BISNETOS DE FRANCISCO DE ASSIS BRASIL

A 3ª GERAÇÃO


Sobrenomes nesta página: ABREU, ACOSTA, ALBERTON, ALMEIDA, ALONSO, ALVAREZ, ALVES, ALMEIDA, ANDRADE, ARAÚJO, ARRUDA, ASSIS BRASIL, ÁVILA, AZEVEDO, BARATA, BARBOSA, BARRETO, BASTOS, BENTO, BERTOLETTI, BIER, BLANCO, BOJUNGA, BORCHARDT, BORGES, BRANDÃO, BRASIL, BRAGA, BRASILIENSE, BRUM, CALMOM, CAMARGO, CAMPOS, CARVALHO, CASTILHOS, CASTRO, CIRNE, COELHO, COLAZZO, CORONEL, CORRÊA, COSTA, COUTO, CUNHA, DA POIAN, DIAS, DODE, DOMINGUES, DORNELLES, ELSEMANN, FARIA, FERNANDES, FERREIRA, FERRUGEM, FIALHO, FIGUEIREDO, FLORES, FONTOURA, FORTES, FREITAS, GARCIA, GIRÃO, GOERTH, GOMES, GONÇALVES, GONZALES, GOULART, HAUSSEN, JORNADA, JOBIM, JORNADA, KAUFMANN, LAUREANO, LAGES, LEAL, LEMES, LEMOS, LEONARDI, LIMA, LISBOA, LINHARES, LOPES, MACEDO, MACHADO, MACEDÔNIA, MARÇAL, MARCANTÔNIO, MARINHO, MARQUES, MARTINS, MARTY, MASSON, MATTOS, MAYCÁ, MAZZEI, MEDEIROS, MELLO, MENNA BARRETO, MEDEIROS, MENDES, MENDONÇA, MENEZES, MESQUITA, METELLO, MILANO, MIRANDA, MORAES, MOREIRA, NÁPOLES, NEGRIN, NUNES, OLIVEIRA, PAES, PAIVA, PASA, PEIXOTO, PEREIRA, PERRONI, PESTANA, PETRARCA, PINHEIRO, PIRES, PORTO, PRATES, PRESTES, PY, RANZOLINI, REIS, RIBEIRO, RAVASI, REIS, RIBEIRO, RODRIGUES, ROCHA, RODRIGUES, ROITBERG, ROMAN, ROSSI, SABO, SALDANHA, SANTANA, SANTOS, SARMENTO, SEVERO, SILVA, SILVEIRA, SOARES, SOLON, SOTO, SOUSA, SOUTO, SOUZA, TEIXEIRA, TIBIRIÇÁ, THOMAZI, TÔRRES, TOTTA, TRANBAB, TRINDADE, TUZY, URRUTIA, UZEYKA, VALENTINI, VALLE, VARGAS, VASCONCELLOS, VAZ, VICTORINO, VIEDO, VIEIRA, WERNZ, XAVIER, XISCATTI, ZOBARAN.


Ascendentes imediatos: N.1.2 - LEONARDO DE ASSIS BRASIL e ALICE MENNA BARRETO

B.1.2.1 - VICTOR DE ASSIS BRASIL, nascido em em Bagé-RS em 21-12-1921, funcionário do Banco do Brasil, casou-se com ELBA MENEZES DE MIRANDA e faleceu em 2005 no Rio de Janeiro-RJ, onde residia. Pais de:

T.1.2.1.1 - VICTOR MIRANDA DE ASSIS BRASIL

T.1.2.1.2 - JOÃO CARLOS MIRANDA DE ASSIS BRASIL

T.1.2.1.3 - PAULO MIRANDA DE ASSIS BRASIL

T.1.2.1.4 - PEDRO MIRANDA DE ASSIS BRASIL

B.1.2.2 - FERNANDO DE ASSIS BRASIL nasceu em Bagé-RS (28-07-1923) e faleceu no Rio de Janeiro (10-02-1979). Era pecuarista e funcionário do Banco do Brasil. Casou-se em Santana do Livramento com GLECY CORRÊA. Pais de:

T.1.2.2.1 - FERNANDO CORRÊA DE ASSIS BRASIL

T.1.2.2.2 - LEONARDO CORRÊA DE ASSIS BRASIL


Ascendentes imediatos: N.1.3 - MÁRCIA DE ASSIS BRASIL e N.2.2 - LEÔNIDAS DE ASSIS BRASIL

B.1.3.1 - LEONOR DE ASSIS BRASIL (Lolola), nasceu em São Gabriel-RS em 26-12-1904 e faleceu em 09-03-2001 em Taquara-RS, onde residia com sua irmã CIVA, casou-se com JOÃO TUZY SOBRINHO, nascido em Santiago do Boqueirão (1911), comerciante, falecido em Santana do Livramento-RS em 1975. Sem sucessão.

B.1.3.2 - PAULO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS (23-03-1906), agricultor, já falecido (24-09-1978), casou-se com JANDYRA MACHADO DA SILVA, natural de S. Gabriel (09-05-1917), residente em Porto Alegre-RS (1999). Pais de:

T.1.3.2.1 - ANITA MACHADO DE ASSIS BRASIL

B.1.3.3 - ARGEMIRO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS (11-05-1907) e faleceu em Canoas-RS (1982).

Ingressou no Colégio Militar de Porto Alegre (1921) e depois cursou a Escola Militar do Realengo, onde graduou-se Oficial da Arma de Infantaria do Exército (1927).

Em 1930, como 2º tenente, negou-se a combater o governo legalmente constituído de WASHINGTON LUIZ, razão pela qual foi preso, sendo anistiado três meses depois pelas forças vitoriosas de GETÚLIO VARGAS.

Em 1932, no posto de 1º Tenente, dentro dos mesmos princípios constitucionalistas que seguia, participou do movimento revolucionário paulista de caráter constitucionalista, o que lhe valeu dois anos de exílio na Europa e clandestinidade na Argentina. Foi anistiado por GETÚLIO VARGAS em 1934.

No posto de Capitão concluiu o curso da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em primeiro lugar (1945).

Concluiu o curso da Escola de Comando e Estado-Maior, no posto de Major, também em primeiro lugar (1949). Foi agraciado com a Medalha Marechal Hermes, de aplicação e estudo, com duas coroas, devido aos dois primeiros lugares que conquistou.

Em 1950 foi nomeado membro da Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai, onde permaneceu até 1953.

Regressando ao Brasil, serviu, no posto de Tenente-Coronel, no Comando da 3ª Região Militar, em Porto Alegre-RS.

Como Coronel comandou o 2º Regimento de Infantaria em Santa Maria-RS e o 19º Regimento de Infantaria em São Lepoldo-RS.

Foi Chefe de Estado-Maior da 3ª Região Militar.

Em 1962 foi nomeado Adido Militar à Embaixada do Brasil em Buenos Aires.

Promovido a General-de-Brigada, em agosto de 1963, foi convidado pelo presidente JOÃO GOULART para o cargo de Ministro Chefe da Casa Militar da Presidência da República, onde permaneceu até 1964, ocasião em que o movimento militar de 31 de março depôs o presidente.


ARGEMIRO e JOÃO GOULART em 13/03/1964

Cumprindo missão que considerava ser seu dever, como Chefe da Casa Militar, acompanhou o presidente JOÃO GOULART até o exílio em Montevideo e retornou imediatamente ao Brasil, apresentando-se aos seus superiores. Em abril de 1964 foi preso no Forte de Jurujuba, demitido do Exército e teve cassados seus direitos políticos, seu soldo e suas condecorações militares.

Foi impronunciado pela Justiça Militar no Inquérito Policial Militar a que respondeu em 1964.
Teve empregos e créditos bloqueados. Sobreviveu por quinze anos, com dificuldade, da remuneração recebida por aulas particulares de matemática que ministrava em Canoas-RS e de uma pensão que recebia do INPS como idoso.

ARGEMIRO sempre se declarou contra qualquer revanchismo, classificando-se, em entrevista dada ao jornal Folha da Manhã de Porto Alegre-RS, de junho de 1979, como um soldado preocupado somente com a "profissão militar". Apesar da surpresa com que recebeu o duro tratamento dado pelos militares que lideraram o golpe militar, o general disse, nessa entrevista, que seus autores estavam sob forte "impacto emocional".

Em 1981 foi reabilitado pelo presidente JOÃO BAPTISTA DE OLIVEIRA FIGUEIREDO, que lhe devolveu a patente militar e o passou à condição de inativo. Logo após receber a anistia, ao lhe ser perguntado em um programa de televisão da TV Guaíba de Porto Alegre qual sua opinião sobre a anistia que estava recebendo, declarou:
- Eu já havia anistiado, há muito tempo, todos aqueles que fizeram aquilo comigo.

Por ocasião de seu sepultamento, amigos pessoais declararam à imprensa que "ele era um patriota que nunca teve uma só palavra de ressentimento, nem mesmo em relação às injustiças que lhe cometeram". O Coronel PEDRO ALVAREZ, outro militar demitido, observou: "ASSIS BRASIL foi um homem coerente, que nunca abandonou suas idéias, mesmo nas horas mais difíceis. Ele foi um dos líderes do movimento nacionalista nas Forças Armadas."

ARGEMIRO casou-se, em Santa Maria-RS (14-01-1939), com ALBA ARRUDA GOMES, filha de TURIBIO GOMES SOARES, fazendeiro no Uruguai, e de MEDORA ARRUDA. Alba nasceu em Santa Maria-RS em 04-07-1918, professora primária, e faleceu em Porto Alegre-RS em 27-04-1967. Pais de:

T.1.3.3.1 - ANTÔNIO CARLOS DE ASSIS BRASIL

T.1.3.3.2 - PAULO RENATO DE ASSIS BRASIL

ARGEMIRO casou-se em segundas núpcias com INÁ MARQUES, residente em Canoas-RS (2003), que passou a assinar INÁ DE ASSIS BRASIL, sem sucessão. Iná, em seu primeiro casamento, foi mãe de JUAREZ MARQUES, que foi tratado como filho por Argemiro.

Saiba mais sobre a vida e opiniões do general Assis Brasil clicando nos links abaixo.

DEPOIMENTO À REVISTA ELE ELA (1980)
DEPOIMENTO A CRANGER CAVALHEIRO DE OLIVEIRA (1981)

B.1.3.4 - HERMENEGILDO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS em 27-09-1910. Lutou na Brigada Internacional que participou da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), falecendo na França em 04-06-1941. Nesta página apresentaremos uma biografia de Hermenegildo publicada no livro "COMUNISTAS GAÚCHOS - A Vida de 31 Militantes da Classe Operária", de autoria de JOÃO BATISTA MARÇAL, Editora Tchê, 1986. Marçal coletou esse texto na Revista Problemas , nº 26, maio de 1950, Rio de Janeiro.

HERMENEGILDO DE ASSIS BRASIL:
A FIBRA DE UM REVOLUCIONÁRIO

HERMENEGILDO DE ASSIS BRASIL nasceu a 27 de setembro de 1910 numa pequena fazenda de criação de gado. O afastado rincão onde Hermenegildo viveu até os treze anos fazia parte do município gaúcho de São Gabriel e hoje pertencente ao de Cacequi.

Os primeiros anos da meninice, ele passou no pastoreio e na pequena agricultura. Enrijeceu-se. Conheceu de perto a rudeza do trabalho camponês, e embora sua família tivesse algumas posses, Hermenegildo, desde cedo, travou contato com a miséria e a brutalidade a que estão entregues os trabalhadores rurais nas fazendas e latifúndios brasileiros.

O Rio Grande do Sul vivia, então, dias de intensas lutas políticas entre os dois tradicionais partidos gaúchos - o republicano e o libertador.

O senhor ANTÔNIO AUGUSTO BORGES DE MEDEIROS - caudilho republicano - exercia o poder há mais de vinte anos, enquanto os maragatos, organizados no partido libertador, eram mantidos á margem do governo.

Do ponto de vista político-social, ambos os partidos tinham as mesmas origens, os mesmos objetivos, a mesma composição. Cindiam de alto a baixo a velha sociedade semi-feudal riograndense. Encarniçavam-se na disputa sangrenta do poder, mas nada traziam de novo ou promissor, capaz de sacudir os alicerces do regime caduco e odioso do latifúndio e da servidão da massa rural.

Chefiava o partido libertador um tio-avô de Hermenegildo - JOAQUIM FRANCISCO DE ASSIS BRASIL - abastado estancieiro. A oposição política dirigida pelos maragatos, nome dado aos seguidores de Joaquim Francisco, obrigava-os a uma acalorada linguagem que, não raro, assumia as proporções de desenfreada demagogia. O poder, porém, se mantinha na mão dos republicanos - os chimangos, seguidores de Borges de Medeiros. Em 1923 explode a luta. A família de Hermenegildo participa ativamente, na oposição, no campo maragato. A massa rural e as camadas médias das cidades são arrastadas pelos caudilhos locais, divididos nos dois partidos. Embora substancialmente não diferisse dos republicanos, o partido libertador, colocado na oposição, congregava, grosso modo, aquela ala das classes dominantes que, afastada do poder político, era obrigada a defender princípios de liberadade e representação, desprezados pelo grupo que detinha o poder nas mãos.

Hermenegildo tem sua atenção voltada para a luta que varia o estado sulino. Dos entrechoques sangrentos entre as duas facções, participava, com maior ou menor intensidade, a população riograndense em peso. Não havia lugarejo, por mais insignificante que fosse, onde a paixão política não acendesse ódios, dividindo os habitantes nos dois grupos rivais. Foi nesse ambiente de lutas e correrias, de choques e entreveros, participando mesmo de alguns deles, que Hermenegildo - muito desenvolvido para a idade que tinha - viveu alguns anos de sua juventude.

O movimento termina com o Tratado de Pedras Altas, conchavo político entre os dirigentes das duas facções.

As populações pobres das cidades e dos campos, porém, continuavam na mesma opressão das estâncias, na mesma miséria, na mesma ignorância do que as faziam sair à luta.

Mantidos à margem do poder, os libertadores, descontentes, voltam a conspirar. Há o levante de 5 de julho de 1924, em São Paulo. Os revoltosos, obrigados a abandonar a capital paulista, são empurrados de encontro às fronteiras na região do Iguaçu.

Em apoio aos revoltosos do segundo cinco de julho, levantam-se no Rio Grande do Sul, em outubro de 1924, várias guarnições federais. Na região missioneira, a figura de LUÍS CARLOS PRESTES levanta-se e impõe-se como a do comandante. Os libertadores, cujas armas mal tinham sido ensarilhadas, voltam à luta.

A juventude rebelde de Hermenegildo estusiasma-se. Prestes - o caudilho que rapidamente se torna lendário - enche sua imaginação. A coluna em marcha pelo coração do Brasil agitava problemas, acendia esperanças. Hermenegildo que, então, era estudante em Porto Alegre, volta a São Gabriel e senta praça na unidade de artilharia local, ligando-se à conspiração que, em apoio da coluna, voltava a fermentar os quartéis.

A data do levante no quartel de artilharia foi marcada. Hermenegildo era um dos mais entusiastas organizadores. O movimento da deflagração foi, porém, denunciado e todos os que iriam participar da rebelião foram expulsos "a bem da ordem pública". Hermenegildo foi um dos expulsos. Tinha então, apenas, dezesseis anos de idade!

A têmpera do revolucionário

O movimento armado de outubro de 1930 encontra Hermenegildo novamente conspirando, como soldado, na fábrica de cartuchos de Realengo, onde conseguira sentar praça, ocultando sua antiga expulsão. A fábrica era, então, chefiada por um coronel reacionário e atrabiliário. O espírito retilíneo e indomável de Assis choca-se frontalmente com o de seu comandante. O soldado é mais uma vez expulso, desta feita, por " incitar a indisciplina entre os praças".

Foi durante a sua permanência como soldado na fábrica de cartuchos que Hermenegildo, trabalhado por tenaz propaganda esclarecedora e convencido da inutilidade dos golpes e quarteladas, ingressou no Partido Comunista do Brasil.

Tendo obtido uma pequena quantia em dinheiro com pessoas de sua família, comprou uma tipografia em Cascadura, colocando-a à disposiçao do partido. Grande parte do material de propaganda e agitação, então divulgado pelo partido, foi impresso na tipografia de Hermenegildo. A polícia, com a ajuda de um traidor, localiza as oficinas. Repetem-se, então, os costumeiros atos de vandalismo dos bandidos da polícia política. Hermenegildo é preso e, repetidas vezes, torturado. A reação, porém, não consegue arrancar dele uma só palavra que fosse capaz de comprometer os companheiros. A têmpera de revolucionário, frente à frente com a reação, revela-se em toda a sua plenitude.

A certa altura de seu interrogatório, Assis desafia os seus algozes:

- Vocês, que se dizem homens, seriam mais dignos se me mandassem fuzilar ao invés de me espancarem. De qualquer modo vocês perdem tempo. Eu nada lhes direi.

Visando localizar outras pessoas ligadas a Hermenegildo, a polícia o põe em liberdade. Assis percebe o estratagema e evita ligar-se aos companheiros, revelando assim grande compreensão sobre a necessidade de se ter o máximo cuidado no restabelecimento de ligações com a organização, logo após sair da prisão. Por isso, pode, alguns dias de pois, iludir a vigilância policial que se exercia sobre ele e voltar ao Rio Grande do Sul, onde se entregou ao trabalho revolucionário.

Herói do movimento nacional-libertador

Em 1933, regressa ao Rio e, por determinação do partido, consegue novamente ingressar no exército, desa feita no contingente da escola de aviação militar, no Campo dos Afonsos.

De então até novembro de 1935, Hermenegildo entregou-se à mais febril atividade revolucionária, preparando o movimento armado de novembro daquele ano.

No Campo dos Afonsos estavam aquarteladas três unidades: a Escola de Aaviação Militar, o Regimento Escola e a Unidade de Infantaria de Guarda. Assis era o secretário político da célula desta última unidade. Como tal, foi o organizador e o executante mais responsável do plano do levante e do desencadeamento da luta na madrugada heróica de dois de novembro, naquela unidade.

Nota do Webmaster - No artigo nº 37, "O Brasil e a Guerra Civil Civil Espanhola - participação dos brasileiros no conflito", do professor PAULO ROBERTO DE ALMEIDA, publicado na revista Hispanista, o autor cita que Hermenegildo tinha a graduação de cabo de aviação.

Abaixo estão links para o artigo acima citado e para outro trabalho do professor Paulo Roberto de Almeida sobre a Guerra Civil Espanhola.

"O Brasil e a Guerra Civil espanhola: participação de brasileiros no conflito", Hispanista (Vol II, nº 5, abril-mayo-junio 2001; ISSN 1676-9058; revista eletrônica da Associação Brasileira de Hispanistas).

Versão resumida do "Trabalho nº 608", publicado (nº 238) em versão integral na Revista de Sociologia e Política, (Curitiba, PR; ano 4, nº 12, junho 1999, Dossiê: Política Internacional, pp. 35-66; ISSN 0104-4478;). Relação de Trabalhos nº 751.

Dentre todas as lutas de quartel realizadas no Brasil de 1922 para cá, o levante do Campo dos Afonsos foi o de maior audácia, de maior vigor revolucionário.

Na jornada tombaram, entre outros, os dirigentes JOSÉ RIBEIRO FILHO e o soldado Mineirinho, secretário político da célula do Campo dos Afonsos. Ao lado de Assis, combateu o cabo JOFRE ALONSO DA COSTA que, alguns meses mais tarde, foi assassinado pela polícia de GETÚLIO VARGAS.

Esmagado o movimento, Hermenegildo consegue evadir-se, não para fugir à responsabilidade de sua atuação, mas para prosseguir o trabalho revolucionário.

O partido liga-o a uma célula de jovens alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Acossado pela reação, o Partido Comunista do Brasil sofria a sua mais brutal e sanguinária repressão. A polícia política, orientada pelo Intelligence Service e pela Gestapo, multiplica-se em assassínios torturas e espancamentos dos presos que sobem às dezenas de milhares. Lares são invadidos diariamente e os comunistas e aliancistas caçados como feras. O fascismo estava em acenção no mundo e a reaçã getúlio-felintista atingia o país inteiro. O trabalho revolucionário era, então, sumamente difícil e perigoso, principalmente para um partido que tinha sofrido tão duro revés. Apesar disso, e da diligência integralista em localizar e prender os revolucionérios nacional-libertadores, Assis prossegue sem desfalecimentos no trabalho de reorganização do partido.

Em abril de 1936, a Aliança Nacional Libertadora, orientada pelo partido, pretende levar a cabo uma nova ação de envergadura contra a ditadura getulista. Mas os elementos de que dispunha não estavam suficientemente organizados e, na última hora, há uma contra-ordem. A missão da célula de Hermenegildo era apossar-se do armamento do colégio militar e, posteriormente, barrar a passagem do batalhão policial do Andaraí. Dias depois, a casa na rua São Francisco Xavier nº 340, de onde deveria sair o assalto, foi denunciada. Ali se ocultavam alguns camaradas e estavam depositadas algumas armas. Enquanto a polícia tenta arrombar a porta da frente, rapiamente se discutem as últimas medidas: todos sairiam pelos fundos, com as armas, abrindo caminho, se necessário, a viva força, enquanto Hermenegildo garantiria a fuga.

Capturado violentamente, Hermenegildo é levado polícia onde encontra presos alguns jovens alunos que faziam parte de sua célula.

Guiados pelo exemplo de Hermenegildo, os jovens estudantes - os "meninos" como carinhosamente Hermenegildo costumava chamá-los -, se portam com invulgar heroísmo. Mais uma vez a serenidade e a firmeza do militante comunista são postas à prova. A polícia estava informada de que Hermenegildo era o assistente político da célula juvenil e que, portanto, era senhor das ligações com os organismos superiores do partido. Em vão, sob suplícios e torturas de toda a ordem, tentam arrancar de Hermenegildo uma palavra. Jamais ele disse o que quer que fosse que pudesse orientar o inimigo. Quando abria a boca era para revidar insultos ou para desafiar os algozes policiais:

- Eu já estava disposto a nada dizer antes de vocês me espancarem, agora mesmo é que nada lhes direi

Mais tarde Hermenegildo me explicava com aquela simplicidade que era um dos traços mais característicos de sua pessoa:

- Você compreende, camarada, a célula à que eu estava ligado era composta de jovens, a bem dizer, de meninos. Se eu fraquejasse iria contribuir para desiludir os "meninos" logo no começo de sua carreira revolucionária. E isto eu não poderia fazer. Eu precisava corresponder à confiança que os "meninos" depositavam em mim e no partido.

Um desses meninos, forjado pela dedicação e a bravura de Hermenegildo de Assis Brasil, foi o jovem Joran, que desapareceu na faina de reorganizar o partido. O exemplo de Joran foi tão marcante que uma célula do partido adotou, com orgulho, o nome do jovem estudante, companheiro e discípulo de Hermenegildo.

Numa de suas peregrinações pelas prisões políticas, que na época se contavam por centenas, Hermenegildo foi lançado em uma cela do Primeiro Regimento de Cavalaria Divisionária, em São Cristóvão. Não o deixavam sair da infecta e escura enxovia para naa. Várias semanas sem sol e sem banho. Serviam-lhe uma única e péssima refeição por dia. O ar confinado da cela era pesado e viciado. Haviam-no despojado de sua roupa, deixando-o apenas com um calção. Seu leito era o cimento úmido e frio. Um dia, um tenente integralista resolve tripudiar sobre o comunista preso. Aproxima-se da cela e interpela o prisioneiro:

- Você que é um rapaz de família tão boa, como a família Assis Brasil, não tem vergonha de ser comunista?

A resposta do soldado preseo ao tenente carcereiro foi imediata e vibrou como uma chicotada:

- E você, que nem é de boa família, não tem vergonha de não ser comunista?

Nada pode impedir o prosseguimento da luta

Agora vamos encontrar Hermenegildo de Assis Brasil preso na fortaleza de Santa Cruz, para onde fora transferido depois que descobriram que ele estava abrindo um buraco na parede de sua cela para fugir. Apesar de não dispor de instrumento algum, o "trabalho" já estava adiantado, embora não pudesse ser mais rápido por lhe sangrarem as mãos.

Construída sobre um rochedo escarpado que avança par o mar, na entrada da baía do Rio de Janeiro, a velha fortaleza não é acessível pelo lado de terra. O mar castiga fortemente as encostas da rocha e as correntezas prococadas pelas marés são de perigosa impetuosidade na s proximidades da estreita entrada da barra. Sem a ajuda de fora e sem a conveniência de elementos da guarnição da fortaleza, jamais alguém se evadira de Santa Cruz. A fuga de conhecidos líderes tenentistas, em princípio de 1930, tornou-se famosa e citada como prova de heroísmo, ainda que realizada com a cooperação de oficiais da guarnição da fortaleza e de uma lancha da marinha de guerra.

Hermenegildo, sem a ajuda de ninguém, da guarnição ou de fora da fortaleza, sozinho, sem pressão ou solicitação de quem quer que fosse, resolve fugir da fortaleza de Santa Cruz! Não tem ligação nenhuma e nem um vintém no bolso. E depois não foge para o conforto ou comodismo. Fora o espera a luta rija e difícil. A incitá-lo unicamente está o seu dever revolucionário: ânsia incontida de liberdade, de viver, de trabalhar pela vitória do socialismo. E Hermenegildo não hesita. Na escuridão da noite, com a roupa amarrada à cabeça, com farrapos de lençol à guisa de corda, ei-lo deslizando pela amurada da fortaleza, no curto espaço de tempo em que a sentilnela, de arma embalada, vai de um lado ao outro da amurada. A corda, porém, era frágil. Hermenegildo cai de uma altura de dois metros sobre as pedras do quebra-mar. Mesmo ferido, sangrando abundantemente, nada mais de mil metros em direção ao Saco de São Francisco, em Niterói, e, após várias horas, atinge local onde consegue galgar a rocha escarpada. Esfalfado, debilitado pela perda de sangue, espera o dia surgir. Depois de aguardar que a roupa secasse ele tem um outro problema a resolver para atingir o Rio: a falta de dinheiro para a barca.

Nas proximidades havia um estábulo. Hermenegildo, visando obter alguns níqueis, ofereceu-se para trabalhar ali, mas o dono, alegando não precisar de empregado, aceita-o apenas pela comida. Com o tirocínio de antigo criador, Hermenegildo trata tão bem o gado estabulado que, em poucos dias, a sua eficiência se faz sentir. O patrão está plenamente satisfeito com o empregado, mas supondo tratar-se de um "pobre diabo" não lhe dá um vintém durante dois meses. A paciência de Hermenegildo está a ponto de estourar quendo, um dia, o patrão o manda com dois cruzeiros fazer uma compra...

Na sua tocante simplicidade, abstraindo a odiosa exploração a que o sujeitava o patrão eventual, para só ver o lado positivo do revolucionário, que era a fuga e a perspectiva de reocupaçãp do seu posto de luta, Hermenegildo me dizia mais tarde, comentando o fato:

- O português está até hoje esperando por mim...

Novamente o trabalho revolucionário. O partido, porém, ainda não conseguia se refazer e as prisões se sucediam. Assis é novamente preso, por estar sendo processado pelo Tribunal de Segurança Nacional como participante do movimento de novembro de 1935. O promotor do tribunal infame pedia para ele, após as denúncias, oito anos de prisão.

O processo se arrasta e mesmo sem estar ainda condenado, Hermenegildo passa alguns meses preso, na casa de detenção do Rio de Janeiro. Entrega-se, então, ao estudo das obras teóricas de Marx, Engels e Lenin. É que a prisão, para Assis, não era um lugar de repouso, pois ele sabia aproveitá-la como uma forma de prosseguir na luta.

No pequeno surto democrático de 1937, Hermenegildo alcança novamente a liberdade, agora mediante habeas-copus.

Herói da Espanha republicana

A velha Espanha republicana sangrava na guerra patriótica contra as hordas invasoras do fascismo. No mundo inteiro recrutam-se combatentes para a Espanha democrática. Os quadros militares faziam falta ao exército republicano, desprovido pela deserção da maioria da oficialidade fascista. Vários combatentes brasileiros, das jornadas heróicas de 1935, decidem se apresentar. Hermenegildo está entre eles. Mas era preciso chegar até Montevidéu. Assis, então no interior do Rio Grande do Sul, está sem dinheiro. Empreende a marcha, mesmo a pé. Chega a Montevidéu, se traslada para Buenos Aires, de onde consegue embarcar, finalmente, rumo à Europa.

Antes, porém, tem de aguardar o embarque por cerca de dois meses e não há dinheiro. Assis se coloca como peão em uma fazenda das proximidades de Buenos Aires. Aos sábados, cansado do trabalho, ao invés de entregar-se a um compreensível repouso, vence a pé as duas léguas que o separam da república onde outros voluntários brasileiros aguardam o embarque para a Espanha.

Ia em busca de novidades e costumava reclamar:

- Que diabo! Quando nos mandarão para lá? Estes senhores do Comitê de Ajuda ao Povo Espanhol são esquisitos...

A verdae, porém, era muito pior do que Hermenegildo imaginava. Traidores trotsquistas tinham se infiltrado no Comitê de Ajuda e, macomunados com o bandido Franco, denunciavam os navios que levavam voluntários para a Espanha republicana. Os navios eram detidos nas ilhas Canárias - já em poder de Franco - e os voluntários retirado de bordo eram fuzilados.

Nota de João Batista Marçal: O autor deste texto de 1950, Agildo Barata, abandonou o PCB logo após o relatório de Kruschev contra Stálin, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética de 1956. É possível, portanto, que a sua visão deste episódio da guerra civil espanhola houvesse mudado.

O Belle Isle, em que Hermenegildo e os outros voluntários brasileiros viajavam, passou muito longe das Canárias e ele não pôde ser detido. Assim Hermenegildo conseguiu chegar a Paris.

Nota do Webmaster - No artigo do professor ALMEIDA há uma divergência sobre o nome do navio e o local de hospedagem, reproduzida a seguir: Em Montevidéu, em 1937, Hermenegildo partilhou a casa de outro gaúcho, DELCY SILVEIRA, antes de seguirem, no navio polonês Pulaski, para a França e depois para a Espanha.

Dois dias depois os jornais noticiavam a ruptura da frente de Aragão. Era o começo do fim da resistência republicana. Quando Assis soube do desastre, teve um único comentário para o companheiro que com ele embarcara em Buenos Aires. Comentário simples e espontâneo mas que mostra a firmeza do combatente comunista, aliada à profunda convicção de que a luta revolucionária deveria prosseguir seja onde for, até à vitória final:

- A gente precisa chegar o quanto antes.

Quando na Espanha, perguntaram a Assis qual a arma, a especialidade de sua preferência, ele respondeu com a sua naturaliade camponesa, à qual não faltava, então, o timbre resoluto e heróico do militante comunista:

- Qualquer lugar me serve. Eu vim para combater o fascismo, qualquer lugar em que eu possa fazer isso para mim está bem.

Foi assim que Hermenegildo de Assis Brasil tornou-se soldado da gloriosa Espanha anti-franquista.

Quando entregaram a Assis o decreto de promoção ao posto de tenente, com a designação para ir servir no agrupamento norte do exército do leste, foi um custo convencê-lo a aceitar a promoção. A confiança que depositava em si mesmo entrava em choque com a sua modéstia.

- O posto de tenente do exército é superior à minha capacidade. Não posso aceitar.

Nunca Assis se enganara tanto em sua capacidade para comandar um pelotão. Em Piedras de Aólo, em hábil manobra de envolvimento que se seguiu a uma complicada e delicada operação de substituição, Assis foi o inspirador e o realizador de uma das maiores façanhas da guerra espanhola. Com seu pelotão de sessenta homens consegue isolar e aprisionar seiscentos fascistas!

Nota do Webmaster - Sobre esse episódio o professor ALMEIDA relata: Designado como comandante de pelotão de uma unidade integrando a 31ª Divisão do X Corpo de Exército, nos Pirineus, ASSIS BRASIL participou de violentos combates em meados do ano. No combate de Piedras de Aolo, no setor de Sorte, em operação noturna que começou ao crepúsculo e terminou ao alvorecer do dia, repeliu quatro assaltos consecutivos das unidades franquistas, ao nível de companhia ou batalhão. Nesse combate, HERMENEGILDO lutou entre seus homens, atuando ao mesmo tempo como comandante da companhia e como simples soldado. Um fato é característico de sua ação: ele pessoalmente lançou mais de 100 granadas de mão. Carregou nas costas vários de seus homens feridos para o posto de primeiros socorros.

Sua promoção ao posto de capitão é proposta pelo alto comando que cita o ato de bravura de Hermenegildo na ordem do dia do exército do leste.

Mas a traição de Daladier e Camberlain, primeiros-ministros, respectivamente da França e Inglaterra, os quais negaram ajuda à Espanha republicana, produzia seus frutos. O exército republicano não podia, sozinho, resistir às hordas franquistas, italianas, germânicas e marroquinas. A frente se desmorona. A felonia quinta-colunista e a Federação Anarquista Ibérica completam a obra fascista. Esboroam-se as resistências da heróica Catalunha.

Nota do Webmaster - O professor ALMEIDA apresenta maiores informações sobre os fatos que levaram à desorganização das brigadas internacionais e à queda da Catalunha:

A 21 de setembro de 1938, em Genebra, perante a Sociedade das Nações, o Chefe do gabinete republicano, JUAN NEGRIN, anuncia a decisão do governo espanhol de retirar todos os voluntários internacionais das frentes de combate, numa controvertida tentativa de mostrar que o lado legalista não precisaria recorrer a forças estrangeiras para enfrentar um conflito interno.

Em Barcelona, se reuniram todos os voluntários brasileiros que tinham participado das últimas operações militares no âmbito do Exército do Leste, incluindo-se nesse grupo ASSIS BRASIL. Em 15 de novembro, já desmobilizados, todos os voluntários internacionais participam da parada de despedida, em Barcelona, saudados por NEGRIN e LA PASSIONARIA, sendo aclamados delirantemente pela população.

Franco dá início, então, à campanha da Catalunha, região que no espaço de dois meses cairia sob seu controle. Em dezembro de 1938 oito divisões blindadas — italianas em sua maior parte — irrompem na Catalunha. Surpreendentemente, Barcelona cairia em menos de dois dias de luta como resultado da ação da quinta coluna no interior da cidade.

As brigadas internacionais, que haviam sido desmoralizadas, voltam a reorganizar-se sob o comando do gigante ANDRÉ MARTY. A retirada desordenada e caótica começa a organizar-se mas as deserções se multiplicam. Só o V Corpo de Exército, composto exclusivamente de comunistas, resiste com firmeza, cobrindo a retirada de civis e militares rumo à França.

Das brigadas internacionais é retirada uma companhia com a missão de cooperar com o V Corpo, na cobertura da retirada.

Marty precisava designar o comandante da companhia heróica. Um tal comandante devia reunir qualidades de compreensão política, de comando, de habilidade, de bravura, de renúncia, de estóica firmeza revolucionária. Havia então mais de 6.600 voluntários internacionais dentre os quais escolher. E a escolha do experimentado dirigente internacional, do velho dirigente da insurreição dos marinheiros franceses em 1917 no Mar Negro, recai sobre o já então capitão Hermenegildo de Assis Brasil!

Próximo à fronteira franco-espanhola, a França de Blum e Daladier organizou vários campos de concentração. Na primeira quinzena de fevereiro de 1939, Hermenegildo é recolhido a um desses infernos - o de Saint Cyprien. Soldados, mulheres, velhos e crianças se amontoam aos milhares, às centenas de milhares. O campo de Saint Cyprian ficava localizado numa praia mediterrânea, fustigada pelo vento. Nada havia onde os prisioneiros pudessem se abrigar: nem casas, nem barracões, nem tendas, nem uma simples árvore. Os prisioneiros cavavam buracos na areia úmida e se aconchegavam para poder suportar o vento, a neve e o frio.

A guarda dos campos era composta de mercenários senegaleses - verdadeiras feras amestradas pela reação dos "não-intervencionistas". Dezenas de retirantes foram friamente assassinados quando, inadvertidamente, ultrapassavam a linha imaginária de demarcação do limite do campo.

Em abril de 1939, as brigadas internacionais são separadas dos espanhóis e enviadas para o campo de concentração Gurs , nos baixos Pirineus.Hermenegildo está entre os internacionais. Durante a permanência de Assis em Gurs, o embaixador do Brasil na França foi visitar os brasileiros para repatriá-los, por ordem do governo que, assim, cedia à pressão da opinião democrática internacional, revoltada contra a odiosidade dos campos de concentração na França. Contudo, entre os combatentes anti-fascistas ficara resolvido que os não condenados pelo tribunal de segurança brasileiro deviam aceitar a repatriação, enquanto os condenados não tinha por que trocar uma prisão por outra e irem para o Brasil à espera de uma remota e problemática anistia. Hermenegildo foi dos mais resolutos defensores da tese de não se entregarem.

Dirigindo-se a Hermenegildo, o representante diplomático da camarilha getulista disse: - Vocês vão morrer aí nesses buracos...

A resposta, rápida e firme, parecia brotar de uma velha convicção arraigada à qual de dava oportunidade de manifestar-se mais uma vez:

- Aqui nós não estamos condenados; de um momento para outro poderemos usar a liberdade para prosseguir na luta.

Em fevereiro de 1940, após um ano de prisão, a maior parte do qual passada no campo de concentração de Gurs, o governo francês resolve mobilizar à força os prisioneiros, para as companhias de trabalho no front. A posição política dos comunistas e dos anti-fascistas só podia ser uma: não apoiar um governo de traidores e capitulacionistas como o dos "socialistas" Daladier, Blum e Cia.

Com três outros brasileiros, inclusive WOLF ROITBERG - o herói anti-fascista que foi fuzilado pelos fascistas em 1944 -, Hermenegildo é enviado para a fronteira franco-belgo-luxemburguesa para os trabalhos forçados no prolongamento noroeste da linha Maginot.

Os maus tratos e as violências sofridas no decorrer da viagem são indescritíveis. Os prisioneiros eram transportados em vagões de gado.

O otimismo sadio de Hermenegildo parece zombar da adversidade: nunca se ouviu dele uma queixa. Assim era Hermenegildo. Sua firmeza revolucionária como que buscava alento para revelar-se na plenitude de sua pujança, nas ocasiões de descenso revolucionário, nas horas mais duras.

Em maio de 1940, os alemães desencadeiam sua fulminante ofensiva contra as desmoralizadas tropas anglo-francesas, minadas pela traição e o quinta-colunismo. Sucedem-se os bombardeios. Há uma ordem do governo francês para que os trabalhadores prisioneiros sejam retirados para o sul da Bretanha, nas proximidades do porto de Vannes.

Em marchas forçadas, sob o olhar vigilante e odioso da gendarmerie, sob a metralhadora e os bombardeios, largando a bagagem pelos caminhos, chegam os anti-fascistas prisioneiros ao novo campo de concentração.

Pouco depois - quatorze de julho - a queda de Paris; a capitulação completa, o armistício. O Campo onde estavam Hermenegildo e seus companheiros ficava na zona de ocupação alemã. Voltar à vida, voltar à luta, impulsiona novamente a vontade férrea do combatente comunista.

Foi, então, estudado um plano de fuga por grupos nacionais e, dentre destes, por grupos de companheiros mais íntimos. Hermenegildo, Wolff e quatro outros brasileiros ficaram no mesmo grupo. A fuga deveria ser realizada à noite, entre um posto e outro de sentinela, através da cerca eletrificada de arame farpado. A passagem deveria realizar-se um a um, tendo sido combinado um ponto de reunião fora do campo.

Hermenegildo foi o quarto a cruzar a cerca. Depois dele, o quinto foi surpreendido e a sentinela abriu fogo. O sexto já não pôde sair.

Nos cinco primeiros dias após a evasão, andaram os fugitivos mais de 120 quilômetros, deomindo de dia, ao ar livre, e marchando à noite., furtando-se à vigilância que se realizava nas estradas. A experiência de Assis, improvisando o que era necessário, e seu otimismo levantaram os ânimos, ajudando-os a prosseguir.

A 28 de junho de 1940, Hermenegildo e seus camaradas brasileiros chegavam a Paris.

Revolucionário até o fim

Entre os emigrados espanhóis achava-se a jovem Josefina - a catalã republicana. Hermenegildo se aproxima de Josefina. Amam-se em Paris, na velha Paris espezinhada pelo tacão da bota nazista. Acontece que era praticamente impossível a um revolucionário estrangeiro movimentar-se, utilmente para a revolução, pela capital francesa, vigiada pela Gestapo e por colaboracionistas. Os três brasileiros anti-fascistas que se encontravam em Paris resolvem sair da França ocupada. Hermenegildo teria que deixar Josefina e empreender a fuga. Era impossível levá-la consigo.

A embaixada brasileira, macomunada com os nazistas, não visaria os passaportes de três anti-fascistas. A saída deveria ser clandestina.

Hermenegildo, com seus dois companheiros, deixa Paris, rumo à fronteira com a França não ocupada governada por Vichy, em fins de maio de 1941. Palmilharam a estrada no estilo que lhes impunha a situação: à noite, marchavam, de dia, ocultavam-se.

Na noite de primeiro para dois de junho, os três camaradas atingem a linha demarcatória. Mais alguns passos e estariam fora da França ocupada. Nessa noite Hermenegildo se queixa de sentir a cabeça pesada, de o incomodar muito uma pequena espinha no nariz. Tem febre. Pela madrugada delira. Seus camaradas querem tratá-lo mas não há recursos, não conhece ninguém. Os mil olhos da Gestapo estão em toda a parte. Procurarem algum recurso local seria arriscarem tudo. A febre aumenta. Para hospitalizá-lo têm de regressar a Paris. Nos momentos de lucidez, percebendo que contamarchavam, Hermenegildo protesta. Mas o robusto organismo, ainda que temperado por duras e rijas jornadas, fraqueja, minado pela infecção.

No dia três já não reconhece os camaradas. No dia quatro de julho de 1941 morre de septicemia.

Assim, aos trinta anos de idade, expirou um dos mais valentes, honestos e abnegados lutadores brasileiros da causa do socialismo internacional.

Assim morreu Hermenegildo, em plena luta. Morreu porque, palmilhando o caminho do dever revolucionário, achou-se à míngua de recursos.

Uma vida exemplar

A vida de Assis foi, pois, um permanente, um continuado exemplo de abnegação e firmeza revolucionárias. Ele não era desses que só manifestam entusiasmo, disposição, combatividade, nos momentos de ascenso revolucionário. Lenin observava que "não é difícil ser revolucionário quando a revolução estalou e se encontra no seu apogeu, quando todos e cada um aderem à revolução por entusiasmo, por moda e às vezes por interesse pessoal e desejo de fazer carreira..." Hermenegildo de Assis Brasil era o contrário disso: a sua combatividade, o seu entusiasmo encontravam formas de expressão mais vivas e mais heróicas nas horas de descenso revolucionário, nas hora amargas em que tudo parecia sossobrar. São homens da têmpera de Assis que imprimem velocidade crescente ao movimento revolucionário. Exemplo que adeja pelas alturas do sublime, quando se revela na confiança do papel da juventude revolucionária: "Você compreende, camarada, se eu fraquejasse iria desiludir os "meninos", logo no começo de sua carreira revolucionária. E isto eu não podia fazer. Eu precisava corresponder à confiança que os "meninos"depositavam em mim e no partido".

Aqueles que tiveram a oportunidade e a honra de conhecer Hermenegildo de Assis Brasil, jamais esquecerão aquela figura simples, rude e boa, para quem a vitória do socialismo era o fanal de sua vida heróica. De olhar sereno e calmo, com lampejos de energia e astúcia. Olhar manso espelhando a simplicidade, a rudeza, a bondade, mas também a firme e exemplar determinação de um consciente militante proletário do jovem Partido Comunista do Brasil.

(Texto de Agildo Barata, Revista Problemas , nº 26, maio de 1950, Rio de Janeiro.)

Em 1936, antes de sua partida para a Espanha, HERMENEGILDO relacionou-se em Cacequi, RS com uma moça de apelido NIQUINHA, sendo pais de:

T.1.3.4.1 - DELMA DE ASSIS BRASIL

B.1.3.5 - JOÃO ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel, funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, faleceu em Santo Antônio da Patrulha-RS. Casou-se com NAIR BERTOLETTI, comerciante. Pais de:

T.1.3.5.1 - VICTOR HUGO DE ASSIS BRASIL

T.1.3.5.2 - MAEVE DE ASSIS BRASIL

B.1.3.6 - MÁRCIA DE ASSIS BRASIL, funcionária pública estadual, nasceu em São Gabriel-RS e reside em Porto Alegre_RS (1999). Casou-se com ALFREDO RODRIGUES DE CARVALHO FILHO, comerciante, nascido em Rio Grande-RS, falecido em Porto Alegre (1950). Pais de:

T.1.3.6.1 - HERMENEGILDO DE ASSIS BRASIL CARVALHO

B.1.3.7 - EURICO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS, Dentista, Sub-Tenente do Exército, faleceu em Porto Alegre. Casou-se com NILZA MARTINS. Pais de:

T.1.3.7.1 - NELSON DE ASSIS BRASIL

T.1.3.7.2 - MARIA ELEONORA DE ASSIS BRASIL

B.1.3.8 - RUY DE ASSIS BRASIL nasceu em 13-12-1915 na cidade de São Gabriel-RS, fazendeiro, faleceu em 07-04-1987 na cidade de São Borja-RS. Casou-se em primeiras núpcias com T.3.5.3.1 - ZILDA REIS, precocemente falecida em 27-05-1970. Zilda, que passou a assinar ZILDA REIS DE ASSIS BRASIL, era a primeira filha de B.3.5.3 - ANNÍBAL JOBIM REIS e de AMÉLIA VAZ REIS, relacionados mais abaixo na descendência de N.3.5 - QUILUCHA DE ASSIS BRASIL JOBIM. Pais de:

T.1.3.8.1 - MARTA HELENA DE ASSIS BRASIL

T.1.3.8.2 - SÉRGIO DE ASSIS BRASIL

RUY casou-se em segundas núpcias na cidade de São Borja-RS, em 22-11-1971 com EVA CARVALHO que passou a assinar EVA CARVALHO DE ASSIS BRASIL, nascida em 22-11-1940 na cidade de Santo Augusto-RS e residente em São Borja-RS (2000). Pais de:

T.1.3.8.3 - JÚLIO CÉZAR CARVALHO DE ASSIS BRASIL

T.1.3.8.4 - VALQUÍRIA CARVALHO DE ASSIS BRASIL>

T.1.3.8..5 - ROGÉRIO CARVALHO DE ASSIS BRASIL

T.1.3.8.6 - VALÉRIA CARVALHO DE ASSIS BRASIL

B.1.3.9 - ADÃO DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS. Comerciante, ferroviário aposentado, casou-se com CECI ... Pais de:

T.1.3.9.1 - LEONARDO DE ASSIS BRASIL

T.1.3.9.2 - MARTA HELENA DE ASSIS BRASIL

T.1.3.9.3 - NAIR DE ASSIS BRASIL

B.1.3.10 - CIVA DE ASSIS BRASIL nasceu em São Gabriel-RS (19/12/1921) e reside em Taquara-RS. Casou-se (1945) com AGOSTINHO VALDEMIRO DA POIAN, agricultor, nascido em Antônio Prado-RS (24/03/1920), falecido em Taquara-RS (1980). Pais de:

T.1.3.10.1 - LEÔNIDAS DE ASSIS BRASIL DA POIAN

T.1.3.10.2 - MÁRCIA ESTELA DA POIAN


Ascendentes imediatos: N.1.4 - JOSÉ DE ASSIS BRASIL e MATILDE SOARES

B.1.4.1 - LAURO DE ASSIS BRASIL, nasceu em ...-...-19..., (profissão), residiu em, casou-se em ... em ...-...-19..., com EURYDICE ... , profissão ..., nascida em ... em ...-...-19..., filha de ... e de ..., que passou a assinar ....DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T......

Casou com .......... SOUZA.........?, filha de B.1.4.2 - MÁRCIO DE ASSIS BRASIL PAES, nasceu em ...-...-19..., (profissão), residiu em, casou-se em ... em ...-...-19..., com LUIZA PEREIRA DE SOUZA, profissão ..., nascida em ... em em ...-...-19..., filha de João Francisco Pereira de Souza, gaúcho da fronteira , e de .... Luiza passou a assinar LUIZA ....DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.1.4.2.1 - B.1.4.3 - FLORO DE ASSIS BRASIL, nasceu em ...-...-19..., (profissão), residiu em ..., casou-se em em ...-...-19..., com ...., profissão ..., nascida em ...-...-19..., filha de ... e de ..., que passou a assinar ....DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.1.4.3.1 - ADYL DE ASSIS BRASIL


Ascendentes imediatos: N.1.4 - JOSÉ DE ASSIS BRASIL e AUGUSTA BIER

B.1.4.4 - LEDA DE ASSIS BRASIL nasceu em ...-...-1915 e faleceu em 1987, aos 72 anos. Profissão ..., residiu em ..., casou-se em ... em ...-...-19..., com NELSON BRAGA MOREIRA, general do Exercito, nascido em ... em ...-...-19..., filho de ... e de .... Pais de:

T.1.4.4.1 - MYRIAN DE ASSIS BRASIL MOREIRA

B.1.4.5 - LIVA DE ASSIS BRASIL, nasceu em ...-...-19...,profissão ..., faleceu em ...-...-19..., residiu em, casou-se em ... em ...-...-19..., com ...., profissão ..., nascido em ... em ...-...-19..., filho de ... e de .... Pais de:

T......


Ascendentes imediatos: N.2.1 - PTOLOMEU DE ASSIS BRASIL e ARLINDA PORTO DE CASTILHOS

B.2.1.1 - DARWIN DE ASSIS BRASIL casou-se em primeiras núpcias com ALMERINDA DE CAMPOS GIRÃO, sem sucessão. Em segundas casou-se com JACY VIEIRA VALLE, enteada de seu pai. Pais de:

T.2.1.1.1 - MARTHA DE ASSIS BRASIL

T.2.1.1.2 - AMAURY DE ASSIS BRASIL

T.2.1.1.3 - LEDA DE ASSIS BRASIL


Foto feita na Fazenda Panorama, São Gabriel, cedida por
KLAUSS CASTILHOS JACINTHO PEREIRA, klausscjp@terra.com.br.
Da esquerda para a direita JACY VIEIRA VALLE, DARWIN DE ASSIS BRASIL,
ARLINDA DE OLIVEIRA CASTILHOS e JUVENTILIA DE OLIVEIRA CASTILHOS.

B.2.1.2 - DÁCIO DE ASSIS BRASIL, nasceu em São Gabriel em 01-11-1904, médico e ruralista, casou-se com N.6.12 - LINA DE ASSIS BRASIL, sua prima em 2º grau, já citada na página 2ª GERAÇÃO. Sua descendência está listada nesta página, mais abaixo. O nome do Parque de Exposições de Esteio-RS, "Parque de Exposições Assis Brasil" - onde ocorre anualmente o maior evento rural do estado - é uma homenagem ao Dr. Dácio de Assis Brasil, que foi presidente da FARSUL - Federação da Agricultura do RGS por duas vezes, 1957 e 1965. A sua e trajetória e grandiosidade de caráter estão apresentadas no texto abaixo, pesquisado por MARÍLIA CHECHELLA no livro São Gabriel desde o princípio, de Osorio Santana Figueiredo, 2ª ed., 1980, E. Pallotti, Santa Maria-RS, páginas 208-211.

DR. DÁCIO DE ASSIS BRASIL


VINTE DE SETEMBRO DE 1963 - Inesquecível momento da vida deste grupo. Da esquerda
para a direita: Carlos Brandão Rocha, o Autor, sr. Fernando Macedo, dr. Dácio de Assis Brasil,
dr. Hélio de Oliveira Machado, sr. Rolino Leonardo Vieira, dona Lina de Assis Brasil e outros.

Uma das figuras proeminentes do ruralismo rio-grandense, que se destacou também na política do nosso Estado, na sua época, foi sem dúvida, o dr. Dácio Assis Brasil.

Nasceu em São Gabriel, a 1° de novembro de 1904. Era filho do general Ptolomeu de Assis Brasil e de Arlinda Castilhos de Assis Brasil. A travessia no rio Vacacaí, no "Passo do Pinto", era intransponível e intransitável durante as cheias, isolando da sede, a Vila Santa Clara e três dos principais Distritos. Mandou levantar, ali, um grande aterro com duas pontes.

Aos dezoito anos, exerceu a profissão de agrimensor. Formou-se médico pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1930, especializando-se em obstetrícia e clínica geral.

Em 1932, regressou à sua terra natal, onde se dedicou aos seus deveres profissionais, desempenhando-os com devoção sacerdotal.

No ano de 1939, abandonou a medicina, passando a se dedicar, inteiramente, ao ruralismo. O cooperativismo era sua grande meta.

Foi um dos fundadores da Cooperativa Rural Gabrielense Ltda., presidindo-a, nos períodos de 1944 a 1945 e de 1954 a 1960. Fez parte do grupo de pecuaristas que fundaram a Cooperativa de Lã Tejupá Ltda., da qual foi Presidente de 1953 a 1956, reelegendo-se para o período seguinte até 1959.

O dr. Dácio foi o primeiro Presidente da FARSUL (Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul), sendo eleito para esse importante cargo nos biênios de 1957/59 e 1965/68, quando teve a exitosa tarefa de implantar o sindicalismo rural do Rio Grande do Sul.

São Gabriel muito lhe deve nesse setor. Foi um dos principais idealizadores do Frigorífico Santa Brígida.

A FARSUL prestou-lhe duas homenagens, ainda em vida: a inauguração de um retrato a óleo no Salão de Atos e a denominação das instalações localizadas no Parque de Exposições de Esteio, que recebeu o nome de "Sede Dr. Dácio Assis Brasil".

Militou no antigo Partido Libertador, como um dos membros mais representativos, tanto no Diretório Local como no Regional. Dotado de primorosas virtudes de idealista inato, era uma voz atuante e de uma admirável visão dos fatos.

Homem desprendido e sóbrio, punha sempre antes de si o bem comum e coletivo. Costumava dizer: "Ninguém deve fazer alguma coisa, pensando em recompensa. Desejá-la é não merecer". Possuidor de um espírito eminentemente agremiador, criou em torno de si um núcleo de incalculável número de amigos e admiradores.

Sua terra, reconhecida, prestou-lhe várias homenagens. O Governo Municipal conferiu-lhe o título de "Cidadão Emérito"; um populoso Bairro e uma Escola Estadual de 1º Grau, levam o seu nome.

Faleceu, em São Gabriel, em 30 de setembro de 1977. Seu desaparecimento causou grande consternação entre os gabrielenses e os seus admiradores de todo o Estado. O Ex-Ministro da Agricultura, Luiz Fernando Cirne Lima, homenageando-o, na ocasião, escreveu: "Com a morte do Dr. Dácio Assis Brasil, o Rio Grande ficou menor. Dele se pode dizer que foi um homem que nunca se deixou poluir. A ele cabe de forma plena e total o qualificativo: cidadão impoluto."

O Dr. Dácio era casado com dona Lina de Assis Brasil, filha de um expoente gabrielense, dr. Joaquim Francisco de Assis Brasil, diplomata e literato de renome internacional. Tiveram cinco filhos: Ana Maria, Maria Ignês, Vera Maria, Carlos Dácio e Jaime Dácio.

B2.1.2 - ANTÔNIO JOSÉ DE ASSIS BRASIL, Capitão da Reserva não remunerada do Exército, por ter pedido demissão do Exército para administrar a fazenda deixada por seu pai. Casou-se com STELLA DE FREITAS PAIVA. Pais de:

T.2.1.2.1 - PTOLOMEU DE ASSIS BRASIL

T.2.1.2.2 - ARLINDA DE ASSIS BRASIL

T.2.1.2.3 - DARWIN DE ASSIS BRASIL

B..2.1.3 - ARLINDA DE ASSIS BRASIL, casou-se com o Capitão JOSÉ FERRUGEM DE MELLO MATTOS, sem sucessão.

B.2.1.4 - AVELINO DE ASSIS BRASIL, casou-se com ANTÔNIA DE LIMA TEIXEIRA, já falecida, sem sucessão.


Ascendentes imediatos: N.2.3 - JOSÉ DE ASSIS BRASIL e MARÇALINA MARÇAL DA SILVA

B.2.3.1 - MARÇAL DE ASSIS BRASIL, nasceu em 09-09-1904 na estância de São José, de propriedade de seu pai, localizada nas Três Divisas, município de São Gabriel-RS. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre tendo se formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul por volta de 1929 ou 1930. Era um bom atleta, ginasta de barra e de solo, tenista e cavaleiro. Era poliglota e muito conceituado professor de Português em Veranópolis-RS, São Gabriel-RS e em Santa Maria-RS. Foi, também, renomado orador. Advogou nos fóruns de Santa Maria e de São Gabriel. Postulava que "A Virtude é o premio da Virtude , assim como o Vício é o castigo do próprio Vicio". No início da década de 30, foi Secretário de Governo do Estado de Santa Catarina, durante o mandato dos Interventores Federais General PTOLOMEU DE ASSIS BRASIL e Major RUY ZOBARAN, seus tios. Durante a Revolução de 1930, iniciou sua carreira militar ao ser comissionado Oficial de Artilharia. Chefiou Juntas de Serviço Militar em Araranguá-SC, SãoGabriel-RS e Veranópolis-RS. Serviu no Ministério da Guerra, no Rio de Janeiro, de 1940 a 1941, em Santa Maria-RS na 9ªCRM e no Regimento Mallet, quando passou à Reserva Remunerada em 1948 com proventos de Major.

Marçal casou-se em Santiago-RS, em 08-07-1931, com IZABEL DA JORNADA DORNELLES, nascida em 20-07-1907 em São Thiago do Boqueirão-RS, atual Santiago. Izabel era filha de fazendeiro pecuarista abastado, tendo estudado na Fazenda Estrela, quase um bairro do "Povinho", nome com que os santiaguenses designavam sua cidade. Izabel tinha o apelido familiar e santiaguense de DONA. Aos dez anos solicitou e obteve de seu pai, JOÃO EVANGELISTA DORNELLES, mais tarde homenageado com uma rua da cidade com seu nome, autorização e autonomia para administrar seu "dote de noiva" e dispor de seus rendimentos. Montava bem e era a única das cinco filhas a participar das lides de campo. Foi a primeira mulher a dirigir automóvel em Santiago, na década de 20. Atirava bem com revólver enquanto moça. Usou óculos desde cedo, tendo operou os olhos mais de cinco vezes, ainda menina, em cirurgias realizadas em Buenos Aires. Aos oitenta anos, depois de cega por quase dois anos, fez implantação de córnea, com sucesso, em Porto Alegre. Apesar de filha de "chimangos" (denominação dos primos de Getulio Vargas, então no governo de BORGES DE MEDEIROS no Rio Grande do Sul), era "assisista" (simpatizante de F.6 - JOAQUIM FRANCISCO DE ASSIS BRASIL) e, com seu irmão SAMUEL DA JORNADA DORNELLES, colaborava ativamente com a facção revolucionária, tendo mesmo oferecido o cavalo de sua montaria ao "General", título obtido na Revolução de 1923/25, HONÓRIO LEMES DA SILVA, para a ajudar a Revolução de 1930. Assegurava que, após o Tratado de Pedras Altas, Honório mandara um de seus filhos, Gaspar, depois casado com B.3.4.3 - ARLINDA JOBIM BRASIL, devolver-lhe o cavalo. Era bastante versada na história política nacional, principalmente a regional sulina, e em Literaturas Brasileira, Portuguesa e "Gaücha-bilingüe". Faleceu em São Gabriel-RS, em 28-05-2000, ainda adminstrando seus bens.

Marçal faleceu em São Gabriel-RS, em 30-03-1953. Pais de:

T.2.3.1.1 - JOÃO EVANGELISTA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.1.2 - JOSÉ DE ASSIS BRASIL

B.2.3.2 - LILA DE ASSIS BRASIL, casou-se com PAULO DA CUNHA TEIXEIRA. Pais de:

T.2.3.2.1 - ILZA DE ASSIS BRASIL TEIXEIRA

T.2.3.2.2 - ZILÁ DE ASSIS BRASIL TEIXEIRA

T.2.3.2.3 - RAUL DE ASSIS BRASIL TEIXEIRA

T.2.3.2.4 - MARCOS DE ASSIS BRASIL TEIXEIRA

B.2.3.3 - ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL, casou-se com GABRIELA RODRIGUES TEIXEIRA. Pais de:

T.2.3.3.1 - MARÇALINA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.3.2 - CLARISSA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.3.3 - DARIO DE ASSIS BRASIL

B.2.3.4 - DÉCIO DE ASSIS BRASIL, Coronel do Exército, nasceu em 10-11-1911, onde faleceu em 1996, casou-se com ALIRE RODRIGUES MACHADO, também conhecida por Dona Juquinha, fazendeira, nascida em São Gabriel em 22-11-1912, onde reside (2004). Após seu casamento Alire passou a assinar ALIRE MACHADO DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.2.3.4.1 - MARIA HELENA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.4.2 - OLGA HELENA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.4.3 - ANA HELENA DE ASSIS BRASIL

B.2.3.5 - ALANO DE ASSIS BRASIL, casou-se com DINORAH TEIXEIRA RODRIGUES. Pais de:

T.2.3.5.1 - MANOEL JOSÉ DE ASSIS BRASIL

T.2.3.5.2 - DÉLIO DE ASSIS BRASIL

T.2.3.5.3 - CÂNDIDO DE ASSIS BRASIL

T.2.3.5.4 - MARIZA DE ASSIS BRASIL

T.2.3.5.5 - FERNANDO DE ASSIS BRASIL

B.2.3.6 - DÉLIO DE ASSIS BRASIL, faleceu solteiro.

B.2.3.7 - CÁSSIO DE ASSIS BRASIL, nasceu em São Gabriel-RS, casou-se com BEATRIZ ABBOTT RODRIGUES que passou a assinar BEATRIZ RODRIGUES DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.2.3.7.1 - HOMERO DE ASSIS BRASIL

B.2.3.8 - IDALINA DE ASSIS BRASIL, nasceu em ..., fazendeira em São Gabriel-RS, casou-se com o General GASTÃO PEREIRA DOS SANTOS, irmão do General ADALBERTO PEREIRA DOS SANTOS, passando a assinar ... Pais de:

T.2.3.8.1 - GUILHERME PEREIRA DOS SANTOS


Ascendentes imediatos: N.2.4 - ANTÔNIA DE ASSIS BRASIL e JOSÉ CARLOS DE ARAÚJO DE SILVA

B.2.4.1 - MÁRIO DE ASSIS BRASIL E SILVA, faleceu solteiro.

B.2.4.2 - NEY DE ASSIS BRASIL (E SILVA) nasceu em Rosário do Sul-RS e faleceu em Porto Alegre-RS. Retirou, judicialmente o sobrenome "E SILVA". Engenheiro-geólogo, casou-se com YOLANDA GARCIA, nascida em 07-06-1913, já falecida. Pais de:

T.2.4.2.1 - JUAREZ GARCIA DE ASSIS BRASIL

T.2.4.2.2 - LUIZ CARLOS GARCIA DE ASSIS BRASIL

T.2.4.2.3 - MARIA HELENA GARCIA DE ASSIS BRASIL

B.2.4.3 - JÚLIO DE ASSIS BRASIL E SILVA, faleceu solteiro.

B.2.4.4 - ARLINDA DE ASSIS BRASIL E SILVA, faleceu solteira.

B.2.4.5 - IDA DE ASSIS BRASIL E SILVA nasceu em Rosário do Sul-RS e faleceu em Porto Alegre-RS. Casou-se com o Desembargador JOÃO PINHEIRO RIBEIRO, que faleceu em Porto Alegre-RS. Pais de:

T.2.4.5.1 - ERNESTO BRASIL PINHEIRO RIBEIRO

B.2.4.6 - BRASIL DE ASSIS BRASIL E SILVA, faleceu solteira.

B.2.4.7 - DORA DE ASSIS BRASIL E SILVA, faleceu solteira.

B.2.4.8 - AMÍLCAR DE ASSIS BRASIL E SILVA, médico-veterinário, nasceu em Rosário do Sul-RS (02/09/1911) e faleceu em Porto Alegre-RS em (10-08-1987). Casou-se com GLACY LISBOA PEREIRA, nascida em 19-04-1913 e falecida em 08-08-1978. Pais de:

T.2.4.8.1 - GILBERTO ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL E SILVA

T.2.4.8.2 - LUIZ ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL E SILVA

B.2.4.9 - NORA DE ASSIS BRASIL E SILVA nasceu em Rosário do Sul-RS e faleceu em Porto Alegre-RS. Casou-se com FIORELLO RANZOLIN, engenheiro agrônomo, falecido em Porto Alegre-RS. Pais de:

T.2.4.9.1 - PAULO FERNANDO RANZOLIN


Ascendentes imediatos: N.3.1 - MARIA JÚLIA DE ASSIS BRASIL JOBIM e JOSÉ LAUREANO DA SILVA

B.3.1.1 - FÉLIX TIBIRIÇÁ DA SILVA, casou-se com DIVA METELLO RODRIGUES. Pais de:

T.3.1.1.1 - SOLON HERMENEGILDO RODRIGUES DA SILVA

T.3.1.1.2 - CERES RODRIGUES DA SILVA

T.3.1.1.3 - JOSÉ PLAUTO RODRIGUES DA SILVA

T.3.1.1.4 - MARCO ANTÔNIO RODRIGUES DA SILVA

B.3.1.2 - SARA DE ASSIS BRASIL SILVA, casou-se com PERCILIANO DE FARIA CORRÊA, sobrinho-neto do Barão de Cambahy. Pais de:

T.3.1.2.1 - LUDY DA SILVA FARIA

T.3.1.2.2 - NEY DA SILVA FARIA

T.3.1.2.3 - RUY DA SILVA FARIA

T.3.1.2.4 - MARIA JÚLIA DA SILVA FARIA

T.3.1.2.5 - PARY DA SILVA FARIA

T.3.1.2.6 - CECY DA SILVA FARIA

T.3.1.2.7 - CORA DA SILVA FARIA

T.3.1.2.8 - PERCILIANO DA SILVA FARIA

B.3.1.3 - SOLANO HERMENEGILDO DA SILVA, casou-se com HERCÍLIA MARTINS DOS SANTOS. Pais de:

T.3.1.3.1 - SETEMBRINO DOS SANTOS SILVA

T.3.1.3.2 - CAIO DOS SANTOS SILVA

T.3.1.3.3 - JOSÉ MARIA DOS SANTOS SILVA

B.3.1.4 - CORA DE ASSIS BRASIL SILVA, faleceu solteira.

B.3.1.5 - MARIA DE ASSIS BRASIL SILVA, faleceu solteira.

B.3.1.6 - AVELINA DE ASSIS BRASIL SILVA, faleceu solteira.

B.3.1.7 - FELISBERTA DE ASSIS BRASIL SILVA, faleceu solteira.


Ascendentes imediatos: N.3.2 - ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL JOBIM e ...

B.3.2.1 - SIXTO JOBIM, pai de:

T.3.2.1.1 - HOMERO JOBIM

B.3.2.2 - ADÃO JOBIM

T.3.2.2.1 - ELZA JOBIM

B.3.2.3 - NERO JOBIM

B.3.2.4 - NELSON JOBIM, faleceu solteiro

B.3.2.5 - EVA JOBIM, casou-se com ... Pais de:

T.3.2.5.1 - ANÍBAL JOBIM ...

T.3.2.5.2 - ALICE JOBIM ...

B.3.2.6 - ÁUREA JOBIM

B.3.2.7 - ALDA JOBIM


Ascendentes imediatos: N.3.4 - FLORINDA DE ASSIS BRASIL JOBIM e PAULINO BRASIL

B.3.4.1 - ARNALDO JOBIM BRASIL, casou-se com CAROLINA DE ÁVILA FORTES. Pais de:

T.3.4.1.1 - DIVA FORTES BRASIL

T.3.4.1.2 - DELMO FORTES BRASIL

T.3.4.1.3 - DÁCIO FORTES BRASIL

T.3.4.1.4 - DELTA FORTES BRASIL

T.3.4.1.5 - DERLI FORTES BRASIL

T.3.4.1.6 - SILESI FORTES BRASIL

T.3.4.1.7 - DERCI FORTES BRASIL

B.3.4.2 - ALDA JOBIM BRASIL

B.3.4.3 - FLORINDA JOBIM BRASIL, casou-se com GASPAR DA SILVEIRA LEMES, filho do General HONÓRIO LEMES DA SILVA, assassinado em Rosário-RS por um cunhado em consequência de disputas familiares por volta de 1940. Pais de:

T.3.4.3.1 - ÍNDIO DO BRASIL LEMES

T.3.4.3.2 - ODILA BRASIL LEMES

T.3.4.3.3 - HONÓRIO BRASIL LEMES

T.3.4.3.4 - JUAREZ BRASIL LEMES

B.3.4.4 - ADIL JOBIM BRASIL, casou-se com ... ACOSTA. Pais de:

T. - ...

B.3.4.5 - AMADO JOBIM BRASIL nasceu em ..., casou-se com CORA VIEDO LEAL. Pais de:

T.3.4.5.1 - IVAN LEAL BRASIL

T.3.4.5.2 - IVONE LEAL BRASIL

T.3.4.5.3 - GENECI LEAL BRASIL

T.3.4.5.4 - GENI LEAL BRASIL

T.3.4.5.5 - CARLOS ALBERTO LEAL BRASIL

B.3.4.6 - ALZIRA JOBIM BRASIL, casou-se com CAMILLO DE MELLO. Pais de:

T. - ...

B.3.4.7 - ARTMAN JOBIM BRASIL, casou-se com ...


Ascendente imediato: N.3.5 - QUILUCHA DE ASSIS BRASIL JOBIM e CARLOS AUGUSTO DE SOUZA REIS

B.3.5.1 - EGLANTINE JOBIM REIS era solteira e conheceu SERAFIM DOS SANTOS SOUZA, médico muito famoso em Bagé-RS. Ele era casado, tendo seis filhos desse casamento. Conhecido como um homem bastante galanteador, Serafim apaixonou-se intensamente por Eglantine por volta do final dos anos 40. Serafim deixou a família e foi viver com Eglantine, causando escândalo devido aos costumes rígidos da época. Esse romance provocou a ira do pai de Eglantine, CARLOS AUGUSTO DE SOUZA REIS, que odiava Serafim e a todos dizia que queria matá-lo. Com o passar dos anos Eglantine veio a sofrer de tuberculose, grande mal da época. Serafim teve que voltar para sua família, devido à pressão da sociedade, mas continuou apaixonado pela Eglantine, fazendo o que era possível para tratá-la. Todos seus esforços foram em vão, pois não havia remédios para essa doença, vindo Eglantine a falecer. Aproximadamente um ano após a morte de Eglantine, Serafim também faleceu vítima de angina. Pais de:

T.3.5.1.1 - POTY REIS

T.3.5.1.2 - PERY REIS

T.3.5.1.3 - EVOTY REIS

T.3.5.1.4 - IPORÁ REIS

T.3.5.1.5 - UBIRÁ REIS

T.3.5.1.6 - IRACY REIS

B.3.5.2 - CARLOTTA JOBIM REIS, faleceu solteira.

B.3.5.3 - ANNÍBAL JOBIM REIS, nasceu em ..., casou-se com AMÉLIA VAZ, que passou a assinar AMÉLIA VAZ REIS. Pais de:

T.3.5.3.1 - ZILDA REIS

T.3.5.3.2 - JORGE JOBIM

T.3.5.3.3 - ALICE REIS

T.3.5.3.4 - PAULO REIS


Ascendente imediato: N.5.1 - LAURA DE ASSIS BRASIL JOBIM e CARLOS SALDANHA

B.5.1.1 - LÉA PAES DE SALDANHA

B.5.1.2 - LIA PAES DE SALDANHA


Ascendente imediato: N.6.8 - FRANCISCO DE ASSIS BRASIL e JULIETA DE SOUSA MARTINS

B.6.8.1 - JOAQUIM FRANCISCO MARTINS DE ASSIS BRASIL nasceu em 27-01-31 em Pelotas-RS, residiu e faleceu em Alegrete-RS em 20-05-1988, casou-se em Alegrete-RS, em julho de 1996, com LÍGIA CASTRO PEREIRA, nascida em Alegrete-RS em 23-05-1946, pecuarista, que passou a assinar LÍGIA PEREIRA DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.6.8.1.1 - LUIZ FRANCISCO PEREIRA DE ASSIS BRASIL

T.6.8.1.2 - FLÁVIO PEREIRA DE ASSIS BRASIL

B.6.8.2 - JOSÉ LUIZ DE ASSIS BRASILNasceu em 1933. Solteiro.

B.6.8.3 - MARIA CECÍLIA DE ASSIS BRASIL, casou-se com ROBERTO NUNES MENDES, Coronel do Exército, passando a assinar MARIA CECÍLIA DE ASSIS BRASIL MENDES. Pais de:

T.6.8.3.1 - MARTHA DE ASSIS BRASIL MENDES

T.6.8.3.2 - BEATRIZ DE ASSIS BRASIL MENDES

T.6.8.3.3 - SUZANA DE ASSIS BRASIL MENDES

T.6.8.3.4 - ROBERTO DE ASSIS BRASIL MENDES


Ascendente imediato:N.6.10 - DOLORES DE ASSIS BRASIL e FERNANDO MACEDO

B.6.10.1 - MANUEL FRANCISCO ASSIS BRASIL MACEDO, médico e pecuarista, casou-se com T.10.1.1.1 - LAURA MASSON CAMPOS, adiante relacionada. Pais de:

T.6.10.1.1 - FLÁVIO DE ASSIS BRASIL MACEDO

T.6.10.1.2 - LAURA MARIA DE ASSIS BRASIL MACEDO

B.6.10.2 - MARIA DOLORES DE ASSIS BRASIL MACEDO, casou-se com MANUEL ANTÔNIO DE MACEDO LINHARES, passando a assinar MARIA DOLORES MACEDO LINHARES. Pais de:

T.6.10.2.1 - FERNANDO MACEDO LINHARES

T.6.10.2.2 - CAROLINA MACEDO LINHARES

B.6.10.3 - PEDRO DE ASSIS BRASIL MACEDO

B.6.10.4 - JOSÉ PEDRO DE ASSIS BRASIL MACEDO, casou-se com MARTHA AZAMBUJA, que passou a assinar MARTHA AZAMBUJA MACEDO. Pais de:

T.6.10.4.1 - PEDRO MACEDO

T.6.10.4.2 - MARIA LÚCIA MACEDO


Ascendente imediato: B.6.11 - JOAQUIM DE ASSIS BRASIL e MARIA MARTINS COSTA PEREIRA

B.6.11.1 - LYDIA COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL, fazendeira, formada em administração, divorciada, nasceu em em Pedras Altas-RS (15-04-1954), onde reside (2005), casou-se com com MARCO BRUM. Pais de:

T.6.11.1.1 - ADRIANA DE ASSIS BRASIL BRUM

Lydia casou-se em segundas núpcias com JOÃO LUÍS UZEYKA. Pais de:

T.6.11.1.2 - JOANA DE ASSIS BRASIL UZEYKA

B.6.11.2 - NOÊMIA COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL nasceu em 17-12-1955 na cidade de Alegrete-RS, onde faleceu em 07-03-1984, casou-se com FRANCISCO JOSÉ NAPOLES MAZZEI e passou a assinar NOÊMIA DE ASSIS BRASIL MAZZEI. Pais de:

T.6.11.2.1 - CÍCERO DE ASSIS BRASIL MAZZEI

T.6.11.2.2 - CECÍLIA DE ASSIS BRASIL MAZZEI

B.6.11.3 - JOAQUIM DE ASSIS BRASIL FILHO (JOAQUINZINHO ou TACO) nasceu em 14-06-1959 na cidade de Alegrete-RS, médico-veterinário, casou-se com ANELISE PERES MILANO, nascida em Alegrete-RS, em ...-...-19..., filha de EURÍPIDES BRASIL MILANO NETO e de MARLENE PERES. O tetravô de ANELISE era I.2 - JOÃO DE SOUSA BRASIL, irmão do bisavô de Joaquim, MPO - FRANCISCO DE ASSIS SOUSA BRASIL, o Marco Patronímico Original da família ASSIS BRASIL. Após seu casamento, Anelise passou a assinar ANELISE MILANO DE ASSIS BRASIL. A ascendência de Anelise não está sendo pesquisada neste site, apenas a sua descendência. Como ela é descendente de I.2 - JOÃO DE SOUSA BRASIL, a sua ascendência e descendência estão estão descritas no site de JOÃO DE SOUSA BRASIL. Joaquim e Anelise foram pais de

T.6.11.3.1 - LARA MILANO DE ASSIS BRASIL

B.6.11.4 - ALICE COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL (ALICINHA) nasceu em 05-04-1961, dona de casa, reside em Cristal-RS, casou-se com ... BORCHARDT, funcionário público, nascido em Alegrete. Pais de:

T.6.11.4.1 - EVELINE DE ASSIS BRASIL BORCHARDT

T.6.11.4.2 - GABRIELA DE ASSIS BRASIL BORCHARDT

T.6.11.4.3 - MÁRIO DE ASSIS BRASIL BORCHARDT

ALICE casou-se em segundas núpcias com INOCÊNCIO CUNHA, profissão, nascido na cidade de ..., em ...-...-... Pais de:

T.6.11.4.4 - INOCÊNCIO DE ASSIS BRASIL CUNHA

B.6.11.5 - JÚLIO COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL nasceu em 15-03-1964 na cidade de Alegrete-RS , médico-veterinário, recebeu esse nome por ter nascido no mesmo dia de Julio Costa Pereira, avô de sua mãe MARIA MARTINS COSTA PEREIRA. JÚLIO casou-se em 13-07-1985 com NOÊMIA DODE, nascida em Pelotas-RS em 19-11-1966, farmacêutica e bioquímica, oficial temporária do Exército Brasileiro. NOÊMIA passou a assinar NOÊMIA DODE DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.6.11.5.1 - NATHALIA DODE DE ASSIS BRASIL

T.6.11.5.2 - JÚLIO COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL FILHO

B.6.11.6 - MARIA ELISA COSTA PEREIRA DE ASSIS BRASIL nasceu em 20-06-1967 na cidade de Alegrete-RS, dentista, reside em 3 de Maio-RS, casou-se com EDUARDO FIALHO ROMAN, nascido em 03-10-... , médico cardiologista. Pais de:

T.6.11.6.1 - EDUARDO DE ASSIS BRASIL ROMAN


Ascendente imediato:N.6.12 - LINA DE ASSIS BRASIL e B.2.2.12 - DÁCIO DE ASSIS BRASIL

B.6.12.1 - ANNA MARIA DE ASSIS BRASIL, nascida em 24 de dezembro de 1934, na localidade de Pedras Altas-RS, já falecida, casou-se com SINVAL TEIXEIRA DA SILVEIRA, nascido em 6 de março de 1926, em São Sepé-RS, também falecido. Anna passou a assinar ANNA MARIA DE ASSIS BRASIL SILVEIRA. Pais de:

T.6.12.1.1 - LUÍS EDUARDO DE ASSIS BRASIL SILVEIRA

T.6.12.1.2 - ROSA MARIA DE ASSIS BRASIL SILVEIRA

T.6.12.1.3 - MARIA LUIZA DE ASSIS BRASIL SILVEIRA

B.6.12.2 - MARIA LUIZA DE ASSIS BRASIL

B.6.12.3 - MARIA IGNÊS DE ASSIS BRASIL nasceu em ..., reside em São Gabriel-RS (2001), casou-se com NEWTON VALENTINI, Biólogo, nascido em 24 de agosto de 1937, residente em São Gabriel-RS (2001). Maria Ignês passou a assinar MARIA IGNÊS DE ASSIS BRASIL VALENTINI. Pais de:

T.6.12.3.1 - RODRIGO VALENTINI

T.6.12.3.2 - LÍDIA VALENTINI

T.6.12.3.3 - ANNA DE ASSIS BRASIL VALENTINI

B.6.12.4 - CARLOS DÁCIO DE ASSIS BRASIL nasceu em ..., Pecuarista, reside em São Gabriel-RS (2001), solteiro.

B.6.12.5 - VERA MARIA DE ASSIS BRASIL nasceu em 01 de março de 1942, Socióloga, reside em São Gabriel-RS, casou-se com MARCO AURÉLIO DE MACEDO SOUTO, nascido em 21 de julho de 1944, em Caçapava do Sul-RS, Veterinário, residente em Brasília. Vera Maria passou a assinar VERA MARIA DE ASSIS BRASIL SOUTO. Pais de:

T.6.12.5.1 - SÍLVIA DE ASSIS BRASIL SOUTO

B.6.12.6 - JAIME DÁCIO DE ASSIS BRASIL, reside em São Gabriel-RS (2001), casou-se com CLARICE BENTO PEREIRA, também residente em São Gabriel-RS, que passou a assinar CLARICE BENTO PEREIRA DE ASSIS BRASIL. Sem filhos.


Ascendente imediato: N.7.1 - AMARO BRASILIENSE e ELSA FERRUGEM

B.7.1.1 - HOSTILHA FERRUGEM BRASILIENSE nasceu em 02-10-1923, reside em Bagé-RS (1999), casada com JACI MACHADO, já falecido. Pais de:

T.7.1.1.1 - ELAINE BRASILIENSE MACHADO

B.7.1.2 - PAULO FERRUGEM BRASILIENSE nasceu em 17-02-1926, casou-se com TEREZINHA PERRONI. Pais de:

T.7.1.2.1 - ELSAMARA PERRONI BRASILIENSE

T.7.1.2.2 - PAULO ROBERTO PERRONI BRASILIENSE

T.7.1.2.3 - JOSIANE PERRONI BRASILIENSE

B.7.1.3 - ROBERTO FERRUGEM BRASILIENSE nasceu em 26-10-1931, faleceu em ...., casou-se com MARIA IZABEL MARTINS. Pais de:

T.7.1.3.1 - MARIA FRANCISCA MARTINS BRASILIENSE

T.7.1.3.2 - ARLETE MARTINS BRASILIENSE

T.7.1.3.3 - DOMÍCIO MARTINS BRASILIENSE


Ascendente imediato: N.7.2 - MIGUELINA BRASILIENSE e MANOEL ALVES DOS SANTOS

B.7.2.1 - FIRMINA BRASILIENSE DOS SANTOS nasceu em 13-02-1926, casou-se com ARI KAUFMANN XAVIER, sem sucessão.

B.7.2.2 - EMIGDIO PAULO BRASILIENSE DOS SANTOS nasceu em 16-04-1928, casou-se com NINFA VICTORINO, residem em Cacequi-RS. Pais de:

T.7.2.2.1 - JOSÉ VICTORINO DOS SANTOS

T.7.2.2.2 - MARIA ENI VICTORINO DOS SANTOS

T.7.2.2.3 - LOURDES VICTORINO DOS SANTOS

T.7.2.2.4 - JUAREZ VICTORINO DOS SANTOS

B.7.2.3 - OLAVO BRASILIENSE DOS SANTOS nasceu em 23-10-1929, casou-se com BILA HORTÊNCIA NUNES PEREIRA. Pais de:

T.7.2.3.1 - MARCO ANTÔNIO NUNES DOS SANTOS

T.7.2.3.2 - JORGE LUIZ NUNES DOS SANTOS

T.7.2.3.3 - LUIZ PAULO NUNES DOS SANTOS

B.7.2.4 - LUIZ ANTÔNIO BRASILIENSE DOS SANTOS nasceu em 02-10-19.., faleceu solteiro.

B.7.2.5 - LIVA MARIA BRASILIENSE DOS SANTOS nasceu em 22-03-1934, casou-se com ALFREDO TRINDADE. Sem sucessão.


Ascendente imediato: N.7.4 - AMADO BRASILIENSE e DORALICE MARTINS

B.7.4.1 - MARIA CATARINA MARTINS BRASILIENSE nasceu em 29-06-1950, casou-se com REMI ANTÔNIO ROSSI. Pais de:

T.7.4.1.1 - RICARDO BRASILIENSE ROSSI

T.7.4.1.2 - DÉBORA BRASILIENSE ROSSI

T.7.4.1.3 - EDUARDO BRASILIENSE ROSSI

B.7.4.2 - PAULO ANTÔNIO MARTINS BRASILIENSE nasceu em 15-12-1953, casou-se com MARIA IGNÊS MAYCÁ. Sem sucessão.


Ascendente imediato: N.7.5 - AMÉRICO BRASILIENSE e CERISE BASTOS

B.7.5.1 - GISELDA MARIA BASTOS BRASILIENSE nasceu em ......., casou-se com JAIR CARDOSO. Pais de:

T.7.5.1.1 - PAULO RICARDO BRASILIENSE CARDOSO

T.7.5.1.2 - LUCIANO BRASILIENSE CARDOSO

B.7.5.2 - GILDA MARIA BASTOS BRASILIENSE nasceu em ......., casou-se com TELMO PASA. Pais de:

T.7.5.2.1 - MARILU BRASILIENSE PASA

T.7.5.2.2 - MARIELA BRASILIENSE PASA

T.7.5.2.3 - MÁRCIA BRASILIENSE PASA

B.7.5.3 - AMÍLCAR BASTOS BRASILIENSE nasceu em 11-12-1932, casou-se com ROSA EMMA URRUTIA. Pais de:

T.7.5.3.1 - MARTA CRISTINA URRUTIA BRASILIENSE

T.7.5.3.2 - MILCO URRUTIA BRASILIENSE

B.7.5.4 - JULIETA BASTOS BRASILIENSE nasceu em 30-12-1939, faleceu em 10-02-1994, casou-se com RUY OLIVEIRA. Pais de:

T.7.5.4.1 - GERUSA BRASILIENSE OLIVEIRA

T.7.5.4.2 - IUR BRASILIENSE OLIVEIRA

T.7.5.4.3 - JULIANA BRASILIENSE OLIVEIRA

B.7.5.5 - MARIA DORA BRASILIENSE nasceu em 15-11-1942, faleceu em 31-05-1981, solteira.

B.7.5.6 - LOIVA MARIA BASTOS BRASILIENSE nasceu em 15-07-1945, casou-se com ANTÔNIO CARLOS CALMON. Pais de:

T.7.5.6.1 - ALINE BRASILIENSE CALMON

T.7.5.6.2 - DENISE BRASILIENSE CALMON


Ascendente imediato: N.7.7 - ATALIBA BRASILIENSE e ALAÍDE RODRIGUES

B.7.7.1 - IEDA RODRIGUES BRASILIENSE nasceu na cidade de ... em ..., profissão ..., casou-se na cidade de ... em ... com SIDNEI MARINHO, filho de ... e de ..., profissão ..., residentes em ... Pais de:

T.7.7.1.1 - IVANA SALETE BRASILIENSE MARINHO

T.7.7.1.2 - CID MÁRCIO BRASILIENSE MARINHO

T.7.7.1.3 - RAQUEL BRASILIENSE MARINHO

T.7.7.1.4 - CLÁUDIO BRASILIENSE MARINHO

B.7.7.2 - DORA DA SILVEIRA BRASILIENSE nasceu em ..., solteira.

B.7.7.3 - AROLDO DA SILVEIRA BRASILIENSE nasceu em ..., faleceu em...., casou-se com GESSI DE .... Pais de:

T.7.7.3.1 - JANE BRASILIENSE

T.7.7.3.2 - AMARILDO BRASILIENSE


Ascendente imediato: N.7.8 - ARNALDO BRASILIENSE e ALAÍDE RODRIGUES

B.7.8.1 - LUZARDO RODRIGUES BRASILIENSE nasceu em 20-03-1936, casou-se com IVONE MARIA DE OLIVEIRA MEDEIROS. Sem sucessão.

B.7.8.2 - JUPIRA DA SILVA BRASILIENSE nasceu em 02-07-1937, professora, casou-se com DANIEL XISCATTI ELSEMANN, Analista Judiciário da Justiça do Trabalho. Pais de:

T.7.8.2.1 - RAQUEL BRASILIENSE ELSEMANN

T.7.8.2.2 - ROGÉRIO BRASILIENSE ELSEMANN

B.7.8.3 - JUREMA SILVA BRASILIENSE nasceu em 09-11-1938, professora, reside em Viamão-RS, casou-se em 23-12-1961 em Cacequi-RS com T.3.4.1.3 - DÁCIO FORTES BRASIL, cujos dados estão apresentados na página que lista a 4ª Geração, passando a assinar JUREMA BRASILIENSE BRASIL. Pais de:

T.7.8.3.1 - GLADIS BRASILIENSE BRASIL

T.7.8.3.2 - MARTA BRASILIENSE BRASIL

T.7.8.3.3 - ARNALDO BRASILIENSE BRASIL

B.7.8.4 - REINALDO DA SILVA BRASILIENSE nasceu em 03-07-1940, casou-se com LORENA MARTINS PRATES. Pais de:

T.7.8.4.1 - OTÁVIO PRATES BRASILIENSE

T.7.8.4.2 - ANELISE PRATES BRASILIENSE

B.7.8.5 - LEONARDO DA SILVA BRASILIENSE nasceu em 16-02-1942, bancário, casou-se com MARTA SALVADÉ BARBOSA. Pais de:

T.7.8.5.1 - LEONARDO DA SILVA BRASILIENSE JÚNIOR

T.7.8.5.2 - MANOEL GUSTAVO BARBOSA BRASILIENSE

T.7.8.5.3 - GRACELE BARBOSA BRASILIENSE

B.7.8.6 - ARMANDO DA SILVA BRASILIENSE nasceu em 29-10-1945, cirurgião-dentista, casou-se com ELISIA CLAIR SEVERO. Pais de:

T.7.8.6.1 - CÍNTIA SEVERO BRASILIENSE

T.7.8.6.2 - RODRIGO SEVERO BRASILIENSE

B.7.8.7 - JUSSARA DA SILVA BRASILIENSE nasceu em 04-05-1947, professora, casou-se com VICTOR LUIZ XISCATTI ELSEMANN. Pais de:

T.7.8.7.1 - JEFFERSON BRASILIENSE ELSEMANN

T.7.8.7.2 - RAFAEL BRASILIENSE ELSEMANN

T.7.8.7.3 - CECÍLIA BRASILIENSE ELSEMANN


Ascendente imediato: N.7.9 - AMADEU BRASILIENSE e ARMINDA DA SILVEIRA

B.7.9.1 - ALICE DA SILVEIRA BRASILIENSE nasceu em 25-05-1938, casou-se em primeiras núpcias com LUIZ COLAZZO. Pais de:

T.7.9.1.1 - JOSÉ FRANCISCO BRASILIENSE COLAZZO

ALICE casou-se em segundas núpcias com ADÃO DA COSTA RIVAZI. Pais de:

T.7.9.1.2 - TÂNIA CRISTINA BRASILIENSE RAVASI

T.7.9.1.3 - EDUARDO BRASILIENSE RAVASI

T.7.9.1.4 - JEFFERSON BRASILIENSE RAVASI

T.7.9.1.5 - CLÁUDIA BRASILIENSE RAVASI

T.7.9.1.6 - CRISTIANE BRASILIENSE RAVASI

B.7.9.2 - NICE DA SILVEIRA BRASILIENSE nasceu em 22-08-1940, faleceu em ..., casou-se com DENATOR ALVES DIAS. Pais de:

T.7.9.2.1 - PAULO HENRIQUE BRASILIENSE DIAS

T.7.9.2.2 - KÁTIA MARINA BRASILIENSE DIAS


Ascendente imediato: N.7.13 - ANGELINA BRASILIENSE e JOÃO FLORES MENDONÇA

B.7.13.1 - RUBEM BRASILIENSE MENDONÇA nasceu em Cacequi-RS, pecuarista, casou-se em primeiras núpcias com NADIR DOMINGUES, professora universitária. Pais de:

T.7.13.1.1 - MARCIO DOMINGUES MENDONÇA

T.7.13.1.2 - VINÍCIO DOMINGUES MENDONÇA

T.7.13.1.3 - DENISE DOMINGUES MENDONÇA

T.7.13.1.4 - MARCOS BARRETO MENDONÇA

RUBEM divorciou-se de NADIR e casou-se em segundas núpcias com ... BARRETO. Pais de:

T.7.13.1.5 - DIEGO BARRETO MENDONÇA

T.7.13.1.6 - PATRÍCIA BARRETO MENDONÇA

B.7.13.2 - RUTH BRASILIENSE MENDONÇA nasceu em Cacequi-RS, professora, casou-se com ARIEL COELHO SOUZA, nascido em Cacequi-RS, pecuarista, passando a assinar RUTH MENDONÇA SOUZA. Pais de:

T.7.13.2.1 - MARIÂNGELA MENDONÇA SOUZA

T.7.13.2.2 - ADRIANO MENDONÇA SOUZA

T.7.13.2.3 - MARILDA MENDONÇA SOUZA

T.7.13.2.4 - MARILUCE MENDONÇA SOUZA

T.7.13.2.5 - FRANCISCA MENDONÇA SOUZA

B.7.13.3 - RUI BRASILIENSE MENDONÇA nasceu em Cacequi-RS, solteiro, foi Secretário Municipal de Obras do Município, foi vereador em Cacequi pelo Partido Democrático Trabalhista - PDT por 16 anos, assumindo a Presidência da Câmara Municipal de Vereadores por diversas vezes. Faleceu, no cumprimento de mandato de vereador em 12-05-1966. Pai de:

T.7.13.3.1 - MARCELO ROCHA MENDONÇA

T.7.13.3.2 - MÁRCIA ROCHA MENDONÇA

T.7.13.3.3 - GRACIELE ROCHA MENDONÇA

T.7.13.3.4 - GERUSA CAMARGO MENDONÇA

T.7.13.3.5 - JOÃO MARCIO CAMARGO MENDONÇA

T.7.13.3.6 - JURALVA CAMARGO MENDONÇA

T.7.13.3.7 - RUI BRASILIENSE MENDONÇA FILHO

T.7.13.3.8 - MATHIAS CAMARGO MENDONÇA

T.7.13.3.9 - MARLIZE CAMARGO MENDONÇA

T.7.13.3.10 - VERÔNICA CAMARGO MENDONÇA

B.7.13.4 - MARIA DE LOURDES BRASILIENSE MENDONÇA nasceu em Cacequi-RS, solteira, fundadora do Partido Democrático Trabalhista - PDT, foi vereadora do município de Cacequi por um mandato, Secretária Municipal de Educação por duas vezes. É advogada, residindo e trabalhando em Cacequi-RS (1999)


Ascendente imediato: N.7.16 - MARCELINA BRASILIENSE e ARGEU DOS SANTOS CARVALHO

B.7.16.1 - MARLY BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 12-03-1938, casou-se com IRO RODRIGUES PEREIRA. Pais de:

T.7.16.1.1 - EDUARDO CARVALHO PEREIRA

T.7.16.1.2 - SÉRGIO CARVALHO PEREIRA

B.7.16.2 - SÉRGIO BRASILIENSE CARVALHO nasceu em ...., faleceu em ...., solteiro.

B.7.16.3 - MARIZA BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 14-06-1940, casou-se com JOÃO CARLOS CARVALHO DE MORAES, divorciada. Pais de:

T.7.16.3.1 - ANDRÉIA CARVALHO DE MORAES

T.7.16.3.2 - ALEXANDRE CARVALHO DE MORAES

T.7.16.3.3 - MÁRCIO CARVALHO DE MORAES

T.7.16.3.4 - SANDRO CARVALHO DE MORAES

B.7.16.4 - MARINA BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 01-09-1941, casou-se com CARLOS ALBERTO GOERSH, advogado. Pais adotivos de :

T.7.16.4.1 - SUELEN DOS SANTOS

B.7.16.5 - MAURO BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 27-07-1943, reside em Cacequi-RS (2001), casou-se com ELISABETH ROSSI. Publicamos abaixo o carinhoso texto de um e-mail enviado por Mauro ao seu primo B.7.18.1 - Paulo Celso Rodrigues Brasiliense, belo exemplo de poesia e linguajar gauchescos.

A UM PRIMO DISTANTE...
Estou enviando este chasque,
Um nome bem rio grandense,
Isto para que não penses
Que este teu parente feio
Já anda imitando os gringos
E pronunciando "é mêiu".

Estou domando este bicho
Que é o tal de computador
Que não me mete pavor,
Pois gaúcho não se abate.
Paro rodeio no "uindos"
E recoluto num "chate".

Tô aprendendo ligeiro
As baldas deste animal
Que o gaúcho, bem ou mal
Vai entendendo o que é "baite"
. Depois de bem estribado
Dou uma volta pelos "saites"

Já ando até campereando
Por essa tal de Internete.
É um brinquedo que interte,
Dos usuários é o que se ouve.
Vou esporeando o teclado
E dando de rédeas no "mause".

E me recordo saudoso
Dos tempos de nossa infância,
Do Parador, velha estância,
Na qual eu sempre me miro,
Onde o "Correio do Povo" chegava
Pela estação do Retiro.

E ali se lia noticias
Guerra, política, lambança
Mas sempre com esperança
De que chegasse o progresso
Ouvindo o "Rodeio Coringa"
E o velho "Reporte Esso".

Hoje tudo é demudado...
Já nem se lê mais jornal,
Se faz tudo por "é mêiu".
E o rádio se aposentou
E tudo foi tão depressa
Nem vi que o tempo passou.

Me lembro de certa feita,
Numa caçada de tatu,
Foi aquele sururu
Quando pegaste "la puta"
Um zurrilho pela cola
Pensando que era mulita.

Foi aquele alvoroço,
O pessoal se recostando,
A cachorrada acoando
E o resto já se imagina...
Tomaste banho na sanga
Com "sabão preto" e creolina.

Pergunto pela Gracinha
E o que fazes por aí?
Um abraço para ti
Pra repartir com a patroa.
Diacavalo nesta "máquina"
Até ando rindo à toa.

Minha mulher e os filhos
Tão no trabalho e estudo.
É um sentimento profundo
Que se tem pela família,
Vencendo dificuldades
Sem nunca sair da trilha.

Amélia na faculdade,
Argeu fazendo cursinho
E a Betinha, com carinho,
Mostrando o rumo da estrada.
Peço a Deus que nos ajude
Pra formá essa gurizada.

Irmãs, cunhados, sobrinhos
Vão indo bem de saúde,
Pois sempre tem "Deus que ajude",
Já diz o velho ditado.
Sabes não tem melhor gente
Para se ter no costado.

Também te mando notícias
Do Teleco e do Leonardo,
Meus companheiros pro "amargo",
Com o seu Vilmar "Da Cota".
Quando estes quatro tão juntos
Sai muito causo e lorota.

Todos os demais parentes
Vão seguindo seu caminho,
Gente boa como o vinho
Que envelheceu no barril.
Já são poucos, mal montados,
Mas não os troco por mil.

E nossos pais, nossos tios?
Êta, saudades matreira!
Não vou fazer choradeira
Pois sei que a morte é maleva
Chega sem pedir licença,
Toma o que a gente mais preza.

Mas sempre fica a lembrança,
Saudades, ensinamentos,
Como dormir ao relento
Coberto com o poncho amigo,
Saber enfrentar o perigo
Ou se livrar de uma trama.
Tá sempre com o pé no estribo
Quando o Rio Grande nos chama.

E assim me despeço amigo,
Mais irmão do que parente,
Não vou ficar pra semente
Mas não me entrego, peleio,
Que a mocidade sem receio
Se manda porteira à fora.
Mesmo que lhe risque a "reio",
A bruaca vai embora.

Mauro e Elisabeth são pais de :

T.7.16.5.1 - AMÉLIA ROSSI CARVALHO

T.7.16.5.2 - ARGEU ROSSI CARVALHO

B.7.16.6 - MARLENE BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 07-03-1945, casou-se com WILMAR DA SILVEIRA NOGUEIRA. Sem sucessão.

B.7.16.7 - MARIA IZABEL BRASILIENSE CARVALHO nasceu em 14-11-1951, solteira.


Ascendente imediato: N.7.18 - ANTONINO BRASILIENSE e ZILAH RODRIGUES

B.7.18.1 - PAULO CELSO RODRIGUES BRASILIENSE nasceu em Cacequi-RS (21-10-1948), agropecuarista, reside em Bom Jesus-RS (2000), casou-se em Porto Alegre-RS (13-07-1972) com MARIA DA GRAÇA XAVIER TÔRRES, nascida de Bom Jesus-RS (07-06-1952), graduada em Engenharia Civil e Licenciatura Plena em Matemática pela PUC-RS. Sem sucessão.

B.7.18.2 - MARIA LUIZA RODRIGUES BRASILIENSE nasceu em Cacequi-RS (11-11-1949), de afazeres domésticos, reside em Porto Alegre-RS (1999), casou-se com MÁRIO MARCANTÔNIO, nascido em Vacaria-RS (29-03-1946), passando a assinar MARIA LUIZA BRASILIENSE MARCANTÔNIO. Pais de:

T.7.18.2.1 - ADRIANO BRASILIENSE MARCANTÔNIO

T.7.18.2.2 - LUCIANO BRASILIENSE MARCANTÔNIO

T.7.18.2.3 - ROBERTA BRASILIENSE MARCANTÔNIO


Ascendente imediato: N.8.1 - ANTÃO DE ASSIS BRASIL e AURORA LAGES PINHEIRO MACHADO

B.8.1.1 - JOSÉ PINHEIRO MACHADO DE ASSIS BRASIL, médico e General do Exército, nasceu em Santo Ângelo-RS e faleceu em Porto Alegre-RS em 13-11-1999. Casou-se em Santo Ângelo-RS com MARIA CECÍLIA SABO, nascida naquela cidade. Pais de:

T.8.1.1.1 - MARIA RITA SABO DE ASSIS BRASIL

T.8.1.1.2 - MARÇAL DE ASSIS BRASIL

T.8.1.1.3 - MARÍLIA SABO DE ASSIS BRASIL

T.8.1.1.4 - ANDRÉ ASSIS BRASIL

B.8.1.2 - LUIZ PINHEIRO MACHADO DE ASSIS BRASIL, médico e engenheiro, faleceu em 1977. Casou em Porto Alegre-RS com ROSA ALBERTON DE AZEVEDO, nascida em Porto Alegre-RS. Pais de:

T.8.1.2.1 - LUIZ AZEVEDO DE ASSIS BRASIL

T.8.1.2.2 - BEATRIZ MARIA AZEVEDO DE ASSIS BRASIL

T.8.1.2.3 - RICARDO AZEVEDO DE ASSIS BRASIL

T.8.1.2.4 - LÚCIA HELENA AZEVEDO DE ASSIS BRASIL


Ascendente imediato: N.8.3 - CORINA DE ASSIS BRASIL e ADROALDO COELHO LEAL

B.8.3.1 - ZILDA DE ASSIS BRASIL LEAL, casou-se com MÁRIO FONTOURA FERNANDES. Pais de:

T.8.3.1.1 - ANTÔNIO CARLOS LEAL FERNANDES

T.8.3.1.2 - JOÃO LUIZ LEAL FERNANDES

T.8.3.1.3 - CLÁUDIO LEAL FERNANDES

T.8.3.1.4 - VERA MARIA LEAL FERNANDES

B.8.3.2 - ALICE DE ASSIS BRASIL LEAL nasceu em Umbu, município de Cacequi-RS (01-01-1926), do lar, faleceu em Porto Alegre-RS (28-05-97). Casou-se em Porto Alegre (30-09-1952) com EDISON PEREIRA DA COSTA, natural de São Vicente do Sul-RS (26-08-1923), industriário, residente em Canoas-RS. Pais de:

T.8.3.2.1 - MARTHA HELENA LEAL DA COSTA

T.8.3.2.2 - CARLOS ALBERTO LEAL DA COSTA

T.8.3.2.3 - MARIA INÊS LEAL DA COSTA

T.8.3.2.4 - SUSANA LEAL DA COSTA

B.8.3.3 - PAULO DE ASSIS BRASIL LEAL, casou-se com EDITH ... FERREIRA. Pais de:

T.8.3.3.1 - LEDA FERREIRA LEAL

T.8.3.3.2 - PAULO ROBERTO FERREIRA LEAL

T.8.3.3.3 - LÚCIA HELENA FERREIRA LEAL

T.8.3.3.4 - VERA BEATRIZ FERREIRA LEAL

B.8.3.4 - LUIZ CARLOS DE ASSIS BRASIL LEAL, ja falecido, casou-se com EUNICE PEREIRA SOARES. Pais de:

T.8.3.4.1 - CARLOS ADROALDO SOARES LEAL

T.8.3.4.2 - HELOÍSA SOARES BRASIL LEAL

B.8.3.5 - CLÓVIS DE ASSIS BRASIL LEAL, casou-se com ELI DOS SANTOS FERNANDES

T.8.3.5.1 - CLOELI FERNANDES LEAL

T.8.3.5.2 - JÚLIO CÉSAR FERNANDES LEAL

T.8.3.5.3 - CLÓVIS FERNANDES LEAL

B.8.3.6 - LÉLIA DE ASSIS BRASIL LEAL nasceu na cidade de em 14-08-1931, profissão..., casou-se com OMAR FONTOURA FERNANDES, nascido na cidade de .... em .... profissão..., filho de .... e de .... Pais de:

T.8.3.6.1 - MARCO ANTÔNIO LEAL FERNANDES

T.8.3.6.2 - MARCO AURÉLIO LEAL FERNANDES

T.8.3.6.3 - MARCO TULIO LEAL FERNANDES

T.8.3.6.4 - MARCIA CRISTINA LEAL FERNANDES

B.8.3.7 - JORGE DE ASSIS BRASIL LEAL nasceu em Umbu, município de Cacequi-RS (05-09-1939), reside em Porto Alegre-RS (1939), professor aposentado e advogado, casou-se em Porto Alegre-RS (28-09-1974) com ODETI PEIXOTO DE MEDEIROS, que passou a assinar ODETI DE MEDEIROS BRASIL LEAL, nascida em Santo Antônio da Patrulha-RS (02-06-1941), professora.


Ascendente imediato: N.8.4 - ALICE DE ASSIS BRASIL e DIEGO GONZALES BLANCO

B.8.4.1 - JOÃO ALBERTO DE ASSIS BRASIL BLANCO, médico-veterinário, nasceu em Porto Alegre-RS (1928), reside em Dom Pedrito-RS (1999), casou-se com MARIA TEREZA GONÇALVES, nascida em Dom Pedrito-RS. Pais de:

T.8.4.1.1 - ANA MARIA GONÇALVES BLANCO

T.8.4.1.2 - JOSÉ ALBERTO GONÇALVES BLANCO

T.8.4.1.3 - JOÃO ANTÔNIO GONÇALVES BLANCO

B.8.4.2 - CLÁUDIO JOSÉ DE ASSIS BRASIL BLANCO, nascido em 28-08-1930 na cidade de Pelotas-RS, industriário, faleceu em 25-04-1996, casou-se com sua prima B.10.4.2 - ILSA BEATRIZ DE ASSIS BRASIL SOARES. Pais de:

T.8.4.2.1 - NARA BEATRIZ SOARES BLANCO

T.8.4.2.2 - CARLOS EDUARDO SOARES BLANCO

T.8.4.2.3 - CRISTINA SOARES BLANCO

T.8.4.2.4 - DIEGO BLANCO NETO

B.8.4.3 - HELOÍSA DE ASSIS BRASIL BLANCO, casou-se com o Engenheiro Civil HERMAN CLÁUDIO BOJUNGA. Pais de:

T.8.4.3.1 - MARIA ALICE BLANCO BOJUNGA

T.8.4.3.2 - SÍLVIA BLANCO BOJUNGA

T.8.4.3.3 ANA LUÍZA BLANCO BOJUNGA


Ascendente imediato: N.8.5 - EURICO DE ASSIS BRASIL e ABIGAIL RODRIGUES

B.8.5.1 - BARTOLOMEU RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, solteiro.

B.8.5.2 - BERNARDINO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, engenheiro agrônomo e zootecnista, casou-se com KENYA MARTINS COUTO. Pais de:

T.8.5.2.1 - BERNARDO COUTO DE ASSIS BRASIL

T.8.5.2.2 - FELIPE COUTO DE ASSIS BRASIL

B.8.5.3. - MARIA ALIRE RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, solteira.

B.8.5.4 - AMARO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, engenheiro mecânico, casou-se com DALVA ..., sem descendência.


Ascendente imediato: N.8.7 - PLÍNIO DE ASSIS BRASIL e MARIA LUIZA DORNELLES

B.8.7.1 - LÚCIA DORNELLES DE ASSIS BRASIL, nascida em Porto Alegre-RS em 04-12-1928), artesã, casou-se na cidade de Porto Alegre-RS, em 10-09-1954 com FERNANDO PY SARMENTO, nascido em Porto Alegre em 02-08-2004, pecuarista e juiz classista, filho de ANTERO MORAIS SARMENTO e de VIRGÍNIA PY. Lúcia, que após seu casamento passou a assinar LÚCIA DE ASSIS BRASIL SARMENTO, têm como hobbies o golfe, artesanato e jogos de cartas. Pais de:

T.8.7.1.1 - MARIA LUIZA DE ASSIS BRASIL SARMENTO

T.8.7.1.2 - VIRGÍNIA DE ASSIS BRASIL SARMENTO

T.8.7.1.3 - FABIANO DE ASSIS BRASIL SARMENTO

T.8.7.1.4 - ANA PAULA DE ASSIS BRASIL SARMENTO

B.8.7.2 - GILBERTO JOSÉ DORNELLES DE ASSIS BRASIL, nascido São Borja (03/08/1930), casou-se com MARIA MERCEDES PIRES DE PIRES, nascida em Pelotas (17/04/1933). Pais de:

T.8.7.2.1 - GILBERTO JOSÉ PIRES DE ASSIS BRASIL

T.8.7.2.2 - PLÍNIO DE ASSIS BRASIL NETO

B.8.7.3 - MARIA HELENA DORNELLES DE ASSIS BRASIL, nascida São Borja-RS (04-01-1932), casou-se com JUAREZ LOPES HAUSSEN, nascido em Lajeado-RS (01-11-1931). Pais de:

T.8.7.3.1 - JOÃO CARLOS DE ASSIS BRASIL HAUSSEN

T.8.7.3.2 - MARCO AURÉLIO DE ASSIS BRASIL HAUSSEN

T.8.7.3.3 - LUIS ANTÔNIO DE ASSIS BRASIL HAUSSEN

T.8.7.3.4 - JÚLIO CÉSAR DE ASSIS BRASIL HAUSSEN


Ascendente imediato: N.8.8 - EMÍLIODE ASSIS BRASIL e IRIS VALLE

B.8.8.1 - MAURO DE ASSIS BRASIL, casou-se com RENATA TRANBAB. Pais de:

T.8.8.1.1 - SOLANGE DE ASSIS BRASIL

T.8.8.1.2 - RICARDO DE ASSIS BRASIL

B.8.8.2 - LUIZ PEDRO DE ASSIS BRASIL

B.8.8.3 - ROBERTO DE ASSIS BRASIL

B.8.8.4 - FERNANDO DE ASSIS BRASIL


Ascendente imediato: N.8.9 - OLYMPIA DE ASSIS BRASIL e JOMAR VIEIRA VALLE

B.8.9.1 - CARLOS DE ASSIS BRASIL VALLE, Bacharel em Direiro, casou-se com ALIDA PRESTES.

B.8.9.2 - MARIA DE ASSIS BRASIL VALLE, casou-se com o Químico Industrial TORQUATO UBIRAJARA PETRARCA. Pais de:

T.8.9.2.1 - CARLOS VALLE PETRARCA

T.8.9.2.1 - MARÍLIA VALLE PETRARCA

B.8.9.3 - GABRIEL DE ASSIS BRASIL VALLE, casou-se com MARLENE LEAL. Pais de:

T.8.9.3.1 - BEATRIZ ... VALLE

B.8.9.4 - ROBERTO DE ASSIS BRASIL VALLE


Ascendente imediato: N.9.1 - MÁRIO DE ASSIS BRASIL e MARINA PRATES DA FONSECA

B.9.1.1 - EDMUNDO FONSECA DE ASSIS BRASIL nasceu em Alegrete em 1925, cirurgião-dentista, faleceu solteiro (1954).

B.9.1.2 - RENATO FONSECA DE ASSIS BRASIL, médico, nasceu em Alegrete em 1927, casou-se com TÂNIA MATTOS. Pais de:

T.9.1.2.1 - MARINA ASSIS BRASIL

T.9.1.2.1 - CRISTINA ASSIS BRASIL

B.9.1.3 - ELOÍSA DE ASSIS BRASIL, já falecida, nasceu em Alegrete-RS em 1923, casou-se com RENO RAMOS. Pais de:

T.9.1.3.1 - CLÁUDIA ASSIS BRASIL

T.9.1.3.2 - VERA IZABEL ASSIS BRASIL


Ascendente imediato: N.9.2 - DINA DE ASSIS BRASIL e WALDEMAR MASSON

B.9.2.1 - MARIANA DE ASSIS BRASIL MASSON



Foto da "Gazeta de Alegrete", 23-08-2005

Mariana, conhecida como Dona Marianinha, A fazenda pertenceu a seu avô Diogo de Assis Brasil e, depois de seu falecimento, à sua mãe B.9.2 DINA DE ASSIS BRASIL nasceu em 23-08-1929, em Alegrete-RS, onde reside, pecuarista e proprietária da Estância do Retiro. A fazenda pertenceu ao seu avô F.9 - DIOGO DE ASSIS BRASIL e depois à sua mãe B.9.2 DINA DE ASSIS BRASIL. Mariana casou-se em 08-07-1950 com ZALUAR THOMAZI CAMPOS, nascido em 02-07-1926, em Soledade-RS, neurocirurgião e professor da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre, falecido em 11-04-1978 em Porto Alegre-RS. Após seu casamento Mariana passou a assinar MARIANA DE ASSIS BRASIL MASSON CAMPOS. Pais de:

T.9.2.1.1 - LAURA MASSON CAMPOS

T.9.2.1.2 - CLÁUDIA MASSON CAMPOS


Ascendente imediato: N.9.5 - ALZIRA DE ASSIS BRASIL e JOÃO SOLON DE MACEDÔNIA SOARES.

B.9.5.1 - DIOGO DE ASSIS BRASIL SOARES nasceu em Porto Alegre-RS em 03-06-1940, aposentado, reside em Porto Alegre-RS (1999), casou-se com ENY MEDEIROS DE ANDRADE, nascida em Triunfo-RS, autônoma. Pais de:

T.9.5.1.1 - ADRIANA DE ANDRADE SOARES

T.9.5.1.2 - ERICO DE ANDRADE SOARES

T.9.5.1.3 - MARIANA DE ANDRADE SOARES

B.9.5.2 - ILSA BEATRIZ DE ASSIS BRASIL SOARES nasceu e reside (1999) em Porto Alegre-RS, AuxIliar da Justiça, divorciada, casou-se em Porto Alegre-RS, em 10-05-1968, com seu primo B.8.4.2 - CLÁUDIO JOSÉ DE ASSIS BRASIL BLANCO, cujos dados foram acima citados, inclusive descendência.


Ascendente imediato: N.9.6 - OLINTO DE ASSIS BRASIL e ODITE ALVES RODRIGUES (DITINHA)

B.9.6.1 - DIOGO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, falecido em Alegrete-RS, em 1937, sem sucessão.

B.9.6.2 - PAULO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL nascido em 31-10-1934, em Alegrete-RS. Coronel do Exército reformado e Administrador de Empresa. Casou-se com HELENICE VASCONCELLOS ARAÚJO, em Palmas-PR, em 21.01.1960. Residem em Curtitiba-PR (2001). São pais de:

T.9.6.2.1 - PAULA ARAÚJO DE ASSIS BRASIL

T.9.6.2.2 - RICARDO ARAÚJO DE ASSIS BRASIL

B.9.6.3 - FERNANDO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL nasceu em 02-02-1938, em Alegrete-RS. Funcionário do Banco do Brasil, aposentado, casou-se com TEREZINHA DA SILVEIRA WERNZ, em 31-03-1962. Pais de:

T.9.6.3.1 - MÁRCIO WERNZ DE ASSIS BRASIL

T.9.6.3.2 - LUIZA WERNZ DE ASSIS BRASIL

T.9.6.3.3 - EDUARDO WERNZ DE ASSIS BRASIL

T.9.6.3.4 - AGENOR WALDIR WERNZ NETO

B.9.6.4 - MÁRCIO RODRIGUES DE ASSIS BRASIL, nasceu em 22-09-1943, em Alegrete-RS. Faleceu em 02-11-1959, em Porto Alegre.



Ascendente imediato: N.9.7 - EDUARDO DE ASSIS BRASIL e LISABEL DE OLIVEIRA GONÇALVES

B.9.7.1 - JOSÉ ANTÔNIO GONÇALVES DE ASSIS BRASIL nasceu em Porto Alegre-RS em 11-11-1937, profissão...., falecido em 02-10-2003, casou-se com DÉA APARECIDA TOTTA PESTANA, nascida em 29-01-1945 em Porto Alegre-RS, profissão..., filha de .... e de .... Após seu casamento Déa Aparecida passou a assinar DÉA APARECIDA PESTANA DE ASSIS BRASIL. Pais de:

T.9.7.1.1 - CARLOS EDUARDO PESTANA DE ASSIS BRASIL

T.9.7.1.2 - ANA VIRGÍNIA PESTANA DE ASSIS BRASIL

T.9.7.1.3 - MARIA CECÍLIA PESTANA DE ASSIS BRASIL

T.9.7.1.4 - ANA CAROLINA PESTANA DE ASSIS BRASIL

B.9.7.2 - PAULO ANTÔNIO GONÇALVES DE ASSIS BRASIL nasceu em 05-08-1943 na cidade de Porto Alegre-RS, casou-se com MARIA LÚCIA MENNA BARRETO DE ABREU, nascida em São Gabriel, RS em 18-08-1949. Paulo Antônio reside em Porto Alegre e também administra uma propriedade rural de sua propriedade em Alegrete-RS. Pais de:

T.9.7.2.1 - EDUARDO DE ASSIS BRASIL NETO

T.9.7.2.2 - RICARDO DE ABREU ASSIS BRASIL

T.9.7.2.3 - FERNANDA DE ABREU ASSIS BRASIL


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