRA, mas são separados. Sarah ainda reside em S.Leopoldo-RS, na residência de uma das filhas. Pais de:

T.1.5.3.1 - JOSÉ ADIR BRASIL MALCORRA

T.1.5.3.2 – PAULO BRASIL MALCORRA

T.1.5.3.3 – ELIANA BRASIL MALCORRA

T.1.5.3.4 – JOSÉ BRASIL MALCORRA

T.1.5.3.5 – ENAR BRASIL MALCORRA


Ascendentes imediatos: N.1.6 – ALMANSOR DA SILVA BRASIL e PAULINA BRASIL DO AMARAL.

Os filhos de Almansor e Paulina foram registrados com o sobrenome BRASIL DE BRASIL, ao invés de DO AMARAL BRASIL (o AMARAL de Paulina foi excluído).

B.1.6.1 – JOÃO BRASIL DE BRASIL, nasceu em Alegrete e casou-se com JACINTA GARAI, nascida em Itaqui-RS, que passou a assinar Jacinta Garai Brasil. João faleceu em P.Alegre-RS. Pais de:

T.1.6.1.1 - .......? GARAI BRASIL

T.1.6.1.2 – ........? GARAI BRASIL


B.1.6.2 – PAULO BRASIL DE BRASIL, nasceu em 1918, em Alegrete-RS. Fazendeiro, casou-se com TALITA SILVEIRA, que passou a assinar Talita da Silveira Brasil. Faleceu em 1996, em Alegrete-RS. Pais de:

T.1.6.2.1 - MARCO ANTÔNIO DA SILVEIRA BRASIL

T.1.6.2.2 – ELISABETE DA SILVEIRA BRASIL


B.1.6.3 – MARIANA BRASIL DE BRASIL, Nasceu em 1921 em Alegrete-RS. Casou-se com AMADEU UBERTI. Após seu casamento passou a assinar MARIANA BRASIL UBERTI. Reside em Porto Alegre-RS. Pais de:

T.1.6.3.1 - ROGÉRIO BRASIL UBERTI

T.1.6.3.2 - ....... BRASIL UBERTI


Mariana Brasil

B.1.6.5 – MARIA APARECIDA BRASIL DE BRASIL (MARIAZINHA). Nasceu em 1923 em Alegrete-RS, é dentista e reside em Buenos Aires-Argentina. Casou-se com HUBERTO HONORÉ, argentino, falecido. Sem filhos.

B.1.6.4 – MARTHA BRASIL DE BRASIL, nasceu em 18-11-1925, em Alegrete-RS. Casou-se em 1950 com LUIZ CARLOS ARAÚJO, aviador (comandante da VARIG) e foram residir em São Gabriel-RS, quando Luiz Carlos abandonou a aviação e foi trabalhar em outra atividade. Em São Gabriel, Martha teve um convívio bastante estreito com sua parente LINA DE ASSIS BRASIL. Após seu casamento, passou a assinar MARTHA BRASIL ARAÚJO. Reside em Porto Alegre-RS há vários anos. Pais de:

T.1.6.4.1 - CAIO CÉZAR BRASIL ARAÚJO

T.1.6.4.2 – ANTÔNIO CARLOS BRASIL ARAÚJO

T.1.6.4.3 - LUIZ PAULO BRASIL ARAÚJO



Martha Brasil, na companhia do amigo Paulo Pinheiro.


Ascendentes imediatos: N.1.7 – ARMINDO DA SILVA BRASIL e NAIR PORTO.

B.1.7.1 – FRANCISCO ELTON PORTO BRASIL ("Chico"), nasceu em 02/06/1925, em Jacareí-SP. Bancário aposentado, residiu em Alegrete durante muitos anos. Atualmente mora em Porto Alegre-RS. Casou-se com ENI BORGES, nascida em Alegrete-RS. Sem filhos.


Francisco Brasil, com seu pai Armindo e sua irmã Dulce.

B.1.7.2 – MARIA CÉLIA PORTO BRASIL, nasceu em 02/06/1925, em Jacareí-SP. Professora estadual aposentada, residente em Porto Alegre-RS. Solteira, sem filhos.


Célia Brasil, aos 11 anos (20-12-1936).

B.1.7.3 - MARIA DULCE PORTO BRASIL, nasceu em Alegrete-RS, em ..... Advogada, reside em Porto Alegre-RS. Solteira, sem filhos.


B.1.7.4 - MARIA CLEIDE PORTO BRASIL, nasceu em Alegrete-RS em 1937 e faleceu em Porto Alegre-RS, em ................ Casou-se com KOYLA BALBÃO, piloto da aviação comercial, filho de SONIA e do General BALBÃO. Pais de:

T.1.7.4.1 - DANIEL BRASIL BALBÃO

T.1.7.4.2 - DÉBORA BRASIL BALBÃO

T.1.7.4.3 - ALEXANDRE BRASIL BALBÃO

T.1.7.4.4 - RAFAEL BRASIL BALBÃO

T.1.7.4.5 - ....... BRASIL BALBÃO


Ascendentes imediatos: N.1.8 – CELINA DA SILVA BRASIL e JACINTO RODRIGUES FILHO.

B.1.8.1 – JOSÉ BRASIL RODRIGUES ("Zéca"). Nasceu em Alegrete-RS, em 1931. Casou-se em 05-05-1956 com CORINA ...... , que, após o casamento, passou a assinar Corina Rodrigues. José residia em Canoas-RS, onde faleceu.

T.1.8.1.1 - ...?

T.1.8.1.2 - ...?


José Brasil Rodrigues e Corina (05 maio/1956).


Ascendentes imediatos: N.2.1 – EURÍPIDES BRASIL MILANO e ERNESTINA FONSECA.

B.2.1.1 – LAVÍNIA FONSECA MILANO, nasceu em Alegrete-RS, em 12-10-1908, onde também faleceu em 16-08-2005, aos 96 anos de idade (poucos meses antes de completar 97 anos). Até então, era a mais velha bisneta viva de JOÃO DE SOUSA BRASIL. Segundo familiares, Lavínia era uma pessoa muito quieta e reservada. Casou-se com BRAZ MARIA BRANCATO (“Chichino”), nascido em 12-12-1905, comerciante, falecido em Alegrete-RS, em 05-11-1970. Pais de:

T.2.1.1.1 - TEREZINHA MILANO BRANCATO

T.2.1.1.2 - ANA MARIA MILANO BRANCATO

T.2.1.1.3 – VIRGÍNIA MILANO BRANCATO


Lavínia (aos 96 anos) e sua filha Ana Maria Milano Brancato (Rios), em 2005.

B.2.1.2 – VIRGINIA FONSECA MILANO, nasceu em Alegrete-RS, em 14-04-1911. Atualmente mora em Porto Alegre, mas residiu durantes muitos anos em Alegrete, à rua Gal. Sampaio - sua residência era muito próxima à da família de sua irmã LAVÍNIA FONSECA MILANO (BRANCATO), que ficava na rua Venâncio Aires, esquina com a Gal.Sampaio.

Nicolau Fonseca Milano, Virgínia Fonseca Milano (Galvão) e a neta Virgínia Rodrigues de Freitas Galvão (filha de Nilo Milano Galvão).

Depois do falecimento de sua irmã LAVÍNIA, em 2005, VIRGÍNIA passou a ser a mais velha dentre todos os bisnetos vivos de JOÃO DE SOUSA BRASIL. Ela está, hoje, com 94 anos de idade (2005) e junto com seu primo em 1º grau NICOLAU FONSECA MILANO (também bisneto de JOÃO), são os dois únicos Milano vivos de sua geração. VIRGÍNIA e NICOLAU são primos duplamente: seus pais eram irmãos (EURÍPIDES e EUCHARIS BRASIL MILANO) e suas mães eram irmãs (ERNESTINA e NERINA FONSECA).

Na foto, um flagrante singular: uma brincadeira de NICOLAU com sua prima-irmã VIRGÍNIA (então com 93 anos), durante o 3º Encontro da Família Milano, em 2004 (ele sentando ao colo dela), denotando o espírito ainda jovial e brincalhão de Nicolau, mesmo já octagenário.

À esquerda de VIRGÍNIA, está sua neta VIRGÍNIA RODRIGUES DE FREITAS GALVÃO, filha de NILO MILANO GALVÃO (primogênito de VIRGÍNIA).

Virgínia casou com MÁRIO NEVES GALVÃO, nascido em Santa Cruz do Sul-RS em 02-08-1900 (veio para Alegrete-RS aos 19 anos de idade), oficial do Exército, atingiu o posto de coronel. Dedicou-se também à pecuária, na Estância do Remanso, fazenda herdada por VIRGÍNIA. Após seu casamento, passou a assinar VIRGÍNIA MILANO GALVÃO. Segundo a tradição oral, ela era uma pessoa muito alegre, comunicativa e festeira, traços também presentes em seu marido Mário Galvão.

Pais de:

T.2.1.2.1 - NILO AFFONSO MILANO GALVÃO

T.2.1.2.2 - VERA REGINA MILANO GALVÃO

T.2.1.2.3 – NEI ALBERTO MILANO GALVÃO

Nota da webmaster:
1) O Cel. Mário Neves Galvão, que era sobrinho de Andrade Neves, foi Comandante da Coudelaria da Fazenda Saicán*, pertencente ao Exército Nacional, localizada próximo à cidade de Rosário do Sul-RS. A coincidência é que esta Coudelaria foi arrendada, no passado, por JOÃO de SOUSA BRASIL, bisavô de sua mulher VIRGÍNIA. Essa extensão de terra é conhecida, hoje, como Saicán e é utilizada pelo Exército Brasileiro para treinamentos militares.

Esta fazenda foi ofertada pelo Barão de Saicán* - José Maria da Gama Lobo Coelho D´Eça (Gama D´Eça) - ao Governo Imperial, durante a Guerra do Paraguai, para os fins que o Governo deliberasse, além de ter fornecido gratuitamente grande número de cavalos ao Exército e, ainda, ter vestido e armado os soldados.

2) Mário Galvão era desportista, foi presidente do Guarani Futebol Clube de Alegrete, e praticava pólo e tênis. Por seu destaque na comunidade alegretense, uma rua da cidade recebeu o seu nome (Fonte: Emir Garaialde Peres - "As Ruas do Alegrete - II", P.Alegre-RS, 1991, pg. 72-73).

Nota da webmaster:
No ramo BRASIL MILANO, o prenome VIRGÍNIA é uma homenagem à matriarca dos Milano, F.2 - VIRGÍNIA de SOUZA BRASIL (Milano, após o seu casamento com Giuseppe/José Milano). Além da neta B.2.1.2 - VIRGÍNIA FONSECA MILANO (GALVÃO) e de tetraneta Q.2.1.2.1.1 -VIRGÍNIA RODRIGUES DE FREITAS GALVÃO, há outras descendentes de Virgínia de Souza Brasil (Milano) com esse prenome:

  • T.2.1.1.3 - VIRGÍNIA MILANO BRANCATO (de BRUM), filha de Lavínia Fonseca Milano (Brancato) e Braz Maria Brancato;
  • B.2.2.3 - VIRGÍNIA BRASIL MILANO (do CANTO), filha de Euclides Brasil Milano e Ana Dornelles Freitas Valle;
  • Q.2.2.3.3.1 - MARIA VIRGÍNIA DO CANTO FERREIRA DA COSTA, filha de Liliana Milano do Canto e Thales Medeiros Ferreira da Costa, e neta de Virgínia Brasil Milano (do Canto).


    B.2.1.3 – JOAQUIM FRANCISCO FONSECA MILANO, nasceu em Alegrete-RS em 17-08-1913. Advogado, cursou Direito na Universidade Federal do RGS, em P.Alegre-RS. Foi prefeito de Alegrete de 1960-1963 e Deputado Estadual. Faleceu em Alegrete-RS em 07-01-1985. Casou-se com ELOÁH BICCA RIBEIRO, filha de CARLOS RIBEIRO, nascida em Alegrete-RS em 13-10-1919 e falecida em 05-09-1965. Após o casamento, Eloáh passou a assinar ELOÁH RIBEIRO MILANO. Pais de:

    T.2.1.3.1 - HELENA RIBEIRO MILANO

    T.2.1.3.2- EURÍPIDES BRASIL MILANO NETO


    Da esq. para dir.: Joaquim Francisco Milano e sua esposa Eloáh Ribeiro,
    com seus primos Francisco de Assis Brasil e José Gabriel ("Belo") Brasil Nunes.


    Ascendentes imediatos: N.2.2 – EUCLIDES BRASIL MILANO e ANA ("Donana") DE FREITAS VALLE.

    B.2.2.1 – NILO BRASIL MILANO, nasceu em Alegrete-RS em 04-08-1909. Fez os estudos básicos na Inglaterra e cursou a Faculdade de Medicina em Porto Alegre-RS, onde formou-se em 1934. Homem sensível, humanitário, com um profundo sentimento de sociabilidade, sua clínica em Alegrete-RS sempre esteve de portas abertas para a comunidade. Foi Oficial Médico da Brigada Militar, desportista, apaixonado pelo time colorado alegretense, o Guarani Futebol Clube, que, à época, encheu a cidade de glórias. Era proprietário de fazenda no distrito de Catimbau (Alegrete), herança da família Brasil Milano. Faleceu em Alegrete-RS em 06-10-1965. Em sua homenagem, Alegrete tem uma rua com seu nome. Casou-se com ERCÍLIA BARBOSA, nascida em Alegrete-RS em 29-09-1924 e falecida em 09-05-1979. Após o casamento, passou a assinar ERCÍLIA BARBOSA MILANO. Pais de:

    T.2.2.1.1 – NOELI BARBOSA MILANO

    T.2.2.1.2 – ANA REGINA BARBOSA MILANO


    B.2.2.2 - ANTONIO BRASIL MILANO, nasceu em Alegrete-RS, em 02 de maio de 1913 e faleceu em Alegrete em 10 de agosto de 1973. Era advogado, pecuarista e Delegado Regional de Polícia. Poeta, com pseudônimo de Assiz do Vale, seus versos eternizaram-se em seus livros, entre eles, “Passageiro do Tempo Breve” e “Canções de Todos os Tempos”. Para conhecer alguma poemas de Antônio Brasil Milano, clicar aqui. Em sua homenagem, Alegrete tem uma rua com seu nome.

    Antonio e Esther, em Buenos Aires, nos anos 50. Casou-se com ESTHER KRUG FERREIRA DA COSTA, nascida em 24 de agosto de 1915, na Fazenda do Cristal, município de Quaraí-RS, do lar, filha de Gregoriano Ferreira da Costa, estancieiro, e Viterbina Krug (Lily), e faleceu em Porto Alegre, em 08 de julho de 2000. Após o casamento, passou a assinar ESTHER FERREIRA DA COSTA MILANO.

    Pais de:

    T.2.2.2.1 - ISOLDA FERREIRA DA COSTA MILANO

    T.2.2.2.2 - ANA ELEONORA FERREIRA DA COSTA MILANO

    T.2.2.2.3 - ANA CYBELE FERREIRA DA COSTA MILANO

    T.2.2.2.4 - ANTONIO BRASIL MILANO FILHO


    B.2.2.3 – MANOEL BRASIL MILANO, nasceu em Alegrete-RS, em 20-06-1919, engenheiro e também pecuarista, proprietário de fazenda no distrito de Catimbau (Alegrete). Dedicava-se, ainda, à fazenda herdada por sua mulher, no distrito de Rincão de São Miguel (Alegrete). Faleceu em Alegrete, em 13-08-1991. Casou-se com LILA TEREZINHA PINTO SALDANHA, nascida em Alegrete-RS em 22-04-1926 e falecida em 28-05-1992, filha do Dr. Juvenal Saldanha, advogado, e Maria Pinto. Manoel Brasil Milano


    Pais de:

    T.2.2.3.1 – CARLOS ROBERTO SALDANHA MILANO

    T.2.2.3.3 – JUVENAL SALDANHA MILANO

    T.2.2.3.4 – LILA MARIA SALDANHA MILANO




    B.2.2.4 – VIRGINIA BRASIL MILANO ("Virgininha"), nasceu em Alegrete, em ~1921 Casou-se com WILSON JOSÉ DO CANTO, farmacêutico-bioquímico, também nascido em Alegrete-RS. Faleceu em Porto Alegre-RS em ..... Pais de:

    T.2.2.4.1 - FERNANDO JORGE MILANO DO CANTO

    T.2.2.4.2 – ANTÔNIO CARLOS MILANO DO CANTO

    T.2.2.4.3 – LILIANA MILANO DO CANTO

    T.2.2.4.4 – EUCLIDES MILANO DO CANTO


    Virgínia Brasil Milano (do Canto - à dir.), com seu primo
    José Gabriel ("Belo") Brasil Nunes (E) e amigos.


    Ascendentes imediatos: N.2.3 – EUCHARIS BRASIL MILANO e NERINA FONSECA.

    B.2.3.1 – PLÍNIO BRASIL MILANO. Nasceu em Alegrete/RS em 07-10-1908 e faleceu aos 36 anos de idade num hospital em Montevidéu/Uruguai, em 22-10-1944, cidade para onde fora levado em busca de melhores recursos médicos, para tratar uma doença que o debilitava progressivamente há vários meses em P.Alegre, onde residia. Em Montevideo foi atendido pelo Dr. Herrera (Fernando Herrera Ramos) que diagnosticou um problema no fígado, mas ele veio a falecer pouco tempo depois, no próprio hospital.

    Plínio Brasil Milano

    Era advogado, diplomado pela Faculdade de Direito de Porto Alegre em 1932. Foi Delegado de Polícia, sendo um dos mais eficientes colaboradores na reorganização do aparelho policial do Estado do R.G.Sul. Atuou na 4ª e 5ª Delegacia de Polícia e foi diretor do DISP. Como Delegado da Ordem Política e Social (DOPS) teve a seu cargo a organização do Serviço de Contra-Espionagem numa polícia carente de recursos. Organizou-a tão completa e eficazmente que tornou possível a destruição, no Rio Grande do Sul e no Brasil, de uma rede de espionagem nazista. Ainda na DOPS criou cursos para aprimoramento de funcionários, a biblioteca, um museu de armas, um refeitório e a Revista Vida Policial, órgão oficial da Repartição Central de Polícia.

    Biblioteca

    Foto da biblioteca "Delegado Plínio Brasil Milano", na Academia de Polícia do R.G.Sul, fundada em 6 de julho de 1966, especializada nas áreas policial e jurídica, abrangendo ainda outras áreas do conhecimento. Possui também vasto material sobre direitos humanos, bem como clássicos da literatura universal.

    O reconhecimento do poder público municipal de Porto Alegre pelos seus relevantes serviços prestados denominou a avenida do 4º distrito com o seu nome. Ainda, como uma homenagem à sua pessoa pela sua eficiente atuação como Delegado, o governo do Estado designou-o como Patrono da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, desde 1982, pelo decreto nº 30.820. Através da Lei nº 7.829, de 29-11-1983, foi instituída a medalha “Plínio Brasil Milano”, que se destina ao reconhecimento do trabalho de policiais civis que servem à sociedade por 30 anos sem nenhum demérito registrado em suas fichas funcionais.

    Casou-se com LÚCIA ALCARAZ CALDAS, nascida em Porto Alegre/RS em 22-03-1913 e falecida em 14-04-1969, filha de DOLORES ALCARAZ e de FRANCISCO ANTÔNIO VIEIRA CALDAS JUNIOR, fundador do jornal gaúcho “Correio do Povo”. Após o casamento, Lúcia passou a assinar-se LÚCIA CALDAS MILANO.
    Pais de:

    T.2.3.1.1 - LILÁ CALDAS MILANO

    T.2.3.1.2 - PAULO CALDAS MILANO

    T.2.3.1.3 - LUIZ CALDAS MILANO

    T.2.3.1.4 - MÁRCIA CALDAS MILANO


    B.2.3.2 – JOSÉ CARLOS FONSECA MILANO (“Zéca”), nasceu em Alegrete-RS, em 23-05-1910 e faleceu em Porto Alegre, onde residia, em 20-09-1995. Formou-se em Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1933 (era cirurgião), indo trabalhar inicialmente em Erechim-RS, onde exerceu também cargos políticos. Ele foi o terceiro prefeito eleito pela Câmara de Vereadores da cidade, tendo ocupado o cargo de prefeito de 19-08-1936 até 22-02-1938. Posteriormente, transferiu-se para Porto Alegre, onde dedicou-se intensamente às atividades acadêmicas na Faculdade de Medicina da UFRGS. Além de Professor Catedrático da cadeira de Anatomia, exerceu importantes cargos administrativos na Universidade: foi Diretor da Faculdade de Medicina da UFRGS e, posteriormente, Reitor da UFRGS.
    Como médico, o trabalho de JOSÉ CARLOS também foi muito relevante, sendo o pioneiro na cirurgia cardíaca em Porto Alegre-RS, como se pode ler abaixo, em trecho de um artigo médico, publicado na Rev. Bras. Cir. Cardiovasc., em 1999: "Pequena história da cirurgia cardíaca", de Paulo R. Prates.

    " Em Porto Alegre, a primeira operação cardíaca foi realizada, em junho de 1951, pelo Dr. JOSÉ CARLOS FONSECA MILANO. A operação realizada foi a ligadura de um Canal Arterial em paciente de 17 anos. No relato do cirurgião-dentista, Flávio Antonio Lucel, participante tanto do exame diagnóstico, como da operação, o cateterismo foi realizado no Instituto de Cardiologia, então localizado na Avenida João Pessoa. O exame foi realizado pelo Dr. Milano, que introduziu um cateter em uma veia do antebraço direito, avançando, então, até o tronco pulmonar e, em seguida, passando pelo canal arterial, confirmando o diagnóstico. Foi um procedimento pioneiro para a época, sendo a demonstração do canal arterial comemorada com entusiasmo, principalmente pelo Dr. Milano. A operação foi realizada na Santa Casa de Misericórdia, tendo participado da equipe o Dr. Tauphic Saadi e a Dra. Giudice. A anestesia foi feita pelo Dr. Afonso Fortis e o cardiologista era o Dr. Aldo Chaves, na época diretor do Instituto de Cardiologia. A paciente, hoje com 71 anos, teve uma evolução excelente, morando atualmente em Porto Alegre.

    Além das atividades acadêmicas e administrativas na UFRGS, ele foi, também, Membro da Academia de Medicina (Rio de Janeiro). Recebeu distinções por relevantes serviços prestados, como a Comenda de Santos Dumont e a de Palmas (governo francês), entre outras.

    Casou com ZILAH BRASIL DIAS (filha de PELAGIO SALGADO DIAS e ESTHER TOTTA BRASIL), viúva de ALFREDO FERNANDES LEMOS, com o qual tivera um filho (Alfredo Fernando Lemos). Após o seu casamento com José Carlos, Zilah passou a assinar ZILAH MILANO. O casal não teve filhos.


    Da dir. para esq.: José Carlos (Zéca) Fonseca Milano - seu pai Eucharis Brasil Milano - Dr. Amarílio Macedo,
    médico amigo da família - Roberto Milano Ribeiro (sobrinho de José Carlos e neto de Eucharis),
    durante festa de aniversário de Zéca.

    B.2.3.3 – MARIA FONSECA MILANO, nasceu em Alegrete-RS, em 13-11-1915 e faleceu em Porto-Alegre-RS, onde residia, em 04-10-1995. Casou em 13-12-1938, em Porto Alegre-RS, com EURICO SANTOS RIBEIR0, Funcionário Público - DAER, nascido em 18-02-1915, em Porto Alegre-RS e falecido em 28-07-1975, nessa mesma cidade.
    Pais de:

    T.2.3.3.1 - GILBERTO MILANO RIBEIRO

    T.2.3.3.2 - ROBERTO MILANO RIBEIRO

    T.2.3.3.3 - MARIA CRISTINA MILANO RIBEIRO

    T.2.3.3.4 - CARLOS MILANO RIBEIRO


    B.2.3.4 – NICOLAU FONSECA MILANO, nasceu em Alegrete/RS, em 06-09-1924, cirurgião-dentista (Endodontia), professor aposentado da Universidade Federal do RGS (P.Alegre), fundador e membro titular da Academia Gaúcha de Odontologia. O seu nome é uma homenagem ao seu bisavô italiano Nicolau Milano, pai de seu avô Giuseppe ("José") Milano. Nicolau e sua prima em 1º grau VIRGÍNIA FONSECA MILANO (GALVÃO), filha de Eurípides Brasil Milano, constituem os dois únicos bisnetos vivos do braço Milano, dentre os descendentes de João de Sousa Brasil (2005). Nicolau reside em Porto Alegre/RS, está atualmente com 81 anos de idade (2005), mas conserva ainda o espírito alegre e brincalhão de um garoto, como pode ser visto nas fotografia feita em outubro/2004, junto com sua prima-irmã Virgínia Fonseca Milano (Galvão) - ver acima em B.2.1.2. Casou com TEREZINHA VIEIRA DA CUNHA, nascida em 26-09-1928. Pais de:

    T.2.3.4.1 - RENATO VIEIRA DA CUNHA MILANO

    T.2.3.4.2 - SÉRGIO VIEIRA DA CUNHA MILANO



    Nicolau Fonseca Milano e seus sobrinhos - no 3º Encontro da Família Milano.
    Da dir. para esq: Carlos Milano Ribeiro - Nicolau Fonseca Milano - Paulo e Luiz Caldas Milano
    e Roberto Milano Ribeiro (irmão de Carlos).


    Ascendentes imediatos: N.3.1 – JOSÉ ANTÔNIO BRASIL DO AMARAL e PRUDÊNCIA DA COSTA GOMES.

    Nenhum dos filhos foi registrado com o sobrenome materno GOMES. Além disso, quase todos os filhos do casal (exceto PAULINA) excluíram o último sobrenome paterno AMARAL e passaram a assinar apenas BRASIL (sobrenome originado de sua avó PAULINA de SOUSA BRASIL).

    B.3.1.1 – HENRIQUETA BRASIL, casou com RIPERTO CARÚS.

    T.3.1.1.1 – ANTONIO AUGUSTO BRASIL CARÚS

    T.3.1.1.2 – LUIZ BRASIL CARÚS

    T.3.1.1.3 – RICARDO BRASIL CARÚS

    T.3.1.1.4 – LEDA BRASIL CARÚS


    B.3.1.2 – PAULINA BRASIL DO AMARAL, casou-se com N.1.6 - ALMANSOR DA SILVA BRASIL (“Sinhoco”), seu primo em 2º grau e passou a assinar como PAULINA AMARAL BRASIL.

    Seus descendentes já foram listados acima, no registro de seu marido ALMANSOR (N.1.6).


    B.3.1.3 – ELVIRA BRASIL, casou com OTÍLIO CAMBRAIA.

    T.3.1.3.1 – ....

    T.3.1.3.2 – ....


    B.3.1.4 – CONCEIÇÃO BRASIL, casou com GASPAR SANTANA.

    T.3.1.4.1 – ....

    T.3.1.4.2 – ...


    B.3.1.5 – GILDA BRASIL, casou com JOAQUIM BONGHAREN DE FREITAS.

    T.3.1.5.1 – JOSÉ CARLOS BRASIL DE FREITAS

    T.3.1.5.2 – ................. BRASIL DE FREITAS


    B.3.1.6 – URBANA BRASIL, casou com CIRO O. RODRIGUES.

    T.3.1.6.1 – ....

    T.3.1.6.2 – ...


    B.3.1.7 – ARACI BRASIL, solteiro, morava em P.Alegre-RS.


    B.3.1.8 – DEUSDEDES BRASIL (PICUCHA), solteiro, morava em Alegrete-RS.


    B.3.1.9 – ANACLIDES BRASIL, solteiro, morava em Santiago-RS.


    B.3.1.10 – ALBERTO BRASIL, solteiro, morava em Santiago-RS.


    Ascendentes imediatos: N.4.1 – CELINA BRASIL TEIXEIRA e JOÃO AMÉRICO DE SOUZA FILHO.

    B.4.1.1 – RUY SOUZA, nasceu em Alegrete-RS em .... , médico. Casou-se com IOLANDA LORA, nascida em Alegrete-RS. Após o falecimento de Iolanda, RUI passou a residir e clinicar em Horizontina/RS e uniu-se à ....... (uma senhora descendente de alemães).
    Ruy e Iolanda são pais de:

    T.4.1.1.1 – RENATO LORA SOUZA

    T.4.1.1.2. - IARA LORA SOUZA

    T.4.1.1.3 – ANA CELINA LORA SOUZA

    T.4.1.1.4. - RUY FERNANDO LORA SOUZA


    Ruy e sua mãe Celina Brasil Teixeira.

    B.4.1.2 – RUTH SOUZA, dentista, casou-se com HOMERO GABATÜELER THADDEU, este falecido. Divorciados, sem filhos legítimos, mas adotaram uma menina da família Silva, do distrito de Guassu-Boi (zona rural de Alegrete), cuja mãe tinha problemas mentais. Após a separação, Ruth foi morar numa cidade do interior de São Paulo (São Miguel Paulista), onde tinha uma bela casa e um canil que abrigava 70 cachorros. Na velhice, sofreu uma queda de uma árvore, ficando paralítica a partir daí.
    Pais de:

    T.4.1.2.1 – EDI MARLEI THADDEU



    Ascendentes imediatos: N.5.1 – SEVERINO BRASIL DA MOTTA e ....

    B.5.1.1 – ......


    Ascendentes imediatos: N.5.2 – ODORICO BRASIL DA MOTTA e ....

    B.5.2.1 – ......


    Ascendentes imediatos: N.5.3 – LEONINA BRASIL DA MOTTA e ....

    B.5.3.1 – ......


    Ascendentes imediatos: N.5.4 – OLINDA BRASIL DA MOTTA e ALEXANDRE DA MOTTA TRINDADE.

    B.5.4.1 – BRANDINA BRASIL DA MOTTA TRINDADE nasceu em 15-11-1914 e faleceu em 1996. Casou com JERÔNIMO PIRES DE ALMEIDA, nascido em Alegrete-RS em 13-02-1897 e falecido em 1979. Jerônimo foi Subprefeito e Subdelegado no interior do município de Alegrete e, segundo informações da família, foi uma figura lendária e muito conhecida na cidade por seus dotes de curar doentes desenganados (sic). Participou das disputadas lutas políticas riograndenses da sua época ("maragatos" x "chimangos") como correligionário de JOAQUIM FRANCISCO DE ASSIS BRASIL - este parente de sua esposa BRANDINA. Jerônimo chegou, inclusive, a visitar Assis Brasil na sua Granja de Pedras Altas.
    Após seu casamento, Brandina passou a assinar BRANDINA TRINDADE DE ALMEIDA.

    B.5.4.2 – ALDA BRASIL DA MOTTA TRINDADE, casou-se com ISMAEL PIRES DE ALMEIDA (irmão de JERÔNIMO PIRES DE ALMEIDA, casado com sua irmã BRANDINA). Após o casamento, passou a assinar ALDA TRINDADE DE ALMEIDA.

    B.5.4.3 – LÍGIA BRASIL DA MOTTA TRINDADE

    B.5.4.4 – VALENTIM BRASIL DA MOTTA TRINDADE

    B.5.4.5 – MARCONDES BRASIL DA MOTTA TRINDADE


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